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Organização de cabos e badulaques digitais: solução do Efetividade.net é destaque no Top 10 do Lifehacker

O Lifehacker andou revisitando o tema de organização de cabos e conectores, e preparou um top 10 de soluções nesta área.

E adivinha quem foi incluído no primeiro lugar da lista? Isso mesmo, a minha solução de R$ 20 que sumiu com praticamente todos os cabos da superfície da minha mesa de trabalho.


Os cabos sumiram!

A minha solução abrigou em um local aberto e arejado, mas longe dos olhos (embora perto do coração!) o HD externo, o hub USB, as fontes de alimentação, o cabo do monitor externo, os cabos de força e parte dos cabos de áudio, além de deixar espaço para o ponto de acesso de rede sem fio, caso eu queira no futuro trazê-lo para este lado da casa. Tudo isto sem furar a mesa, nem usar adesivos ou colas. Reveja os detalhes e adapte-os às suas necessidades!

O que o Lifehacker incluiu nos seus "Top 10 Ways to Get Cables Under Control" foi a versão em inglês do meu artigo, que já havia aparecido por lá anteriormente no artigo "Go cordless with clamps".

Como você organiza os cabos e componentes de sua mesa de trabalho? Compartilhe suas dicas nos comentários!

Mais dicas para ser um bom ouvinte

Há duas semanas escrevi brevemente sobre como aprender a ser um bom ouvinte, e dois dos fatores mencionados estão mais ligados à impressão que você passa ao seu interlocutor: permitir-se prestar atenção, e demonstrar esta atenção.

Saber ouvir é um requisito essencial para ser um líder melhor e também para interagir com equipes e colaboradores. Em conexão com isso, hoje li um artigo com dicas para entrevistas, e ao mesmo tempo em que ele me impressionou negativamente para uso em entrevistas de verdade, notei que ele inclui algumas dicas bastante práticas para a arte de demonstrar que você está prestando atenção no seu interlocutor.

As dicas começam desde o início do contato - o aperto de mãos firme e a saudação ativa - até dicas sobre como dar início à conversação (na fase que os profissionais chamam de "rapport" - geralmente ainda antes de entrar no assunto que realmente é o motivo do contato). Selecionei quatro, e convido vocês a complementarem nos comentários:

  • Comece com o pé direito, desligando o monitor, fechando a porta, e - se possível - mostrando que você se preparou para a conversa, deixando claro que leu algum relatório ou pesquisou algo a respeito para poupar o tempo do interlocutor. Mas não dê a impressão de que você não quer que ele apresente um histórico completo dos fatos mesmo assim.
  • Concentre-se na conversa, especialmente na sua própria fala. Cuide do tom e da cadência. Evite jargões que não sejam dominados pelo seu interlocutor. Dê atenção à gramática.
  • Use o nome do interlocutor. Mencione com freqüência o nome de quem estiver falando com você, mas sem forçar a barra. Você já conversou com um vendedor que foi treinado para usar esta técnica? Soa artificialíssimo, e isso é tudo que você não deseja. O ponto é não permitir que uma conversa pessoal pareça impessoal - não é tentar fazer com que um discurso impessoal pareça pessoal.
  • Indique claramente que está ouvindo com atenção. Busque e mantenha o contato dos olhos, dê liberdade à sua expressão facial, gesticule entendimento movimentando a face e a cabeça, e - sem interromper! - faça perguntas sobre detalhes do que foi dito, ou cite brevemente em suas respostas algumas frases mencionadas pelo interlocutor, para que ele saiba que você estava mesmo ouvindo.

E se você quiser ver dicas específicas para entrevistas, leia também:

Firefox: como aproveitar melhor o espaço disponível na sua tela

Que tal melhorar o aproveitamento do espaço disponível em sua tela na hora de navegar na web?

Desde que eu coloquei as mão em um Eee PC (com sua diminuta tela de 800x480 pixels) pela primeira vez, passei a notar que as barras de ferramentas, funções, tabs, bookmarks e status do Firefox ocupam um espação. No caso do Eee, este espaço faz muita falta, e vale muito o esforço de configurar o navegador para aproveitar melhor o território disponível. Mas depois que fiz isto no Eee, notei que no caso do meu desktop também faz sentido deixar mais espaço para o conteúdo, parando de exibir controles e barras que eu raramente uso.

Uma das minhas primeiras atitudes na economia de área de controle do Firefox foi instalar a extensão Compact Menu 2, que conheci por intermédio deste artigo do Linux.com. Ela "encolhe" a barra de menus, transformando-a em um único botão que exibe o menu principal na forma de um menu drop down, como o da imagem acima. com isso, todo o restante da barra de menu passa a estar disponível para mover o conteúdo da barra de bookmarks, ou mesmo os controles de navegação (voltar, recarregar, etc.) - e assim é possível desativar estas outras barras sem perder as funcionalidades dela.

A imagem acima, do EeeUser, mostra como fica a barra misturando diversos itens. Eles preferem a extensão Tiny Menu, e na tela acima (a largura original são os 800px da tela do Eee) vemos uma barra unificada contendo o menu, os comandos de navegação, a barra de endereços e a barra de buscas, tudo em uma única linha.

Quando for testar, aproveite e já instale a extensão Stop-or-Reload, que passa a compartilhar um mesmo botão para estas duas operações, mais ou menos como o Opera faz. Eu também tentei instalar o tema Minifox, mas me senti meio claustrofóbico e desativei. Existe um limite em que a economia de espaço passa a exagerar no desconforto.

No caso específico do Eee, onde a tela realmente exige sacrifícios, eu me acostumei a usar também a extensão Fullerscreen, que torna ainda melhor o aproveitamento da tela quando você ativa o modo tela cheia (tecla F11). Outra dica que eu aproveitei foi reduzir as fontes das aplicações Gtk, que vale instantaneamente para o Firefox, o Pidgin e vários outros programas.

Muitas destas dicas podem ser encontradas nos artigos Creating more screen space in Firefox e Maximizing screen space. Parte é específica do Eee, e outra parte é genérica. Aproveite!

Especialização EaD via Internet: vale a pena?

Tenho visto cada vez mais ofertas de cursos de pós-graduação via Internet, usando as técnicas de Educação a Distância.

A banda larga é uma realidade cada vez mais presente, em alguns mercados de trabalho a especialização está praticamente virando requisito essencial (e não mais apenas um diferencial), e todos temos cada vez menos tempo para estudar - daí decorre o interesse cada vez maior nesta alternativa, e o natural incremento na oferta.

E este é um assunto sobre o qual eu tenho condições de falar com relativo conhecimento de causa, pois minha primeira pós-graduação foi realizada via internet, completamente à distância, exceto em 3 encontros presenciais para avaliação individual dos alunos. E eu posso dizer: gostei bastante. Fiz esta pós em um ano em que não teria tido tempo para estudar presencialmente, mesmo que fossem encontros quinzenais em finais de semana, como também é comum. Estudei e assisti aulas em feriados, madrugadas, viagens a serviço e durante intermináveis plantões, paguei relativamente barato, tive interação com a turma, me incomodei muito pouco durante o curso e obtive um título numa área que me interessava bastante.

Vários amigos e colegas de trabalho estudam a distância também, e compartilham minha opinião sobre as vantagens. Hoje estou fazendo uma pós presencial em outra área, e em muitos sábados de sol a minha mente vagueia em direção a um mesmo pensamento: "ah se essa pós fosse a distância também!". Mas claro que deve haver desvantagens também, por isso quero perguntar a vocês: quem já experimentou uma pós (ou mesmo uma graduação) a distância? Quem está planejando? Qual sua opinião sobre os prós e contras?

O que me motivou a escrever este artigo foi um interessante release que recebi sobre as pós-graduações EaD oferecidas pelo SENAC, com cursos que parecem ter sido escolhidos a dedo pela especificidade e potencial de empregabilidade: educação ambiental, gestão educacional, artes visuais, gestão da segurança de alimentos e educação a distância. Este último curso (recursivo: um curso EaD sobre EaD) foi o que me chamou mais a atenção, já que estou justamente envolvido em uma seleção de profissionais para trabalhar em EaD e percebo a carência de profissionais com formação específica - muito mais gente deve estar percebendo...

A interface web dos cursos parece ser bem mais natural da que eu conheci na pós que cursei, mas infelizmente não dá de explorá-la a fundo sem ser aluno. Mas pelo que conheço do SENAC, ele tem alguns diferenciais importantes em relação a outras instituições que oferecem cursos a distância, especialmente a capilaridade - essencial para os encontros presenciais. O curso que eu fiz em outra instituição exigia que o aluno fosse a Brasília, São Paulo ou Florianópolis para os encontros presenciais,e no caso do SENAC é possível escolher entre 20 cidades diferentes para os 3 encontros de cada curso, segundo o release. O SENAC também tem boa experiência acumulada de ensino, e consta que a qualidade do material e dos tutores disponíveis é superior - mas só experimentando para ter certeza.

Alunos das pós EaD do SENAC (ou de outras instituições) estão mais do que convidados a compartilhar suas opiniões e experiências sobre os cursos.

Quero aproveitar para compartilhar uma curiosidade com vocês: este post que você está lendo nasceu como um publieditorial, mas mais uma vez (esta é a terceira, só no Efetividade) eu percebi que o assunto proposto era uma pauta interessante para o site, e aí naturalmente me recusei a comercializá-lo - virou cortesia, por ser de interesse mútuo. Mas um dia eu chego lá, cedo ou tarde ainda vou publicar um publieditorial por aqui!

Tipografia: fontes e mais fontes, e o Oscar de typefaces

Faz um bom tempo que eu não escrevo sobre tipografia por aqui, e hoje estou um pouco com pressa, então que tal revisitar este tema tão interessante e encher vocês de links para que possam passar o dia inteiro fazendo downloads?

O que me lembrou de voltar a tratar deste tema foi o artigo "Our Favorite Typefaces of 2007", espécie de "Oscar da tipografia", que reúne especialistas para avaliar e classificar typefaces recentes, e pode servir como um guia para escolha de fontes de alta qualidade e pouco conhecidas.

Acima temos uma pequena amostra das classificadas. Recomendo a leitura!

Claro que não poderíamos tratar do assunto sem mencionar as fontes gratuitas, que permitem dar um espírito diferenciado para trabalhos gráficos sem ser obrigado a colocar a mão no bolso. Se esta é a sua preferência, vamos a dois links da minha coleção de bookmarks:

E não vamos fechar o artigo sem algumas referências a visitas anteriores a este mesmo tema, certo? Não deixe de ler:

Teclado bluetooth portátil para smartphones, PDAs e celulares

Nas últimas semanas tenho dedicado algum tempo à busca de maior mobilidade nas minhas atividades on-line. Já compartilhei com vocês que adotei e recomendo o Eee PC (mesmo sabendo que em alguns meses deve sair uma versão melhorada dele), e vocês me ajudaram a escolher um novo smartphone - estou muito satisfeito com o Nokia N95, que desde o primeiro dia também está em uso como modem celular para o Eee PC, alcançando boas velocidades de conexão com um plano TIM Web.

Mas também nos primeiros dias eu tive uma boa surpresa com o N95: mesmo considerando que a tela dele (embora grande para um telefone) é minúscula, seu navegador web é completo e cheio de recursos, baseado em um dos mais populares engines web de software livre (o KHTML, adotado também pela Apple). E como a mobilidade web é o que eu mais estava precisando, logo percebi que poderia até mesmo deixar o PCzinho de lado quando necessário, e logo estava discretamente respondendo e-mails e comentários nos meus sites em momentos de tédio na pós.

Mas para isso, um teclado faz falta, e simplesmente não consegui fazer funcionar o teclado infravermelho que eu tenho guardado dos tempos de Palm (imagino que ele precisaria de um driver para o N95, mas não sei se alguém já escreveu este driver). Mas não tem problema, já estava na hora de encontrar um teclado melhor, e acabei saindo em busca de um teclado Bluetooth dobrável para smartphone.

Eu já tinha lido a análise do teclado bluetooth da Nokia que o Rodrigo Toledo publicou no ano passado, e já encomendei um destes para mim (obrigado, Rodrigo!), mas enquanto estava no processo de avaliação, acabei tendo oportunidade de obter uma amostra de um modelo xing-ling para testar para o site (acho que depois vou sortear entre os leitores, é só pensar em uma boa promoção).

E não demorei. Estava curioso, então os testes foram quase imediatos. A imagem acima mostra o "Smart Keyboard", desdobrado, colocado sobre a bandeja do meu scanner ;-) A largura dele (22 cm da tecla Caps Lock à tecla Enter), o acionamento mecânico e a distância entre as teclas tornam a digitação bastante confortável. Não foi difícil fazer ele ser reconhecido pelo N95, embora isso tenha exigido alguma adivinhação - o driver vem gravado no CD, mas não identifica claramente o modelo do aparelho. Nada que 3 ou 4 tentativas não tenham resolvido, e o folheto impresso de fato ajudou no procedimento de configuração, bastante simples por sinal.

Em relação ao meu antigo teclado portátil IR, ele tem alguns diferencias interessantes. Para começar, seu design é menos cru, ele é um pouco menor e a sua solução de apoio para o celular é mais inteligente, já que é destacável, permitindo que o teclado e o smartphone fiquem fisicamente um pouco mais distantes, tornando menos pior a questão ergonômica de entrar dados em aparelhos tão limitados. Mas há aspectos mais importantes, incluindo o seu mecanismo deslizante, que aproxima as duas metades do teclado desdobrado, não deixando aquela folga de 0,75 cm entre a quinta e a sexta coluna de teclas alfabéticas, comuns em teclados dobráveis. Ele também tem um botão dedicado para ligar/desligar, e um led indicador de status, recursos que o meu modelo anterior não tinha.

Mas o que me chamou mesmo a atenção foi a trava que mantém o teclado aberto, sem dobrar, mesmo em superfícies irregulares. Este tipo de teclado muitas vezes não é usado nas melhores condições ergonômicas, então esta é uma boa sacada, na minha opinião (e outros modelos a compartilham). Em comparação com o modelo da Nokia, ele tem uma vantagem adicional: uma fileira extra de teclas para os números (o da Nokia compartilha os números na fileira alfabética superior do teclado).

Dobrado ele tem 145 x 99 x 20mm e pesa 205g. Como crítica, não consegui fazer a acentuação em português funcionar. O manual em PDF não me deu dicas a respeito, mas é possível que o recurso esteja lá e eu não esteja encontrando.

Pesquisei um pouco na web, e acabei descobrindo que trata-se de um ripoff de um modelo comercializado pela Freedom Input. Custa cerca de R$ 300 no Mercado Livre, e funciona com duas pilhas palito. A digitação realmente é confortável e natural (exceto pelos acentos), e eu gostei. Compre por sua conta e risco, até porque o danado está longe de ser barato - embora o xing-ling do Mercado Livre seja um pouco mais barato que o da Nokia vendido na FNAC.

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