O mundo precisa da sua capacidade de transitar entre o técnico e o tático
A chave para transitar entre papeis técnicos e a participação valorizada em equipes táticas e decisórias é conseguir se comunicar com todos, ainda mais neste mundo tomado por IAs e ferramentas tecnológicas que se multiplicam.

Uma das habilidades organizacionais mais valiosas é ser o tradutor, que entende que os gestores pensam em resultados, as equipes pensam em etapas, e os especialistas pensam em detalhes. Para apresentar suas propostas gerando a confiança que leva os projetos adiante, é necessário compreender como essas pessoas pensam e se alinham.
Isso exige parar de falar só a língua da sua especialidade, e passar a pensar e se expressar no universo das pessoas ao seu redor – ser o tradutor entre o técnico e o tático.
Os técnicos entendem como as coisas funcionam e se conectam, os gestores querem saber como as ofertas se conectam às demandas e como as forças se alinham.
A maioria das pessoas fala apenas uma dessas línguas, e dá pouco valor aos atributos que os outros universos priorizam. Traduzir entre eles, levando as pessoas a perceberem o espaço compartilhado, é uma habilidade rara.
Quando você consegue traduzir detalhes, correlações e alinhamentos, você passa a ocupar um papel-chave com valor próprio: a conexão entre os segmentos do resultado. E as equipes precisam disso.
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