Organização • Produtividade pessoal • Atitude
Efetividade. Agenda em dia e caixa de entrada vazia

Estudar no exterior: 7 dicas para aproveitar melhor

Estudar no exterior ou fazer uma viagem de estudos é uma oportunidade que frequentemente é menos aproveitada do que poderia ser, devido a "vícios" comuns como se enturmar com brasileiros (e não com os nativos que poderiam expor melhor a cultura local e o idioma!), não criar laços com os professores, ter vergonha de fazer perguntas, etc.

Exceto em casos bem específicos, eu resisto bastante a fazer artigos patrocinados (e este não é um deles!), porque acho que pode colocar em dúvida a minha objetividade nos demais artigos.

Mas há outras formas de fazer valer a pena (para mim e para vocês) uma oportunidade de parceria, e é este o caso: a Fabricia Watson, da HotCourses, queria divulgar sua empresa em um post, e acabou acertando comigo de providenciar um artigo (da Brenda Bellani) com dicas sobre como aproveitar melhor a oportunidade de uma viagem de estudos, que sirvam mesmo para quem não for ser cliente delas.

Claro que elas ganham com isso um link para a empresa delas, que eu pessoalmente não conheci, mas parece ter ao menos um atributo positivo bem evidente: a iniciativa.

Com a palavra, a Brenda!

Estudar no exterior: como tirar o melhor proveito

por Brenda Bellani, autora convidada

A decisão de estudar no exterior vem acompanhada da conquista da fluência no inglês, da bagagem cultural, do destaque no mercado de trabalho, e de muitas qualificações acadêmicas e profissionais. Ok, isto é fato. Mas existem maneiras de potencializar esta experiência internacional.

Saiba como tirar proveito efetivamente em diversos âmbitos, sejam eles culturais, turísticos, linguísticos, estudantis, etc. Em dúvidas para onde ir ou onde encontrar o curso ideal para você? Pesquise no maior banco de dados do mundo gratuitamente no Hotcourses Brasil.

7 dicas para aproveitar melhor sua viagem de estudo

Converse com estrangeiros. Faça amizade com colegas de classe de outras nacionalidades e com cidadãos locais. É a forma mais divertida e eficiente de treinar o inglês, além de dividir experiências e histórias, e aprender com os costumes estrangeiros.

Conquiste um estágio na área em uma empresa local. A grande maioria das universidades e faculdades internacionais exige que os estudantes façam estágio durante o último ano de curso (graduação ou pós-graduação). Aproveite essa oportunidade extremamente rica para adquirir experiência em uma companhia no estrangeiro, criar contatos e referências profissionais, e dar um belo upgrade no seu currículo.

Crie contatos duradouros com os professores. Eles servirão como tutores profissionais e poderão ajudá-lo pelo resto de sua carreira. Basta dedicar-se aos estudos e demonstrar real interesse pelo curso. O professor sabe identificar quem realmente leva a sério a matéria lecionada.

Participe de associações estudantis e eventos culturais da instituição. As universidades e faculdades possuem diversas opções: clubes, grupos esportivos, feiras culturais, excursões. Todas com o objetivo de unir e entreter os seus estudantes. O seu objetivo, como estudante estrangeiro, será aproveitar as possibilidades que a instituição lhe oferece para aprender além da sala de aula, se divertir e conhecer novas pessoas.

Conheça os pontos turísticos da cidade/país. Permita-se viajar e desenvolver-se culturalmente. Já ouviu dizer que “viagem é a única coisa que você compra e te faz mais rico”? Pura verdade. Visite museus, galerias, conheça a arquitetura local, visite restaurantes famosos e absorva a cultura que o país tem a oferecer.

Frequente uma biblioteca local. Basta uma caminhada entre as estantes de uma biblioteca e você já enriquecerá o seu vocabulário em inglês. Afinal, ler é essencial para a formação do indivíduo em qualquer lugar do mundo. Em bibliotecas das universidades ou municipais, você também poderá usar a internet de graça, imprimir o que você precisar por preços bem baixos e usar espaços de estudo. É uma forma de sair de casa, mudar o ambiente de estudo de vez em quando, e utilizar todo o material disponível para ajudá-lo em seus trabalhos universitários.

Pergunte, pergunte, pergunte. Não sabe o significado de alguma palavra em inglês? Pergunte. Não entendeu o que o professor acabou de explicar? Pergunte. Tem interesse em saber mais sobre a cidade onde está morando? Pergunte. Quer entender os costumes locais? Pergunte. Sacie a sua curiosidade sem sentir vergonha ou medo de tirar dúvidas!

(Por Brenda Bellani)

Está aberta a temporada de vazamento de senhas, aprenda hoje a proteger as suas

Você viu quantos sites e serviços on-line populares têm sofrido de vazamentos de senhas recentemente?

Em uma lista rápida e de memória, minha senha estava nos bancos de dados da PSN (serviço on-line do Playstation 3), da Gawker (sites como Lifehacker e Engadget), do Twitter, do Yahoo e do LinkedIN – e todos eles, de uma forma ou de outra, foram expostos ao público recentemente.

Cada vazamento expôs dezenas de milhares (ou mais) senhas de usuários, e a minha estava incluída em alguns deles. Mas eu pouco me preocupei com isso, e vou explicar a razão.

A versão TL;DR da explicação, caso você não tenha tempo, é a seguinte: eu tenho uma senha diferente para cada serviço, e nos serviços em que sinto que realmente preciso de privacidade (os que têm informação confidencial ou sabem meu cartão de crédito, por exemplo), troco de senha frequentemente. E não tenho a menor dificuldade em lembrar de cada uma delas, porque uso as técnicas descritas a seguir.

Os vazamentos ensinam como não fazer

A situação é tão clara que motivou inúmeros artigos de revistas e sites: as listas de senhas vazadas evidenciam o quanto os usuários usam mal este recurso que est;á ali para sua própria segurança.

Este artigo da Forbes, que é de anteontem, é um bom exemplo: ele mostra quais as senhas mais frequentes entre os usuários de vários vazamentos recentes.

Não vou reproduzir todos os dados, mas aqui vai uma breve lista, para ilustrar:

  • As 3 senhas mais frequentes entre as que vazaram do Twitter foram 123456, 123456789 e 102030.
  • No vazamento do Gawker (pátria do Lifehacker), as 3 mais comuns eram 123456, password e 12345678.
  • Entre as senhas que vazaram do Yahoo, as mais frequentes eram 123456, password e welcome.

São senhas simples demais, mas o dado que evidencia a pior parte do problema é este: entre os vazamentos da PSN (Playstation) e da Gawker (Lifehacker, Gizmodo), 2/3 dos usuários que aparecem em ambas as listagens tinham a mesma senha nas duas.

E é aqui que encontramos o maior problema: por mais complexa que seja a senha, se você a usa em mais de um serviço, o vazamento de um deles compromete imediatamente todos os demais. E o pior: nos casos citados nós ficamos sabendo que houve vazamento, mas sempre podemos imaginar que há vazamentos que não chegam a ser divulgados, e aí há gente com uma chave sua que abre todas as portas, sem que você saiba.

A solução é ter senhas fortes e exclusivas para cada serviço ou site

Se a sua senha é um padrão comum (como "123456"), há programas para testar automaticamente uma série de padrões assim e encontrá-la em poucos minutos.

Já se ela é uma palavra que consta no dicionário ou enciclopédia (como "superman", "Ramones" ou "Tchaikovsky"), adivinhe: também há programas para testar automaticamente todas as palavras de vários dicionários e encontrá-las em tempo bem razoável.

Em ambos os casos, variações comuns como trocar letras por números (sup3rm4n, r4m0n3s, ...), alternar maiúsculas com minúsculas ou inserir símbolos no meio das palavras (tcha%ikov?sky) também são pesquisadas e permanecem violáveis.

Uma senha forte mistura letras, números e símbolos, e não deriva diretamente de nenhuma palavra que conste em dicionários, enciclopédias ou padrões identificáveis de forma automatizada (sequências alfabéticas, sequências de caracteres próximos no teclado, a primeira letra do nome de cada um de seus filhos, ...). Não se iluda, pois ela continua sendo violável (ainda que seja por mera força bruta de análise combinatória), mas ao menos escapa de boa parte dos ataques comuns.

Poderíamos aqui chutar várias delas: Ae9^Dir19, quTE1W#sa, e assim por diante, que poderiam ser produzidas por um bebê (ou gato, ou... um bebê gato) batucando no teclado.

O problema principal, no caso, é memorizar cada uma delas: se você tiver uma para cada serviço, e todas forem assim "malucas", será necessário uma memória prodigiosa, ou recorrer a algum software ou outro recurso especializado para registrá-las e no qual você confie (existem vários, muitos são positivamente avaliados por especialistas, mas não uso nenhum).

Minha alternativa: trocar as senhas malucas por uma regra maluca

Aquelas senhas malucas vistas acima são impossíveis de memorizar, mas e se você inventar uma maneira de produzi-las de forma que façam sentido apenas para você, e para mais ninguém?

Aí basta lembrar dessa regra (que só você conhece) e pronto: senhas complexas, que não façam sentido para mais ninguém, e que se você esquecer, podem ser reconstruídas com a simples aplicação da mesma regra.

Vamos a um exemplo, lembrando que a "maluquice" da regra (que na teoria criptográfica corresponde à ampliação da entropia) que você inventar funciona a seu favor, e que você NÃO DEVE copiar exatamente o que eu vou descrever a seguir.

Exemplo 1: endereço do meu avô, mais número de letras e vogais do nome do site

Na década de 1980 meu avô morava na rua Alexandre Doehler 99, apartamento 19, e esta informação provavelmente não constaria em nenhum cadastro associado a mim (mas hoje consta, porque já a divulguei como exemplo anteriormente. Ignore este fato, para propósitos didáticos ツ).

Vamos criar um padrão "maluco" a partir disso:

  1. Poderíamos extrair vários padrões "malucos" destes dados, mas vou começar com um bem simples: a primeira e última letras do nome e sobrenome da rua: AeDr.
  2. Já temos minúsculas e maiúsculas, mas precisamos de números. Vamos inseri-los, diretamente a partir dos que constam no endereço, em sua ordem natural: Ae99Dr19 – sabendo que aquele endereço é significante para mim, continua fácil de lembrar, não?
    Neste ponto já temos uma senha razoavelmente boa, mas ainda falta ao menos um símbolo e a garantia de que teremos uma senha diferente para cada site, serviço ou software.

  3. Para começar, que tal substituir um ^ na posição correspondente à segunda vogal no nome do serviço? Assim, para o Facebook, nossa senha maluca viraria Ae9^Dr19 (o "e" é a segunda vogal do nome Facebook, e está na quarta posição), para o Twitter a senha seria Ae99D^19, etc.
    Neste ponto já estamos em um bom começo, mas a entropia ainda é bem insuficiente: a senha para o Gmail seria a mesma Ae9^Dr19 que geramos para o Facebook, por exemplo. Dá para melhorar.

  4. Para dar um passo a mais, que tal inserir a penúltima letra do nome do serviço, 2 posições após o símbolo que foi substituído? Aí a senha do Facebook ficaria Ae9^Dor19, a do Twitter seria Ae99D^1e9 e a do Gmail seria Ae9^Dir19

Isoladamente, parecem senhas geradas aleatoriamente, e a regra de formação delas não é óbvia para um teste automatizado, especialmente sem o conhecimento daquele dado importante: o endereço do seu avô na década de 1980. E se alguém vier a ter acesso à senha de um ou 2 dos seus serviços on-line, em vazamentos sucessivos, ainda assim pode ter dificuldade para entender a relação entre elas, e para adivinhar uma terceira.

Exemplo 2: partindo da letra de uma música obscura

Vamos usar como origem um verso de uma música que não seja a sua preferida, e também não esteja entre os maiores sucessos de seu autor (porque senão a possibilidade de ser associada a você ou reconhecida é maior).

Para este exemplo, vamos usar a música "Declare Guerra", do início da carreira do Barão Vermelho. Agora o passo-a-passo vai ser menos detalhado, porque você já entendeu como o procedimento funciona:

  1. Vamos partir de um verso da música, escolhido ao acaso: "Chega de passar a mão na cabeça de quem te sacaneia", e pegar as 2 primeiras letras das 3 últimas palavras dele: quTEsa – 2 delas foram escolhidas arbitrariamente para ficar em maiúsculas.
  2. Essas mesmas 3 palavras têm um total de 14 letras, portanto aí está o número que desejamos inserir: quTE14sa
  3. Agora vamos escolher 2 símbolos diferentes para alternar: se o número de letras do nome do serviço for ímpar, vai ser o # (que no meu teclado fica em cima da tecla 3, que é ímpar), e em caso contrário será o $ (que fica em cima do 4, que é par).
  4. Resta decidir a que altura inseri-los. Para simplificar, vou usar a mesma regra do exemplo 1: na altura da segunda vogal do nome do serviço. Assim, a senha do Facebook (8 letras, par) ficaria quT$14sa, a do Twitter (7 letras, ímpar) ficaria quTE1#sa e a do Gmail (ímpar) seria quT#14sa.
  5. Para garantir um mínimo de entropia adicional necessária, vamos inserir a segunda letra do nome de cada serviço, escrito em maiúscula, imediatamente antes do símbolo do passo anterior. Assim, a senha do Facebook ficaria quTA$14sa, a do Twitter ficaria quTE1W#sa e a do Gmail seria quTM#14sa.

A prática de métodos similares a este que compartilhei me indica que é fácil memorizar as senhas variadas de cada serviço ou site, e lá pelo terceiro dia já não preciso ficar lembrando da regra a cada novo login nos sites que uso com frequência. Já para os sites que uso menos, de vez em quando tenho que usar a regra, mas é fácil o suficiente.

Restam as personalizações (crie sua regra, não repita as dos exemplos, nem reuse os mesmos símbolos e critérios seletores!) e as exceções: sites ou serviços que exigem outros tamanhos de senhas, sites nos quais você tem um login (dica: use algum detalhe do login como parte da regra da senha), ou mesmo sites que exigem um número determinado de letras, números, símbolos, etc. Lidar com elas precisa ser parte da sua regra.

Duas recomendações adicionais: compartilhe a regra com a pessoa em quem você confia para lidar com seus acessos em caso de uma incapacidade sua ou outra emergência (coma, acidente, etc.), e aplique a mesma regra a 100% dos serviços, o que certamente demandará uma ou duas horas do seu tempo até trocar todas.

E a terceira nem deveria precisar ser escrita: não esqueça a sua regra, ou você estará numa situação potencialmente pior do que a de quem usa a mesma senha para todos os sites!

Em tempo: senhas difíceis de memorizar ou complicadas de escrever são uma consequência de uma má escolha tecnológica, que são essas senhas relativamente curtas que usamos no dia-a-dia (como explica a célebre tirinha do XKCD).

Imagino que não demoraremos a ver a popularidade de outros métodos: comprovação de identidade baseada em gestos, em reconhecimento de padrões, em séries de palavras, etc. Enquanto isso não chega, precisamos nos virar com o que temos!

E será que você notou a pegadinha? Reveja agora o trecho do texto acima em que eu "chutei" 2 senhas e disse que poderiam ser produzidas por um bebê batucando no teclado. Você irá notar que ambas resultaram dos passos finais dos 2 exemplos que dei da formação de senhas, e portanto não eram tão chutadas assim. Que tal? ツ

Assista ao vídeo do nosso bate-papo sobre Produtividade comemorando os 2 anos do Movebla

A conversa sobre Produtividade comemorando os 2 anos do blog Movebla rendeu: foram mais de 70 minutos, e começou exatamente às 21h30, como havíamos marcado: eu, mais o Anderson e a Débora, do blog aniversariante, demos o exemplo cumprindo rigorosamente a agenda.

O vídeo contendo o hangout inteiro, editado automaticamente pelo YouTube, já está disponível, assista: vídeo do hangout sobre produtividade comemorando os 2 anos do Movebla.

O tema era a Produtividade Pessoal e falamos bastante dele (ao redor de 2 siglas: GTD e ZTD), mas também falamos sobre motivação, comunicação, várias ferramentas – coincidentemente os 3 preferiam ferramentas genéricas, incluindo papel e caneta, do que ferramentas digitais especializadas.

A parte mais divertida da gravação foi o momento em que nosso âncora Anderson começou a coletar perguntas dos leitores, que foram variadas e interessantes, com temas que incluíram lidar com as distrações, com as armadilhas da motivação, com várias ferramentas, e com a inundação de informações que chegam via feeds, entre outros. Respondemos todas!

O Movebla é um blog no qual eu acompanho com interesse as conversações sobre os novos modelos de trabalho (e não apenas os que envolvem mobilidade), e seu aniversário de 2 anos está sendo comemorado com uma série de eventos em vídeo (hangouts do Google Plus), e o de ontem foi o primeiro deles.

Obrigado pelo convite, obrigado @andersoncosta e @deborab pelo papo, e até a próxima!

É hoje: vou falar ao vivo sobre produtividade, às 21h30, no hangout comemorativo do Movebla

Quer participar de uma conversa em vídeo e áudio sobre produtividade no trabalho? Então sintonize seu navegador no hangout comemorativo de 2 anos do Movebla que ocorrerá hoje a partir das 21h30.

O Movebla é um blog no qual eu acompanho com interesse as conversações sobre os novos modelos de trabalho (e não apenas os que envolvem mobilidade), e seu aniversário de 2 anos será comemorado com uma série de eventos em vídeo (hangouts do Google Plus) comemorativos.

Eu tive a honra de ser convidado a participar do primeiro deles, conversando com o autor do Movebla (Anderson Costa) e com a Debora Batello, colaboradora de lá, às 21h30 de hoje (16/7/12), sobre produtividade no trabalho. Obrigado pelo convite, e por minha vez convido vocês a assistir!

Tem mais detalhes no meu post da semana passada, e as instruções você encontra lá no Movebla, mas o essencial é incluir o Movebla nos seus círculos do Google+.

Até lá!

Ao vivo: vou falar sobre produtividade no trabalho, no hangout de 2 anos do Movebla

O Movebla, um blog no qual eu acompanho com interesse as conversações sobre os novos modelos de trabalho (e não apenas os que envolvem mobilidade), está completando 2 anos, e vai comemorar a data com uma série de eventos ao vivo, via Google Hangouts.

E eu vou ter a honra de participar do primeiro deles, conversando com o autor do Movebla (Anderson Costa) e com a Debora Batello, colaboradora de lá, sobre produtividade no trabalho. Obrigado pelo convite!

A festa é deles, mas tomo a liberdade de distribuir os convites a vocês: a minha participação vai ser na segunda-feira, 16 de julho, com início às 21h30.

As instruções para assistir e participar podem ser conferidas no post "2 anos de Movebla: hangouts na semana que vem!", cujo texto reproduzo a seguir:

Dando continuidade às comemorações de aniversário do Movebla, programei alguns Hangouts ao vivo na semana que vem, sobre alguns temas do blog.

Para quem não conhece, o Hangout é uma ferramenta do Google +, rede social do Google. Será um papo em vídeo com convidados e perguntas enviadas pelos espectadores. Para se adiantar e saber quando começa, adicione desde já o Movebla no Google +. E aguarde o aviso no nosso Twitter ou Facebook do começo das transmissões.

Temos algumas datas e temas já confirmados:

16/07, 21h30: um papo sobre produtividade no trabalho com Debora Batello, colaboradora do Movebla e Augusto Campos, do Efetividade.net.

17/07, 19h: um papo sobre coworking no Brasil com vários coworkers ao redor do país.

19/07, 19h: um streaming de uma pequena palestra que farei sobre os dois anos do Movebla e insights que tivemos neste tempo.

Quem não puder assistir ao vivo não precisa se preocupar. As transmissões serão arquivadas automaticamente no nosso canal do YouTube. Se tiver perguntas para os convidados pode mandar desde já aqui nos comentários.

Ainda estamos tentando fazer um hangout a mais na semana que vem. Aviso vocês se for realmente rolar.

Gerenciamento de Projetos Sem Crise: eu gostei, e você pode ganhar um exemplar

O livro Gerenciamento de Projetos Sem Crise acaba de ser lançado em uma parceria entre a Apress e a brasileira Novatec, tratando de uma questão crucial que sempre faz parte do raciocínio dos gerentes de projeto experientes: os desconhecidos conhecidos, ou seja, variáveis fora do seu controle e que você não tem como prever com precisão, mas ao menos sabe que não sabe como elas irão se comportar.

Ou deveria! Desconhecidos conhecidos são um fato da vida e podemos planejar considerando-os. Mas quando uma variável era um desconhecido conhecido e você optou por não inclui-la no seu planejamento, ou mesmo por tratá-la como se ela fosse agir da melhor forma possível, pode chegar a uma frase também comum, que já encerrou a fase promissora da carreira de muitos gestores, na reunião final de um projeto fracassado: "Bem, quando começamos este projeto estávamos supondo que..."

Este é um livro breve (272 páginas) e leve na linguagem e posicionamento, mas isso não impede o autor, Bart Gerardi, de ir direto ao ponto. Ou aos pontos, já que as diversas fases e áreas do conhecimento do gerenciamento do projeto são abordadas, cada uma com o foco da prevenção dos problemas, das crises e dos dramas.

Eu sou pós-graduado em Gerenciamento de Projetos, mas de vez em quando algum livro que vem de fora dos nichos estrelados do PMI atrai minha atenção e me faz mudar de opinião sobre alguns aspectos desta arte e técnica.

É o caso: peguei este livro só para dar uma olhadinha, comecei a ler diretamente pelo capítulo 9 (que fala sobre o gerenciamento de comunicações, meu tema favorito), e não consegui mais largar, recomeçando desde o início e revendo (ou encontrando novos enfoques, na maioria das vezes) o enfoque de solução de problemas em temas como:

  • a definição de sucesso em projetos (o que é ser bem-sucedido como gerente de um projeto)
  • a identificação de requisitos
  • a priorização
  • o gerenciamento de mudanças (não só no aspecto do registro formal)
  • as suposições (incluindo os desconhecidos conhecidos)
  • a dinâmica de poder entre patrocinadores, gestores e interessados
  • as medições
  • o gerenciamento de equipes e de clientes
  • e muito mais

O capítulo inicial tem uma pincelada rápida de conceitos para quem chegar ao livro sem ter sido exposto previamente ao tema, e os capítulos finais tratam de algo assustador mas que a prática nos traz frequentemente: o inesperado (ou seja, os desconhecidos desconhecidos) e o que fazer quando já se está vivendo uma crise.

Quando eu terminar de ler, vou recomendar para todos os integrantes de equipes de projetos em que participo, e especialmente para os gerentes de projeto e de programa com que convivo profissionalmente. E desde já recomendo a você.

Ganhe seu exemplar

A editora Novatec disponibilizou um exemplar para eu sortear entre os leitores, e você pode participar até o próximo domingo, 15/7/2012.

A participação pode ser de 2 formas, e você pode concorrer em ambas, se desejar, mas só uma vez em cada uma delas.

A primeira delas é responder, nos comentários desta notícia, qual das áreas de conhecimento em projetos (gerenciamento da integração, do escopo, do tempo, do custo, da qualidade, dos recursos humanos, das comunicações, dos riscos ou das aquisições) você já viu com mais frequência causarem crises em projetos dos quais você participou (seja como gerente, equipe, interessado, patrocinador, etc.), e qual a razão que você acredita causar esta predominância.

Não há formato definido, e não precisa escrever uma redação: 3 linhas de texto no formulário de edição está ótimo. Mas se eu desconfiar que você copiou os argumentos de algum outro participante, vou desconsiderar a sua participação, ok?

A segunda forma de participar é ir ao Twitter e escrever: Estou concorrendo ao livro sobre gerenciamento de projetos da @novateceditora que o @efetividadeblog está sorteando: http://www.efetividade.net/?p=4648

Quem participar de ambas as formas terá, naturalmente, o dobro de chances no sorteio.

O vencedor será avisado na próxima semana, em atualização deste post e pelo twiter @efetividadeblog, e terá 3 dias úteis para entrar em contato da forma como for informado, para dizer o endereço postal no Brasil para o qual a Editora Novatec irá enviar seu exemplar.

Boa sorte a todos!

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