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Carregando o celular com pilhas comuns

Um carregador de celular que funciona a partir de 3 pilhas AAA ("palito") comuns pode resolver muitas situações ツ

Quem tem um cordão umbilical preso ao celular compartilha a preocupação com o fim da sua bateria antes do retorno possível a um carregador, ou com um descuido que leve o aparelho a estar descarregado na hora de sair de casa.

Indesejado ou não, às vezes este cordão umbilical se desenvolve devido a compromissos profissionais e familiares, e outras vezes devido a aspectos relacionados ao simples desejo de conforto, comodidade e até segurança oferecidos por determinados recursos do aparelho.

Eu raramente chego a isso, mas entendo perfeitamente o sentimento que o amigo Jânio (que é proprietário de uma empresa de hospedagem de sites, ramo de atividade em que estar acessível é importante) expressou no final de semana: "uma tristeza: ter que esperar pra sair de casa porque o celular está sem carga na bateria".

Uma solução bem simples, entretanto, há anos faz com que dificilmente eu passe pela mesma tristeza, quando ao sair de casa percebo que a carga do celular está abaixo do que seria necessário para me manter acessível - e talvez ela possa servir também para você:

É um carregador para iPhone (existem modelos similares para outros aparelhos) que não precisa ser previamente carregado: basta colocar pilhas alcalinas novas nele, conectar ao celular e pronto, a carga começa.

A opção por carregar o celular a partir de pilhas comuns, e não do acendedor do carro ou de uma bateria que precise ser previamente carregada, nasce de constatar que assim, além da independência em relação a tomadas nessas horas, você tem uma solução à mão quase em qualquer horário nos centros urbanos, pois pilhas são produtos fáceis de encontrar até no posto de gasolina 24h mais próximo.

O meu carregador eu comprei em 2010, em uma banca de revistas de aeroporto, e usei bastante desde então. Com 3 pilhas novas ele frequentemente levou o meu iPhone até o dia seguinte, e já aconteceu de as pilhas se esgotarem e eu prorrogar o uso simplesmente comprando mais 3 pilhas.

Como ele é bem leve, dá para levar sempre na mochila, comprando pilhas (proporcionalmente bem mais pesadas) quando necessário. Claro que quando a possível oportunidade de usá-lo se apresenta com antecedência, também não custa já colocar uma embalagem de pilhas junto com ele no mesmo compartimento.

Não é difícil encontrar similares em lojas de eletrônica, ou mesmo na web. Veja este genérico chinês com uma porta USB para conectar o cabo do seu aparelho de quase qualquer marca, e que já vem com adaptadores para vários conectores comuns, por exemplo. Aproveite e veja também este modelo da Duracell que exige carga prévia (não aceita pilhas) mas é fácil de encontrar no Brasil.

Carga pesada: indo além do smartphone

Os carregadores baseados em pilhas comuns, como apresentados acima, são uma solução adequada para a maioria dos smartphones, mas inadequados como solução planejada para carregar tablets como o iPad ou outros aparelhos mais exigentes em termos de carga.

Para estes casos – se você tiver a demanda de carregar em deslocamento – além das soluções mais baratas (por exemplo, simplesmente levar consigo o carregador original e plugá-lo em uma tomada onde estiver, ou achar uma porta USB), um bom kit para manter a tranquilidade em deslocamentos sem ocupar muito espaço na bolsa pode envolver uma seleção entre os seguintes itens:

  • um carregador de parede portátil, preferencialmente de 2,1A, para usar onde estiver
  • um carregador veicular pequeno, preferencialmente de 2,1A
  • um cabo carregador curto compatível com seu aparelho
  • uma bateria externa compatível com seu aparelho

Os 2 primeiros itens, mais versáteis por providenciarem uma corrente de 2,1 ampères, carregam praticamente qualquer aparelho que possa ser conectado a uma porta USB (e carregarão mais rapidamente os aparelhos pouco exigentes) sem aumentar o risco de você esquecer em outro lugar o carregador que precisa ter em casa.

O terceiro item da lista é o que vai garantir que você possa conectar seu aparelho a eles, e o quarto item (que pode até vir na forma de uma capa - pesada - para o aparelho) é o que vai permitir que uma pessoa organizada e disposta a mantê-lo carregado e ao alcance possa ter um plano B mesmo na ausência dos 3 primeiros.

É possível comprá-los pagando caro em lojas "de griffe" de informática, ou encontrá-los de forma bem mais barata em lojinhas de eletrônicos, camelôs ou no DealExtreme. A qualidade pode variar, claro.

Mas, independente da solução técnica, recomendo: também é bom buscar alternativas que permitam a paz de espírito mesmo longe do celular ツ

Brookstone 8-in-1: multiferramenta com lanterna, e a comparação com 4 de suas concorrentes

A Brookstone 8-in-1 Multitool é pequena o suficiente para caber no bolso, mas pesada o suficiente para você preferir levá-la na mochila. Mas quando precisa ser colocada em uso, se desencumbe das tarefas com categoria.

Blogar com frequência sobre produtos que se admira é uma prática cheia de vantagens. Já escrevi sobre uma variedade de multiferramentas por aqui (veja exemplos abaixo), e isso acabou levando o amigo @GordoGeek (do blog PontoGeek) a lembrar do meu gosto por esta classe de produtos e me trazer (e enviar via Sedex ao chegar) um novo exemplar que ele encontrou em uma de suas expedições.

Quero começar com um elogio à ferramenta pelo que ela NÃO é: apesar do tamanho diminuto quando fechada (7cm, segundo minha régua escolar), os seus projetistas não tentaram transformá-la em um chaveiro. Ela é pesada demais para isso, e ter um conjunto de chaves preso a ela atrapalharia a maioria dos seus casos de uso. Não faltam exemplos de ferramentas similares que são descritas como chaveiros pelos seus fabricantes, portanto peço uma salva de palmas ao designer ou engenheiro que resistiu à tentação!

Agora vamos ao que o produto da Brookstone de fato é: uma multiferramenta pequena o suficiente para ser levada na mochila (ou deixada no carro, ou em um porta-canetas do escritório, ou outro local em que o seu kit completo de ferramentas não esteja à mão), mas sem ser delicada: o peso não deixa dúvidas de que é feita em aço inoxidável.

E isso quer dizer que: o alicate aperta, segura e também corta fios; a lâmina lisa veio bem afiada (e tem uma ponta que parece resistente o suficiente para usar "a sério"), a chave Philips tem a circunferência completa, a chave de fenda tem seu corpo complementado por uma lima e abridor de garrafas, e a tesoura passou no teste do recorte de papel e da abertura do sachê de maionese (acreditem, já testei produtos de porte similar em que a tesoura não conseguiu lidar com estes testes básicos).

Além do tamanho reduzido, a multiferramenta da Brookstone tem mais um diferencial interessante: a lanterna led, que é forte o suficiente para me ofuscar. Ela é presa ao corpo do produto, ou seja, não foi planejada para iluminar o trabalho que se executa com as demais ferramentas, e sim para ser usada como uma ferramenta adicional. O que é positivo, pois uma fonte de iluminação é um item desejável em boa parte dos casos de uso de uma ferramenta portátil.

Comparando com a concorrência

Cada multiferramenta é projetada tendo em mente algum caso de uso. Algumas querem estar aptas a substituir ferramentas tradicionais, outras querem oferecer a maior variedade de ferramentas no menor espaço possível, outras querem ser discretas a ponto de não serem percebidas antes do momento do uso, e assim por diante.

A comparação precisa levar em conta o uso que você pretende dar à ferramenta, mas para dar uma ideia dos tamanhos envolvidos, tirei uma foto grupal dos modelos recentemente abordados por aqui, ao lado do recém-chegado:

Para permitir a melhor avaliação para o seu caso, vou dar a ficha resumida de cada um dos modelos, e o link para o meu artigo sobre ele.

À esquerda na imagem do grupo você vê a sensacional Utili-key, que tem formato de chave, vai presa no chaveiro, e tem chave de fenda, Philips, lâmina lisa e serrilhada, em meros 14g. Está no meu chaveiro há uma década, já apertou incontáveis parafusos de óculos, e já abriu incontáveis embalagens de produtos.

Logo ao lado, na parte de cima da imagem do grupo você vê a própria Brookstone 8-in-1, e abaixo dela o canivete Silver Tech Signature Lite, da Victorinox, que em 6cm tem lâmina, tesoura, caneta, lanterna e chave de fenda, que eu levo no bolso e já iluminou muitos caminhos, anotou muitas idéias nas margens das apostilas e abriu muitos sachês de mostarda.

À direita do Silver Tech vemos o Guppie, acompanhado do seu conjunto de ponteiras (o estojo pode ser fixado magneticamente a ele, e tem lanterna incorporada que permite iluminar o trabalho que se faz com a própria ferramenta). Ele mede 9cm, tem chave de boca ajustável (até meia polegada), lâmina, abridor de garrafa, encaixe para as ponteiras de parafusos e gancho carabiner.

Fechando a escalação, na ponta direita, temos o Leatherman Skeletool CX, maior e mais pesado que todos os demais, que tem alicate, lâmina, chave de parafusos com ponteiras intercambiáveis, abridor de garrafas e gancho.

O desafio de quem opta por qualquer um deles é fazer com que a ferramenta certa esteja à mão na hora da demanda, para não ser como o homem daquele provérbio, que só tinha um martelo e por isso tratava tudo como se fossem pregos ツ

Dica do dia: cuidado com o gestor que quer transformar torres em cavalos

No xadrez, a robusta torre defende longas distâncias, mas só pode andar em linhas retas; já o ágil cavalo ataca saltando em formato de uma letra L, só que apenas 3 casas de cada vez. O tabuleiro vem suprido com ambos, mas todo bom jogador sabe que eles não são intercambiáveis.

Na vida corporativa, projetos e planos de trabalho são criados com bases em cenários e expectativas mas, mesmo quando feitos com qualidade, precisam depois se defrontar com a realidade como ela se desenrolar.

Quando a realidade é mais extrema que o planejado, é normal e esperado recorrer a uma série de medidas corretivas, várias delas integrantes do seguinte catálogo: reduzir escopo, cortar custos, negociar prazos, ampliar horas de trabalho disponíveis (por exemplo, cortando outros projetos, ampliando horas extras ou ampliando equipe), entre outras.

Mas na hora da pressão, frequentemente o gestor ouve a voz da tentação, e acaba querendo improvisar fugindo ao planejado sem mudar recursos, prazos, custos ou entregas e produtos, transformando assim o projeto em uma gincana.

É nesse momento em que ele começa a agir com base no irreal desejo de que toda a equipe (que muitas vezes foi selecionada com base no cenário que ele mesmo planejou) se adeque ao perfil necessário a atropelos, correrias e outros procedimentos expressos, necessários à gincana que ele idealizou para cumprir de outra forma as entregas originalmente planejadas.

Deixa comigo, que essa torre está precisando de um incentivo

A metáfora que ilustra este post foi comunicada a mim em outro contexto, em um recente curso ministrado pelo consultor Márcio Schultz. E ela demonstra claramente a questão dos diferentes perfis de trabalho, cada um importante a seu modo: o integrante da equipe não é personagem de videogame que possa ter seu perfil modificado ao longo da partida (já pensou? A coisa aperta e o chefe comanda: +agilidade +resistência --iniciativa).

A situação se aproxima mais das peças do xadrez, cada uma com suas competências estabelecidas e à disposição para serem estimuladas ao máximo, e aproveitadas dentro do seu perfil. Afinal, se o gestor tentar usar o oblíquo bispo para fazer o que a torre faz, por exemplo, pode até conseguir, mas sem a mesma qualidade ou tempo de resposta (2 ou mais movimentos para chegar ao ponto em que a torre chegaria em um só, e com mais riscos).

A ilustração demonstra o ponto de vista do gestor que se ilude ao transformar seu projeto em uma gincana:

Aos olhos desse gestor, é tudo muito óbvio: se até o simples cavalo consegue pular em L, a poderosa torre anda só em linha reta porque não está se esforçando. Manda quem pode, obedece quem tem juízo. É só botar pressão nela que ela se ajusta, senão vai ter que ser substituída por outra mais motivada.

A dica é: cuidado com esse gestor, porque além de improvisar em desacordo com as peças que têm no tabuleiro, provavelmente isso também é uma estratégia para desviar a culpa.

E se você for gestor, cuidado nos 2 sentidos: com o seu próprio gestor, e para não se transformar no jogador de xadrez que pensa estar jogando videogame!

Produtividade: Praticando o GTD e ZTD com os apps pré-instalados no seu celular e computador

Usar smartphone e tablet como ferramentas de produtividade pessoal é um interesse comum, e o Osni Passos publicou, em seu Blog de um não-Blogueiro, um ponto de vista bem específico sobre isso: a intenção dele (que ele vem colocando em prática) é fazê-lo só com os apps que já vêm instalados nos aparelhos, sem buscar ferramentas adicionais.

O argumento dele é simples: na sua opinião, usar apenas o que o sistema nativo oferece traz vantagens em relação à integração a outros recursos do equipamento (notificações, busca interna, etc), desempenho e mais.

Além disso, fixar-se em um conjunto predefinido de apps ajuda a cortar pela raiz o mal que assola a muitos de nós, fãs do assunto: gastar com a busca de novas ferramentas o tempo que as ferramentas que hoje usamos nos economizou ツ

Assim, o Osni pratica elementos do GTD e do ZTD usando apps "genéricos" dos seus aparelhos – no caso, um iPhone e um Mac, mas poderiam ser outros aparelhos de sua preferência, cujos apps sincronizem os dados entre si.

Reproduzi abaixo um trecho editado do artigo dele, na parte que trata especificamente das listas de pendências, e recomendo que você leia o texto completo em "Usando GTD/ZTD com Reminders, Calendário, Mail, Notas e Pomodoro no OS X e IOS" para saber os demais detalhes da experiência dele!

Listas de tarefas e pendências

  • Criei 3 listas no Reminders (ou Lembretes): Trabalho, Pessoal e Idéias (que pra mim funciona como o “someday”);
  • Next actions: As próximas ações são controladas por data de lembrete ou conclusão, que acesso rapidamente pela tela de notificações do iOS ou OS X;
     

  • Contextos: Acabam virando locais, que controlo pelos campos de identificação de local/contato (basta digitar o nome do contato na localização);
  • Em espera: Altero a data de lembrete da tarefa para cobrar/lembrar a pessoa que estou esperando resposta (Exemplo: atividades delegadas, uma solicitação de orçamento pendente, etc.);
  • Tarefas recorrentes: também cadastro no Reminders (ou Lembretes) as tarefas recorrentes, evitando assim usar a agenda/calendário – pois só vai para agenda o que tem data, hora e local para acontecer.
  • Projetos: as Tarefas podem se referir a um projeto, e aí defino a data limite de entrega e lembretes recorrentes. Além disso coloco uma marcação do tipo [Nome do Projeto] no nome da tarefa/lembrete para identificar o relacionamento, isso facilita na busca.

Agradeço ao Osni por compartilhar sua prática! No final do texto, após expor outras ferramentas, ele conclui sobre o resultado que atinge: "Perde-se um pouco em relação a outros softwares especialmente feitos para GTD, mas o resultado é o mesmo no final. Gosto do GTD por não ser arbitrário e me permite modificações para se adequar ao meu dia-a-dia."

E se você tiver curiosidade, a minha própria experiência com ZTD no celular e computador está descrita aqui: Na prática: como eu uso o ZTD e o Wunderlist para ter mais produtividade pessoal.

E o ganhador do livro de gerenciamento de projetos é...

Na semana passada resenhei o livro Gerenciamento de Projetos sem Crise, que a editora Novatec acaba de lançar no Brasil.

Na ocasião, estabeleci as regras para um sorteio simples que daria um exemplar ao sortudo vencedor.

Tivemos mais de 300 inscrições e hoje (com a ajuda luxuosa do random.org, site que gera sorteios realmente aleatórios pois calibra seus dados a partir de uma fonte imprevisível: a recepção de ruído atmosférico), realizei o sorteio, cujo vencedor é o Felipe Plets.

Felipe, você tem até a próxima quarta-feira para entrar em contato informando o endereço postal brasileiro para onde a Novatec deve enviar seu exemplar.

Parabéns ao vencedor, obrigado a todos pela participação, e até o próximo sorteio!

Estudar no exterior: 7 dicas para aproveitar melhor

Estudar no exterior ou fazer uma viagem de estudos é uma oportunidade que frequentemente é menos aproveitada do que poderia ser, devido a "vícios" comuns como se enturmar com brasileiros (e não com os nativos que poderiam expor melhor a cultura local e o idioma!), não criar laços com os professores, ter vergonha de fazer perguntas, etc.

Exceto em casos bem específicos, eu resisto bastante a fazer artigos patrocinados (e este não é um deles!), porque acho que pode colocar em dúvida a minha objetividade nos demais artigos.

Mas há outras formas de fazer valer a pena (para mim e para vocês) uma oportunidade de parceria, e é este o caso: a Fabricia Watson, da HotCourses, queria divulgar sua empresa em um post, e acabou acertando comigo de providenciar um artigo (da Brenda Bellani) com dicas sobre como aproveitar melhor a oportunidade de uma viagem de estudos, que sirvam mesmo para quem não for ser cliente delas.

Claro que elas ganham com isso um link para a empresa delas, que eu pessoalmente não conheci, mas parece ter ao menos um atributo positivo bem evidente: a iniciativa.

Com a palavra, a Brenda!

Estudar no exterior: como tirar o melhor proveito

por Brenda Bellani, autora convidada

A decisão de estudar no exterior vem acompanhada da conquista da fluência no inglês, da bagagem cultural, do destaque no mercado de trabalho, e de muitas qualificações acadêmicas e profissionais. Ok, isto é fato. Mas existem maneiras de potencializar esta experiência internacional.

Saiba como tirar proveito efetivamente em diversos âmbitos, sejam eles culturais, turísticos, linguísticos, estudantis, etc. Em dúvidas para onde ir ou onde encontrar o curso ideal para você? Pesquise no maior banco de dados do mundo gratuitamente no Hotcourses Brasil.

7 dicas para aproveitar melhor sua viagem de estudo

Converse com estrangeiros. Faça amizade com colegas de classe de outras nacionalidades e com cidadãos locais. É a forma mais divertida e eficiente de treinar o inglês, além de dividir experiências e histórias, e aprender com os costumes estrangeiros.

Conquiste um estágio na área em uma empresa local. A grande maioria das universidades e faculdades internacionais exige que os estudantes façam estágio durante o último ano de curso (graduação ou pós-graduação). Aproveite essa oportunidade extremamente rica para adquirir experiência em uma companhia no estrangeiro, criar contatos e referências profissionais, e dar um belo upgrade no seu currículo.

Crie contatos duradouros com os professores. Eles servirão como tutores profissionais e poderão ajudá-lo pelo resto de sua carreira. Basta dedicar-se aos estudos e demonstrar real interesse pelo curso. O professor sabe identificar quem realmente leva a sério a matéria lecionada.

Participe de associações estudantis e eventos culturais da instituição. As universidades e faculdades possuem diversas opções: clubes, grupos esportivos, feiras culturais, excursões. Todas com o objetivo de unir e entreter os seus estudantes. O seu objetivo, como estudante estrangeiro, será aproveitar as possibilidades que a instituição lhe oferece para aprender além da sala de aula, se divertir e conhecer novas pessoas.

Conheça os pontos turísticos da cidade/país. Permita-se viajar e desenvolver-se culturalmente. Já ouviu dizer que “viagem é a única coisa que você compra e te faz mais rico”? Pura verdade. Visite museus, galerias, conheça a arquitetura local, visite restaurantes famosos e absorva a cultura que o país tem a oferecer.

Frequente uma biblioteca local. Basta uma caminhada entre as estantes de uma biblioteca e você já enriquecerá o seu vocabulário em inglês. Afinal, ler é essencial para a formação do indivíduo em qualquer lugar do mundo. Em bibliotecas das universidades ou municipais, você também poderá usar a internet de graça, imprimir o que você precisar por preços bem baixos e usar espaços de estudo. É uma forma de sair de casa, mudar o ambiente de estudo de vez em quando, e utilizar todo o material disponível para ajudá-lo em seus trabalhos universitários.

Pergunte, pergunte, pergunte. Não sabe o significado de alguma palavra em inglês? Pergunte. Não entendeu o que o professor acabou de explicar? Pergunte. Tem interesse em saber mais sobre a cidade onde está morando? Pergunte. Quer entender os costumes locais? Pergunte. Sacie a sua curiosidade sem sentir vergonha ou medo de tirar dúvidas!

(Por Brenda Bellani)

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