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Efetividade. Agenda em dia e caixa de entrada vazia

7 dicas para aproveitar melhor sua viagem

Leia também: Como arrumar malas, parte 3 - Dicas complementares para o viajante efetivo.

Indicação de Fabio Brito - PsychoPenguin:

Talvez a freqüência de viagens de uma pessoa durante a vida não esteja relacionada a tempo livre ou condições financeiras, mas à forma como as pessoas idealizam uma viagem e acabam esperando tempo demais para encontrar o momento propício e o roteiro perfeito.

Nenhuma viagem é perfeita se já não a encararmos de maneira descontraída e leve. As pessoas em geral tendem sempre a viajar para lugares que escolhem previamente, desprezando possibilidades que aparecem e que podem gerar experiências agradáveis.

Hoje, com as inúmeras possibilidades de tarifas aéreas, que popularizaram o prazer da viagem, você pode até não encontrar uma tarifa que caiba no seu bolso para o lugar que você deseja ir, mas há sempre outras possibilidades te esperando.

Por que não experimentar, dentro do trechos promocionais, um que possa ser interessante e que não esteja nos seus planos? Pode ser uma aventura bacana e que vai te livrar da mesmice da repetição.

Veja minhas dicas no link a seguir.

Referência: http://jeguiando.com/2008/05/31/viajar-dicas-de-otimizacao/

O Efetividade.net registra seus agradecimentos a Fabio Brito - PsychoPenguin pelo envio deste material.

Pneus: procedimentos baratos podem evitar problemas e acidentes

Verão é época de viagens e passeios para boa parte dos brasileiros, e o quanto antes você fizer os preventivos no automóvel da família, melhor!

Quando foi a última vez que você calibrou o pneu do seu carro? E o último rodízio? Geometria? Balanceamento? Lembrou? Não? Você não está sozinho. Sete em cada dez motoristas não se preocupam com isso.

Mas cuidado. Recentemente um programa dominical da TV Globo convidou o piloto Luciano Burti para mostrar como a falta de calibragem dos pneus pode comprometer a segurança e aumentar a despesa com combustível.

Não é só o pneu careca que oferece risco: 75% dos motoristas não se preocupam com a calibragem dos pneus, e 25% não seguem as recomendações do fabricante. O pneu murcho se desgasta mais rapidamente, deixa o carro propenso a derrapagens e aumenta o consumo de combustível em até 5%.

Dependendo da situação, o pneu pode perder até metade de sua pressão e mesmo assim não parecer estar baixo. Calibrá-lo periodicamente é a melhor maneira de prevenir uma série de problemas, incluindo o desgaste irregular ou acelerado, a propensão a perder o controle e o aumento da chance de derrapagens.

Rodízio, alinhamento, geometria

Pelo menos uma vez por ano (ou na periodicidade recomendada pelo fabricante) leve o carro a uma oficina de balanceamento e peça para fazer o rodízio, mudando os pneus de posição, assim eles se desgastam por igual. Os pneus não se desgastam por igual, e a posição dos melhores deles faz muita diferença.

Na ocasião, se você não tiver feito balanceamento e geometria, acabará se obrigando a fazê-lo. Estes procedimentos ajudam a corrigir também o desgaste irregular dos pneus e aquela sensação de que o carro está "puxando" para um lado. Estas situações podem ser causadas por impactos (meio fio, lombada, um buraco traiçoeiro), mas também pelo uso normal.

Testando na prática

Luciano Burti foi até um campo de provas de um grande fabricante de pneu, em Paulínea, interior São Paulo, para fazer o teste. Primeiro um carro circula com os pneus carecas atrás e os novos na frente. Ao entrar numa curva, com a pista molhada o carro perde o controle. “Se estivéssemos em uma rua e não em um campo de provas, um acidente poderia ter acontecido”, explica o instrutor César Urnhani.

Agora invertemos: os pneus carecas na frente e os novos atrás. “Não acontece nada, o carro não escapa e o carro mantém a sua trajetória. Quando você opta por trocar só dois pneus, a melhor opção é colocar os novos no eixo traseiro”, explica o instrutor, no G1.

Veja os vídeos e a matéria completa no G1.

Festa de final de ano na empresa: moderação e bom senso são a chave

A dica vem do G1, mas antes de passar a palavra ao consultor de lá, vou resumir: em ambiente profissional ou para-profissional, como são as festas da empresa fora do ambiente de trabalho, os excessos são a causa-raiz dos efeitos negativos.

Aquele passo de dança que lhe parece tão engraçado, a piada "incomum" dita no microfone, a confissão feita à colega de trabalho (que você não faria durante o expediente) ou o copo de bebida a mais podem ter conseqüências bem mais profundas e duradouras do que se acontecessem em uma festa entre amigos que não trabalham juntos! Não necessariamente as festas com a turma do escritório, ou do laboratório, precisam ser as mais memoráveis e divertidas do ano, e certamente não são a ocasião certa para compensar nada que tenha ocorrido durante o ano ;-) e nem para ser o mais comentado no expediente seguinte...

E o antídoto contra excessos é a dupla que consta ali no título: moderação + bom senso. Se na sua empresa todo mundo é amigo e ninguém vai lembrar negativamente de nada que acontecer na festa, sinta-se à vontade para agir de acordo. Mas não construa essa impressão (ou ilusão) depois de já estar "embalado" na festa! De modo geral, a dica é manter-se consciente de si mesmo e do que está ao seu redor, não aproveitar o momento para contestar, "cobrar" ou compensar nada do ambiente de trabalho, e divertir-se com a interação (e integração) um pouco mais próxima do que no dia-a-dia. E guardar os excessos para as festas com a família e no círculo de amigos ;-)

Vamos a um trecho da dica do G1:

Fim de ano é época de festa, seja em casa ou na empresa. Em ambas situações, um comportamento adequado é bem-vindo, mas, na segunda, é mais que necessário. Atitudes inconvenientes na comemoração de fim de ano do trabalho podem criar um estereótipo difícil de ser deixado para trás no ano seguinte.

O consultor de etiqueta Fábio Arruda conversou com o G1 e deu algumas dicas de como se comportar de forma adequada, independente do tipo de evento.

Nem cedo, nem tarde Chegar na hora marcada para o começo da festa é a melhor opção. “Em empresas ou reuniões sociais, o horário certo para chegar sempre é o estabelecido. Não entre antes da festa estar pronta, porque ela não tem obrigação de ficar pronta antes da hora”, diz Arruda. E se a pessoa passa muito da hora combinada, perde a programação. “As pessoas se organizam para esses eventos, há ações programadas. Se alguém chega atrasado, acaba quebrando o protocolo, fica fora do contexto. Nesse caso, é melhor não ir”, alerta.

Visual comportado O consultor de etiqueta lembra que as pessoas devem ter cuidado para não relaxar demais na maneira de se vestir. “A festa é uma extensão do ambiente corporativo. Portanto, nada de colocar decote ou saias minúsculas. Vista-se com a sobriedade que o emprego requer. É melhor não inventar nada.”

(...)

Tem várias outras dicas na continuação do texto acima, em "Consultor dá dicas para causar boa impressão na festa da empresa", no G1.

Leia também: Ressaca: como sobreviver ao dia seguinte

Sugestão para 2009: agenda gramatical

Para quem gosta de agenda em papel e ainda não escolheu seu modelo para o ano que inicia nas próximas semanas, segue a dica do Leonardo Fontenelle, um dos heróicos tradutores brasileiros de software livre, em tempos de Acordo Ortográfico:

Em 2007 eu já tinha uma agenda, mas acabei trocando-a pela edição de bolso da Agenda Gramatical, do professor Paulo Flávio Ledur. Cada página vinha com alguma informação sobre nosso idioma, fosse uma dica para escrever corretamente, fosse a origem (etimologia) de alguma palavra. Um prato cheio para quem é curioso e gosta da língua portuguesa!

De acordo com a editora, em 2009 estarão disponíveis dois modelos, a agenda de bolso e a tradicional. O endereço também lista outros livros de Paulo Flávio Ledur, inclusive (mais) um guia do Acordo Ortográfico, que entrará em vigor em 2009. (via leonardof.org)

Embora compartilhe a dica do Leonardo, acima, vou mencionar que eu abandonei as agendas com divisão pré-estabelecida de datas, e ultimamente tenho me restringido a um fiel bloquinho Moleskine Reporter com folhas em branco, para riscar e rabiscar tudo o que for preciso ;-)

Efetividade nas férias do Efetividade - compartilhando a conexão 3G

Estou em férias na praia dos Ingleses, em Floripa, desde a semana passada, e confesso que viemos para cá preparados para conviver com conexões lentas e limitadas à Internet na hora de realizar nossos acessos diários à web, e-mail, etc. - eventualmente recorrendo até mesmo à famigerada lan house da rua da praia.


Modem Huawei

Nós somos usuários freqüentes de Internet, cada um com seu perfil de uso: a namorada usa Skype várias vezes por dia para conversar com os familiares distantes, e eu acompanho uma grande variedade de sites e recebo bom volume de correspondência digital. Assim, eu trouxe o modem 3G (um Huawei E226 da Tim) com a expectativa de que pudesse funcionar aqui, e não me arrependi: funciona com velocidade equivalente à banda larga de 1Mbps que eu usava há algum tempo. Assim, um problema estava resolvido, e bastava revezar qual dos notebooks estaria conectado em cada momento.


Mini-roteador D-Link

Mas meu passado de administrador de redes não demorou a se manifestar. Ao invés de criar uma rede sem fio ad hoc entre os 2 notebooks para compartilhar a conexão, lembrei do meu velho "D-Link DWL-G730AP: um roteador para redes sem fio completo e pesando apenas 50g", que estava na mochila, conectei-o a uma porta Ethernet e a uma USB do meu notebook (para o roteador não precisar ser colocado na tomada), configurei os IPs e roteamento adequadamente (seguindo basicamente este tutorial e o manual do roteador, e deu certo: em alguns minutos, o notebook dela estava conectado ao roteador, que estava conectado ao meu notebook, que estava conectado ao modem da TIM, que estava conectado à Internet, e todo mundo navegava feliz no final da tarde e nas horas de chuva ;-)

Se você for viajar levando a conexão consigo, e sua situação for parecida, recomendo planejar (quem sabe até mesmo ensaiar?) uma solução deste tipo. Tem várias maneiras de compartilhar conexões: cabos de rede comuns (com hub ou switch), cabos de rede cross, redes sem fio ad hoc (sem roteador ou access point), ou mesmo o uso de um roteador/access point, que foi o que eu fiz. Escolha a sua, procure documentação (ou um especialista), e boa sorte!

Outra alternativa bem interessante pode ser deixar a tralha toda em casa e se concentrar em aproveitar o sol, o sal, e o tempo livre. Mas se você for levar tralha tecnológica, aproveite bem ;-)


O Aigo MID que ganhei da Intel

E já que estou falando nas minhas férias tecnológicas, faço mais 2 registros:

1) a disponibilidade da minha rede sem fio improvisada foi instrumental para poder aproveitar o Aigo MID que ganhei da Intel nesta segunda-feira, conforme narrei no BR-Linux. Ele é bem prático para acessar a web deitado na rede ;-)

2) a Promoção de Verão do Efetividade, com as dezenas de autores que enviaram para cá material de boa qualidade para publicação, está me permitindo curtir muito mais as férias. Obrigado a todos os que participaram! E tenho uma boa notícia: a promoção vai ser reaberta nos próximos dias, com prêmios bastante efetivos ;-)

Opinião: Professor não é Babá

Indicação de Silvania Santos:

Gosto de uma música do Raul que diz assim: "Eu perdi o meu medo, o meu medo, o meu medo da chuva". Ela poderia ser usada como fundo musical de uma cena pouco comum: quando o educador tem a coragem de dizer "Não! Eu não compactuo com esse modo de educar e por isso eu me demito".

Ao longo dessa última década, assisti colegas professores adoecendo de ansiedade e para mim essa é uma pequena mostra de como a profissão que eu escolhi e amo representa um potencial risco ao mal do século: a depressão.

O psicanalista César Ibrahim Mussi me ensinou recentemente que a função do educador é apresentar o aluno à condição de desamparo, em outras palavras: professor não é aquele que mima. César defende que a árdua tarefa de dizer não e remeter ao aluno à incerteza é fundamental para preparar o sujeito para a vida. Se queremos "DES-ENVOLVER" o nosso educando, é preciso remover a proteção, o estado de "conforto" e remeter o aprendiz a um novo patamar onde ele busca ativamente o conhecimento ao invés de esperar por migalhas de informações como um pobre pássaro depenado que fica passivamente esperando, de boca aberta, em seu confortável ninho.

É preciso coragem para lutar contra a pulsão de morte configurada na tendência à paralisia típica das instituições de pseudo-ensino que, por medo de perder seus alunos, transformam seus mestres num bandos de babás. Os pais precisam de uma boa dose de astúcia para identificar e fugir das escolas que prometem demais: a NÃO garantia é pressuposto da educação.

Por isso não dá para acreditar nas propostas que se vinculam ao temor do desamparo e não estabelecem responsabilidades ao educando. Tenho pena dos alunos mimados que não aprenderam a enfrentar a frustração e sucumbem ao medo na hora de enfrentar os desafios da vida. Esses que passam ano após ano sem aprender porque não precisaram se comprometer e assumir uma posição ativa na escola.

Seus mestres, por medo, não enfrentam os problemas da falta de respeito e de compromisso. Mais preocupados com o mísero salário no final do mês, não apenas aceitam, mas com permissividade movem o moinho do despotismo. Dignidade para o educador é admitir a sua própria miséria e condicionar a sua gestão à uma constante luta contra a inércia: não dá para aceitar aluno dormindo, brincando, brigando, exigindo prova com consulta...

Des-envolver é um poderoso exercício para enfrentar a própria frustração que contagia os pares e os educandos. Isso me faz lembrar de outra música: Todos Juntos. Lembra dela?

Referência: http://aeducadora.blogspot.com/2008/11/sabe-aquela-msica-do-raul-eu-perdi-o.html

O Efetividade.net registra seus agradecimentos a Silvania Santos pelo envio deste material.

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