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Efetividade. Agenda em dia e caixa de entrada vazia

Quer testar o Linux sem formatar ou particionar o HD? Use o Wubi!

O Lifehacker apresenta o Wubi, um instalador de Linux com uma especialidade incomum: instalar o Ubuntu Linux completo em um arquivo gravado em uma partição Windows pré-existente, e torná-lo bootável pelo gerenciador de boot do próprio Windows - permitindo assim que usuários de Windows curiosos sobre o Linux possam testar o sistema sem reparticionamento e sem ter de abrir mão do desempenho, como fariam no caso dos testes baseados em Live CDs.

Após instalar o Ubuntu pelo Wubi, a cada vez que o computador for reiniciado o usuário terá opção de dar boot pelo Linux, mesmo sem ter partições dedicadas para isto, e sem usar virtualização. O Wubi, que é um software livre, é integrado à arquitetura do Windows, permitindo até mesmo a operação de uninstall.

Segundo o FAQ do Wubi, o sistema é instalado em um arquivo comum do Windows (mais especificamente, c:\wubi\disks\system.virtual.disk), que é visto pelo próprio Ubuntu como se fosse um HD virtual - permitindo inclusive gravação de arquivos, instalação de pacotes, etc.

Saiba mais (cutlersoftware.com).

"Dois monitores são melhores que um" - John Chow

Quando escrevi o artigo "2 monitores no seu PC: ganhe produtividade e reduza o stress", não me surpreendi ao perceber que o público do site não achava nada do outro mundo o uso de 2 monitores para ganhar produtividade.

Mas hoje encontrei uma situação oposta: no site de John Chow, um blog cujo tema principal são formas de ganhar dinheiro na Internet, uma foto do desktop do autor mostrando que ele usa 2 monitores simultaneamente despertou a curiosidade e até mesmo o espanto dos seus leitores, o que o motivou a escrever o artigo Two Monitors Are Better Than One, apresentando os seus monitores e explicando como configurá-los.


O desktop do JohnChow.com

Percebi que ele usa uma configuração bastante similar à minha, com um dos monitores posicionado na vertical. Mas na minha opinião eu estou levando vantagem em relação ao Chow, já que aqui na minha mesa de trabalho de casa o monitor vertical está em um braço articulado, então posso posicioná-lo na distância, altura e inclinação mais adequada a cada momento, e preservo toda a extensão do espaço horizontal abaixo dele para colocar materiais úteis sobre a mesa. Se você está pensando em remodelar sua mesa de trabalho e obtém bom rendimento das atividades que desempenha do micro, considere planejar uma configuração similar!

Como eu uso os 2 monitores

A foto abaixo é recente e mostra o ambiente em que eu mantenho o BR-Linux e o Efetividade.net:


O ambiente do Efetividade.net

O display do notebook (um HP Pavilion) tem 15.4 polegadas e fica em segundo plano, geralmente exibindo as janelas do Pidgin (um mensageiro instantâneo que anteriormente se chamava Gaim), sempre visível quando estou usando ele como ferramenta de trabalho, ou alguma janela do navegador mostrando uma página que eu estiver usando como referência (documentação do PHP, tabelas de consulta sobre CSS, etc.) - e eventualmente passando algum DVD ou video em full screen. Quando eu estou programando, uso ele na hora do debug, exibindo a janela ou página de execução do programa, enquanto mantenho no monitor maior o ambiente de desenvolvimento.

O monitor externo é um Samsung Syncmaster 740N de 17 polegadas, fixado a um suporte articulado feito especialmente para monitores LCD, usando os parafusos no formato padronizado para suportes de monitores LCD ou plasma. Usando o monitor na vertical (o formato se inverte, e a resolução torna-se 1024x1280) eu consigo ver um trecho maior de texto quando estou escrevendo ou programando, e uma fatia maior de páginas da web, permitindo ler textos on-line com bem mais conforto.

Para quem gosta de tecnologia, é um prato cheio montar um blog e ter acesso e justificativa para dispor de brinquedos novos variados ;-) Eu andei testando um monitor de 19 polegadas também (um monitor LCD AOC 193FW), mas achei um desperdício mantê-lo montado na vertical, porque o formato widescreen dele, com proporções diferenciadas (1440x900) era muito mais adequado para atividades multimídia. No momento ele voltou para a caixa e está ali na bancada esperando eu montar uma estação multimídia com uma CPU que vai sobrar quando outro projeto terminar, daqui a algumas semanas. A minha conclusão é que para meu uso vertical, 17 polegadas são suficientes hoje, e provavelmente só vou pensar de novo em trocar quando houver monitores de 19" com resolução bem maior que os disponíveis a bons preços hoje.

De qualquer forma, agora que detalhei a configuração dos displays, fica a mesma dica do artigo anterior sobre este assunto, agora secundada pelo John Chow: eu uso 2 monitores há algum tempo, e posso afirmar que para mim o ganho não é apenas de produtividade: com 2 desktops visíveis, torna-se muito menos estressante trabalhar on-line, realizar atividades de pesquisa e manter contato com os colaboradores, sem ter de ficar guardando na memória as informações dos contextos e janelas que ficam escondidos.

Compre on-line com mais segurança

Comprar on-line é cômodo mas não é isento de riscos, especialmente quando se trata de um fornecedor desconhecido ou que atua à margem da legislação tributária. E o José Vitor Lopes e Silva (josevitorΘgmail·com) escreveu um artigo com cuidados que você deve ter na próxima compra via web.

Afinal, como diz o próprio artigo, uma empresa criada a 6 meses que oferece produto 30% mais barato, exige 100% antecipado, não aceita outra forma de contato se não pela web, define longo prazo de entrega e impõe ao cliente mais deveres do que direitos não merece confiança - e nem receber o número do seu cartão de crédito!

Não deixe de ler: Cuidado na próxima compra.

Adsense se posiciona e favorece blogs e sites com conteúdo de qualidade

Até mesmo a convenção de Genebra é clara ao definir o tratamento que deve ser dado a pára-quedistas. Se o Google se posicionar na defesa deles, todos ganham.

O Undergoogle publicou um artigo analisando as recentes mudanças aparentes na postura que o Google adota quanto à forma e conteúdo dos sites que exibem publicidade do Adsense. Em semanas recentes, a antiga postura bastante permissiva e elástica quanto aos próprios termos de uso no que se refere ao conteúdo dos sites parceiros foi substituída por um bem-vindo surto de fiscalização, com advertências bastante diretas a blogueiros que haviam pisado fora da risca definida nas regras do programa.

Segundo a descrição do Undergoogle, "Essa semana o Google enviou mensagens a alguns de seus editores com um aviso sobre conteúdo inapropriado. Foram muitos blogueiros aconselhados a remover determinados posts que feriam o Termo de Uso do Google AdSense, principalmente um quesito : associação de conteúdo impróprio para menores aos anúncios. Além de remover os posts, a recomendação era remover a indexação no próprio Google, com a punição de congelamento e posterior cancelamento da conta do editor em caso de insistência."


Leitores pára-quedistas chegam aos blogs via sites de busca

Vale lembrar que os regulamentos de uso do programa Adsense excluem a publicação de anúncios em sites sobre uma série de assuntos, incluindo categorias de remédios e drogas, pornografia, bebidas alcoólicas, fumo, racismo, falsificações, jogos de azar e vários outros temas, incluindo todos os ilícitos. Muitos deles certamente são temas que geram tráfego, o que faz com que alguns publishers vez por outra tentem forçar as regras para atrair visitação (especialmente dos pára-quedistas, que freqüentemente estão em busca destes tipos de conteúdo) e com isso aumentar seu faturamento.

Incentivo econômico ao conteúdo de boa qualidade

Ao mesmo tempo em que intensifica a fiscalização do conteúdo, o Google resolveu esclarecer algumas das normas quanto ao posicionamento dos anúncios do Adsense, para reduzir as possibilidades de os editores de site estimularem os cliques de usuários motivados por qualquer intenção que não seja o interesse despertado pelo próprio anúncio. Como o Undergoogle apontou, alguns dos novos conselhos de posicionamento tornam inválidas as sugestões de otimização anteriores do próprio Google, o que pode até abrir uma discussão, embora nos casos limítrofes entre a otimização e o esforço para evitar enganar o leitor ou o anunciante, a escolha ética seja clara.

Atrair leitores para seu site ou blog é importante, e as formas mais efetivas de fazê-lo envolvem a publicação de conteúdo original e relevante. Os famosos leitores pára-quedistas, que chegam ao seu site via sites de busca, são consumidores importantes para o Google, que inclusive adapta seus anúncios para refletir o que eles estavam procurando, quando é possível obter esta informação por intermédio dos cabeçalhos da conexão HTTP.

Mas montar um esquema para lucrar no Adsense a partir de sites e páginas que são verdadeiras armadilhas para os pára-quedistas, que os atraem por menções explícitas a conteúdos bastante procurados, mas não agregam nenhum conteúdo original (e muitas vezes nem ao menos oferecem ao pára-quedista aquilo que ele estava procurando), é uma prática que desvirtua o modelo adotado, e certamente não vai poder durar para sempre - como qualquer outro esquema que ilude tanto o leitor quanto o anunciante, que é quem paga a conta pelos cliques.

De minha parte, a operação de limpeza do Adsense é bem-vinda, e mesmo nos casos em que eu mesmo já fui solicitado pelo pessoal do Adsense a fazer mudanças nos anúncios, sempre estive de acordo com a idéia geral, que é reduzir o risco de desviar as práticas do site contra os leitores ou contra os anunciantes. Ao desestimular os ganhos com conteúdo de qualidade questionável, o Google certamente está mirando em preservar seu próprio modelo de negócios, mas as vantagens para os leitores e usuários são óbvias.

Quem sai perdendo é quem montou modelos de faturamento baseados na atração de pára-quedistas e na condução deles para que cliquem em algum anúncio com pagamento por clique, e não por vendas (que é o caso do Adsense). Estes já devem ter começado a perceber uma tendência e devem estar repensando seus modelos, para benefício de todos. E o conjunto dos editores de sites e blogs que faturam com o Adsense sai ganhando, não apenas pela depuração natural, mas também pelo fortalecimento do modelo em si.

A Convenção de Genebra já defende os pára-quedistas em seu artigo 42 (do Protocolo I), mas seria interessante ver um parágrafo anexado a ele, definindo que todo pára-quedista tem o direito de aterrissar em uma página de conteúdo original e de qualidade ao chegar a um site que exibe banners do Adsense, e transformando em crime as páginas criadas com o único objetivo de formar armadilhas para eles, sem adição de conteúdo original e relevante a algum outro contexto.

Eu já estou fazendo uma revisão de conteúdo em todos os meus sites, e recomendo a todos que façam as suas também. E aproveitem para uma reflexão sobre o seu papel neste ecossistema. E vale lembrar que conteúdo original e de qualidade pode ser mais custoso de preparar, mas também atrai os pára-quedistas e gera faturamento ;-)

Qual sua opinião: o Google está certo em procurar reduzir o incentivo econômico a sites com conteúdo de qualidade duvidosa?


Sugestões adicionais de leitura:

Agradecimentos ao Bruno Melo, do Verdade Absoluta, que chamou minha atenção pro artigo Os ganhos com o AdSense vão cair, no Undergoogle.

Notebook: aprenda como escolher para comprar bem e pagar menos

Comprar um notebook, com tantos modelos disponíveis, exige equilíbrio entre várias escolhas conflitantes. Veja alguns critérios objetivos para simplificar as suas opções.

Agora que o mercado brasileiro de notebooks tem um leque variadíssimo de opções, com alguns modelos no varejo (local, e não o do Paraguai!) com preços abaixo de R$ 2.000 e outros acima de R$ 10.000, cada vez mais pessoas estão pensando em comprar seu primeiro notebook, para as mais variadas finalidades.


Alguns querem substituir ou complementar o computador que já tinham em casa ou no escritório, outros querem levar para a universidade, reuniões ou viagens. A maioria vai passar 95% do seu tempo de uso com as atividades mais comuns (navegação na Internet, edição de texto, e-mail e assistir filmes), enquanto outros usarão como ferramenta de desenvolvimento de softwares, publicação ou mesmo jogos avançados.

Comprar notebook: preços, prazo de entrega, garantia

Para que você possa ter uma idéia do que existe hoje no mercado legalizado no Brasil, selecionamos alguns modelos com nota fiscal e garantia. Consulte preços, disponibilidade e prazo de entrega em cada um dos links - curiosamente, hoje alguns dos modelos mais leves (com tela de 12 polegadas) estão mais baratos do que seus equivalentes de 14 polegadas.

Escolha seu notebook:


HP Mini Note PC - só 8.9 polegadas!


Um Macbook da Apple

O notebook certo

Cada perfil de uso leva a necessidades específicas. Quem vai levar o notebook consigo para a faculdade ou em viagens quer um notebook leve. Quem quer usar durante vôos ou em eventos precisa de longa duração de bateria. Quem vai usar em casa pode se dar ao luxo de abrir mão da leveza e escolher uma tela maior. E assim por diante.

Para facilitar a vida de quem vai escolher um notebook pela primeira vez, o Efetividade.net reuniu um conjunto de 12 critérios objetivos para a escolha, mencionando a relevância deles para cada um dos perfis e trazendo inclusive qual a realidade do mercado (com base em uma pesquisa realizada no início de maio) para os mais importantes destes critérios.

Veja abaixo a lista, mas lembre-se sempre que ela não substitui uma boa pesquisa e comparação com base nos seus próprios critérios pessoais (aspectos subjetivos como estética e valor da marca não foram mencionados). Se precisar, recorra ao seu geek familiar - todo mundo tem um cunhado ou um colega de trabalho que adora dar conselhos sobre informática, e criticar as escolhas alheias: deixe desta vez ele se manifestar *antes* de você fazer sua escolha!

12 critérios para escolher um notebook com efetividade

  1. Tamanho da tela: Aqui você tem que fazer uma escolha essencial: hoje, os notebooks comuns (e mais econômicos) têm telas entre 14 e 15 polegadas. Se estiver disposto a pagar mais, você pode optar pelos modelos mais leves, chamados ultraportáteis, com telas de 13, 12 ou às vezes até 11 polegadas, ou pode ir para o extremo oposto e escolher um notebook gigante de 17 polegadas ou mais, que troca a mobilidade pelo tamanho de tela. Uma solução intermediária neste caso é comprar um notebook com tela pequena, mas conectá-lo a um monitor externo quando for usá-lo na sua mesa - assim você não abre mão da mobilidade, e nem da tela grande na sua mesa de trabalho. Caso o notebook vá ser usado para entretenimento (jogos, filmes, multimídia) primariamente, considere optar por uma tela widescreen. Para ilustrar, veja um ultraportátil relativamente barato (tela de 13,3 polegadas, 2,2kg e custando menos de R$ 2500).
  2. Resolução da tela: Para notebooks comuns, mesmo se forem ultraportáteis, a resolução de 1024 x 768 é o mínimo, perfeitamente aceitável para uso em aplicações comuns, como navegação, e-mail e edição de documentos. Resoluções maiores, como 1280 x 800, já são relativamente comuns em notebooks voltados para jogos ou multimídia - até mesmo em modelos mais baratos.
  3. Peso: Esta é uma escolha que influencia os demais itens. Notebooks mais leves usualmente têm telas menores, e vice-versa. A faixa econômica hoje varia entre os 2,3 e 3,1kg, aproximadamente. Eventualmente a leveza pode ser obtida abrindo mão da duração da bateria, portanto escolha de acordo com a sua demanda.


    Este notebook Sony Vaio tem tela de 11,1 polegadas e pesa 1,25kg

     

  4. Modelo de teclado: notebooks trazidos do exterior, e mesmo alguns modelos vendidos legalmente no Brasil, têm teclado internacional (sem a tecla da cedilha). Se você está acostumado a digitar em teclados brasileiros (o nome correto do modelo é ABNT-2), leve isto em conta na hora de escolher. Veja também o mecanismo do teclado, o tamanho das teclas, a distância entre elas e o posicionamento das teclas especiais - notebooks menores às vezes posicionam as teclas de forma pouco prática para digitar. Alguns modelos de notebooks de 17 polegadas, em contrapartida, trazem até mesmo o teclado numérico reduzido.
  5. Bateria: A duração da bateria é muito importante em diversas situações. Lembre-se sempre que o uso de redes sem fio e assistir DVDs são 2 grandes aceleradores do consumo. Raramente os fabricantes divulgam a duração da bateria em seu material promocional, mas você encontra esta informação em análises publicadas na Internet e em revistas especializadas. Na prática, optar por uma duração inferior a 2h é algo que só deve ser feito por quem vai usar o notebook como substituto do desktop. É relativamente raro, mas existem modelos com a bateria original durando até 7 horas.
  6. Drives de CD e DVD: O mais comum nos modelos atuais (inclusive nos mais baratos) é o drive Combo, com função de gravador de CD e leitor de DVD. Geralmente não custa muito mais caro substituir por um drive capaz de também gravar DVDs. Modelos avançados trazem a tecnologia Lightscribe, que "queima" um rótulo nos CDs e DVDs após gravá-los.
  7. Tamanho do disco: Hoje 70% dos modelos de notebook mais baratos disponíveis no mercado oficial têm HD de 80GB. Modelos mais avançados trazem até mesmo HDs de 120GB ou superiores. Na prática, para a maioria dos usos, 80GB são suficientes hoje - mas quanto mais espaço você puder ter, melhor. Uma alternativa para quem não quer pagar imediatamente o preço do armazenamento é comprar um modelo econômico, e mais tarde usar um HD externo como complemento.
  8. Portas e conexões: não abra mão de pelo menos 2 portas USB 2.0, conector VGA (para projetor ou monitor externo), conectores para microfone e fones de ouvido, ao menos uma porta de expansão (PCMCIA/PC Card), Ethernet (rede local) e rede sem fio (Wi-Fi 802.11B/G ou superiores). Opcionalmente, dependendo do seu perfil de uso, considere S-Video, DVI, outras saídas de vídeo digital, leitores de cartões de memória, firewire, modems para linha discada, conexão para docking station, bluetooth, infravermelho.
  9. Memória RAM: A disponibilidade de memória costuma ser o principal fator de desempenho quando o usuário mantém mais de um programa aberto ao mesmo tempo. Se você não sabe quanta memória precisa, considere que precisará de 512MB, e que provavelmente tirará ainda mais proveito de um notebook de 1GB, se puder pagar o preço da memória adicional. Menos de 512MB é difícil de encontrar no mercado, e você não deve aceitar. Geralmente é possível ampliar a memória após a compra, mas memórias para notebook não são baratas. Quem precisa de mais de 512MB normalmente já sabe disso, devido ao seu perfil de uso (design gráfico, desenvolvimento de software, jogos avançados, etc.)


    Este notebook Positivo tem gravador de DVD

     

  10. Placa e memória de vídeo: Para aplicativos comuns, como navegação na web, edição de texto, e-mail e até assistir filmes, este item faz pouca diferença. Quem usa aplicativos 3D ou jogos avançados pode precisar escolher um notebook com uma placa de vídeo mais cara e memória dedicada.
  11. Processador e chipset: Vale a mesma dica acima: para aplicativos e perfis comuns, é difícil errar ao escolher um notebook recente com processador Intel ou AMD. Existe grande variação (dual core ou não, 32 ou 64 bits, etc.) entre cada linha e modelo destas duas companhias, com influência no desempenho, aquecimento, consumo de bateria e mais, mas se você quiser comparar, o melhor é consultar um amigo geek - as opiniões variam muito, e a realidade do mercado também. Eu sou fã da plataforma Intel Centrino, e recomendo.
  12. Assistência técnica e garantia: Um ano de garantia é o mínimo necessário, e sempre é bom contar com uma assistência técnica na sua região. Marcas internacionais vendidas no Brasil de forma legítima (HP, Apple, Dell, IBM/Lenovo e várias outras) costumam contar com rede de assistência, e marcas nacionais como Positivo, ECS e Amazon PC também têm as suas. Comprando fora do Brasil, você está suheito a encontrar dificuldade, entretanto - mesmo quando é um notebook de uma destas marcas.

Agora é sua vez. Que critério você acrescentaria a esta lista? Compartilhe com os demais leitores nos comentários!

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Organização doméstica: Um organizador de cabos efetivo por menos de 50 centavos

Cabos, cabos, cabos. A escrivaninha moderna está cheia deles. Cabo USB da câmera, do Palm, o carregador do celular, cabo do mp3 player, do HD externo, da impressora, do scanner, de vídeo, das caixas de som. Cabos, fios, e uma bagunça que tende a fazer nós, acumular poeira, e nunca estar à vista quando você precisa deles.


O que aquele clip está fazendo ali?

Existem muitas boas soluções para organizar cabos, algumas mais baratas, outras um pouco mais caras. A maior parte delas tem 2 objetivos: fixar os cabos no lugar deles quando estiverem em uso, e facilitar o acesso a eles na hora de desconectá-los.

E hoje os colegas do Lifehacker publicaram um link para uma solução caseira bem interessante: adaptar um binder clip (aqueles clipes típicos de quem adota o Hipster PDA) junto aos terminais dos cabos, para poder fixá-los onde for necessário.

Eu tinha alguns clips destes sobrando em uma gaveta, e já prendi em alguns cabos por aqui, complementando o organizador de cabos vertical que já tenho atrás da escrivaninha. Funcionou bem! Amanhã vou passar na papelaria e comprar mais alguns. É barato o suficiente para justificar a experiência.

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