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São só 7: os ingredientes de um plano feito para dar certo caberiam em um tweet

Se um plano gabaritar esses 7 quesitos, ele está destinado ao sucesso – e para os demais, a lista ajuda a identificar onde começar a ajustar.

Seja pessoal ou profissional, local ou global, estratégico ou operacional, um plano feito para dar certo reúne as 7 características a seguir:

  1. Claro
  2. Adaptável
  3. Equilibrado
  4. Alinhado
  5. Constrói seu impulso
  6. Valoriza os pontos fortes
  7. Considera os recursos

A lista é tão curta, que caberia em um tweet: são só 106 caracteres.


ilustração mostra uma mulher digitando em um laptop no chão

Estratégia é um caminho escolhido para levar a um ponto em que se deseja chegar, e o sucesso do plano correspondente não depende só de as escolhas estarem corretas, mas também de as condições se desenvolverem da forma que permita a sua execução (com ou sem ajustes).

É importante observar que nem sempre o plano é elaborado em condições ideais, e frequentemente eles emergem de condições restritivas – portanto, ao usar esses quesitos para analisar uma estratégia, tome o cuidado de evitar considerar que eles sejam suficientes para algo também sobre quem a elaborou!

Para verificar se a sua estratégia atende aos 7 quesitos, avalie:

  1. Clareza: as pessoas conseguem descrevê-la? Lembram dela? Sabem como ela se aplica ao seu papel na execução? Sabem que ela existe?
  2. Adaptabilidade: ela permite ajustar os rumos para fazer frente aos desafios do ambiente, sem ter que passar por um processo complexo de aprovação? A estratégia não deve ser omissa, mas também não pode fazer com que o piloto do barco tenha dúvida sobre poder contornar a tempestade inesperada, por saber que é obrigatório cumprir o trajeto selecionado na semana anterior.
  3. Equilíbrio: ela considera o valor que vai ser produzido, as expectativas de quem vai receber seus resultados, o esforço que vai ser necessário, e os recursos, motivação e conhecimento necessários à sua execução? Nenhum degrau dessa pirâmide pode ficar de fora!
  4. Alinhamento: é visível a forma como a execução da estratégia alcançará os objetivos selecionados, cumprirá a missão e levará ao ponto que ela foi escolhida para alcançar?
  5. Construção de impulso: ela considera que a equipe precisa de tempo para acelerar? Ela permite desenvolvimento e ajustes conforme as equipes aprendem e ganham prática? Ou tem expectativa de rendimento máximo e constante desde o primeiro mês? Idealmente as metas desafiadoras devem ser alcançadas um passo de cada vez, mas o tamanho da passada vai aumentando ao longo do tempo.
  6. Valorização dos pontos fortes: ela considerou de forma realista os diferenciais positivos existentes? Ou se baseou em uma tentativa de replicar as forças de outra entidade, ou mesmo de superar os pontos em que mais temos tido dificuldades? A estratégia vencedora acelera com base nos pontos fortes, e tenta se manter distante dos pontos fracos, enquanto promove o desenvolvimento que permitirá superá-los.
  7. Consideração dos recursos: a execução cabe no cronograma e no orçamento? Considera as outras coisas que estarão em andamento no mesmo período? Usa competências presentes nas equipes envolvidas? Conta com os recursos de automação adequados? Inclui um plano para preencher a tempo os déficits nesses itens?

Pontuando em todos os itens acima, e considerando que a elaboração do plano correu a partir de levantamentos de dados, e não de expectativas ou impressões, teremos em mãos uma estratégia feita para dar certo.

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