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Suporte para notebook: qual você recomenda?

Um bom suporte para notebook ajuda a dar ao compuador portátil um nível de conforto similar ao dos computadores de mesa comuns, especialmente quando eles são de fato utilizados em uma escrivaninha, com apoio de um teclado externo, para náo prejudicar os aspectos ergonômicos.

Em 2006 eu escrevi sobre 2 suportes para notebook que eu cheguei a testar, sendo um deles fabricado pela Designplast, adequado exclusivamente para uso estacionário em uma mesa de trabalho, e e o outro (que eu uso regularmente até hoje) da Targus, fácil de levar na mochila e usar em mesas de reunião, na lanchonete do aeroporto e em qualquer lugar que você tenha uma superfície suficientemente plana para apoiar o portátil.

Em 2007 eu fui além e falei sobre como construir seu próprio suporte para notebook gastando pouco, sob medida. Mas a partir daí não acompanhei mais a evolução destes produtos, o que me leva a fazer a pergunta de hoje a vocês, leitores do Efetividade.net.

E a pergunta é: que suporte para notebook você recomenda?

Eu continuo satisfeito com o meu LapDesk da Targus (foto acima), mas tenho visto cada vez mais suportes e bases com recursos extras, como hubs USB, ventilação ativa, etc. Gostaria de saber de quem os usa, se os ventiladores são muito barulhentos, se é possível usar com o notebook no colo, se a inclinação é regulável, se é fácil transportar na mochila, se são muito pesados, se são resistentes, etc.

Eu não compraria algo como a base xb3000 da HP (aquela ali da foto), que já embute até mesmo alto-falantes Altec lansing, além do teclado e mouse sem fio, mas o que realmente despertou minha curiosidade sobre o assunto foi esta nota da Info sobre um suporte novo da Akasa com ventilação e que aparentemente é leve e fácil de transportar.

Portanto, agora é com vocês! Acredito que alguns tenham tido experiências com bases, apoios, suportes ou docking stations para notebooks e poderão compartilhar conosco!

Rotulador eletrônico Dymo Letratag Plus LT-100T - eu recomendo!

Um dos pontos do método GTD em que David Allen abandona completamente o enfoque tático de dizer apenas o que fazer, e vai ao nível operacional, descrevendo detalhadamente como fazer, é na questão da organização e indexação de objetos e documentos. Seja para criar os “olhos” que identificam as pastas suspensas, ou para identificar prateleiras, ou caixas, ou envelopes de documentos, você precisa de uma solução que possa criar etiquetas adesivas uniformes, bonitas, facilmente legíveis e que não descolem. E David Allen sustenta (e me convence) que a solução mais efetiva é um rotulador eletrônico. As etiquetas geradas por eles grudam de verdade, a escrita é clara e permanente, a padronização é evidente, e você imprime quando quiser, quanto quiser (ao contrário das etiquetas de computador, em que é difícil imprimir folhas incompletas sem desperdício).


Um dia vou ter uma dessas! ;-)

Assim começava o meu artigo anterior sobre rotuladores Dymo, e continua sendo tudo verdade: David Allen recomenda o uso de um bom rotulador como ferramenta de estímulo à organização, e eu continuo assinando embaixo.

Continuo satisfeitíssimo com meu Dymo Letratag MT azul velho de guerra (e ele continua funcionando muito bem), mas eu agora trabalho em 2 locais e uma verdade inevitável do universo é que quando você tem 2 locais de trabalho, as ferramentas de produtividade estarão sempre no local em que você não estiver. Portanto, a conclusão lógica é que eu precisei de um segundo rotulador.

E isso me levou a pesquisar, e a passar a desejar um modelo avançado como aquele Dymo 400 Turbo da foto que abre este artigo, mesmo não tendo demanda para algo tão cheio de recursos. Mas aí botei o pé no chão e me limitei aos modelos pessoais. Estava quase comprando um irmão gêmeo do meu velho Letratag MT, quando encontrei no site da Kalunga um modelo mais recente e mais avançado: o Dymo Personal Labelmaker Letratag Plus LT-100T, da foto minúscula abaixo:

Os recursos do modelo anterior me parecem todos preservados, e o formato dos cartuchos de fita são os mesmos, mas há um monte de novidades. A que começou a me ganhar foi o display maior e melhor definido, mostrando com clareza as etiquetas tais como aparecerão na impressão, incluindo os efeitos gráficos e decorações. Mas eu decidi mesmo pela compra ao ver a nova interface com o usuário, baseado em uma série de botões de função e um navegador direcional, intuitivo para quem quer que tenha usado uma interface de computador nos últimos 10 anos, na minha opinião - embora seja necessário levar em conta as limitações do display. E quando vi que ele tinha memória permanente para armazenar até 9 etiquetas, terminei de decidir e fiz a compra.

O LT 100T é mais ou menos do tamanho de um CD player portátil de 10 anos atrás, com um teclado QWERTY que pode ser operado com o aparelho nas suas mãos (como se fosse um PDA) ou apoiado na mesa (como se fosse a calculadora FACIT do meu avô), imprime em 5 tamanhos de fontes, com etiquetas de uma ou duas linhas, e tem suporte a 195 símbolos (pontuação, matemáticos, letras gregas, desenhos decorativos e mais). A interface opera em inglês, francês e espanhol, e ele trabalha com 4 pilhas pequenas.

Na imagem acima, scanneada a partir do encarte que acompanha o produto, você vê alguns dos estilos de impressão disponíveis. Mas há bem mais - tem até molduras com flores ou com trenzinhos, para os pais que quiserem fazer etiquetas para o material escolar ou as lancheiras da criançada.

O modelo que eu comprei na Kalunga veio acompanhado de um folheto adicional, bem produzido, apresentando o produto e ensinando o essencial do seu uso, em bom português. Explica até mesmo como inserir caracteres acentuados, uma operação simples mas nada intuitiva. Trouxe também 2 cartuchos de etiqueta, sendo um deles de fundo branco e o outro de fundo transparente.

Eu comprei na Kalunga, mas os preços variam bastante - pesquise antes de comprar o seu. Para mim valeu cada centavo, mesmo não sendo barato. E várias pessoas que já me viram usando compraram os seus, então acho que não sou o único a gostar de ferramentas que ajudam a organizar o dia-a-dia ;-)

Está quase chegando a hora de comprar um projetor multimídia para notebook?

Há um bom tempo venho acompanhando o mercado de projetores multimídia, interessado em perceber quando chegará o momento em que els se transformarão em acessório de uso pessoal e individual, e não apenas corporativo. Fiz o mesmo durante cerca de 18 meses com os monitores LCD, e foi muito interessante perceber que de uma hora para outra eles quebraram alguma barreira econômica e subitamente o preço dos modelos de 14 polegadas ficou acessível bem na temporada de Natal, no Natal seguinte os de 17 estavam na mesma faixa de preços, e no seguinte foi a vez dos de 19.

E está me parecendo que os projetores estão se alinhando para seguir o mesmo caminho (talvez daqui a 18 meses?), e subitamente um destes equipamentos estará ao alcance de quem quer apenas projetar um filme ocasional em casa, ou ter uma experiência muito mais fantástica de realismo em jogos interativos. E neste momento, muitos profissionais que hoje recorrem a alugar estes equipamentos na hora de fazer suas apresentações farão as contas novamente e alguns concluirão que vale a pena ter o seu próprio aparelho sempre à mão, mesmo contando com os riscos e custos das frágeis lâmpadas.

O que me leva a crer nisso é a súbita aceleração que este mercado vem exibindo. Meus modelos de referência têm sido os projetores multimídia mais econômicos, como o Powerlite S5+ e o Epson Home 20, ambos na faixa entre R$ 3000 e R$ 4000 no mercado formal.

E esta semana fui surpreendido positivamente ao saber do recém-anunciado (no Brasil) projetor multimídia Dell M209X, já direcionado ao uso doméstico (de quem tenha bastante dinheiro sobrando...) ou de pequenas e médias empresas. É um projetor que pode ser levado na mochila (pesa menos de 1,2kg), e dá um banho nos meus 2 modelos de referência com relação às especificações que me interessam, como resolução (1024x768 nativo) e brilho (2000 lúmens contra os 1200 do modelo doméstico da Epson acima). E está na mesma faixa de preço dos modelos acima.

Ainda está muito caro, na minha opinião - R$ 3500 não é preço de produto eletrônico não-essencial. Mas a indústria eletrônica funciona assim mesmo: quando subitamente os produtos começam a ficar mais integrados tecnologicamente e mais avançados, a geração anterior passa a poder ser vendida a um patamar de preço inferior. Quem sabe em breve não teremos projetores de 2,5kg, 1200 lúmens e marca reconhecida a R$ 1000 no mercado formal?

Só resta aguardar, confiar no princípio da racionalidade dos agentes econômicos, e continuar acompanhando - a este preço eu não compro, nem mesmo se ganhar na loteria!

Goosync: sincronizando seu smartphone ou PDA com o Google Calendar

Se você tem um smartphone ou PDA com acesso fácil à Internet e já é usuário do Google Calendar, deve experimentar ainda hoje o Goosync, um serviço que sincroniza a agenda do aparelho com a do seu Google Calendar, com razoável segurança e praticidade.

Como a minha agenda anda complicadíssima (talvez você tenha notado que na semana passada não saiu nenhum artigo novo por aqui), nada melhor que começar a semana com um mini-artigo sobre um sistema de controle de agenda, certo?

Não vou dar instruções detalhadas de instalação e configuração, porque para cada tipo ou família de aparelhos é diferente. Mas no meu N95 ele criou simplesmente um perfil de configuração a mais, na ferramenta de sincronização nativa do aparelho, que conecta via Internet ao serviço Goosync e faz o que se propõe. Ao final da operação, as duas agendas ficam sincronizadas - e eu continuo usando a software de agenda original do aparelho, sem necessidade de instalar algum outro.

Na conta gratuita, disponível a qualquer interessado, você tem acesso a sincronização bidirecional, pode sincronizar com o Google Calendar normal ou com o do Google Apps, e acessa compromissos dos próximos 30 dias. No caso da conta Premium (paga, naturalmente), você passa a poder sincronizar compromissos de até 365 dias para a frente, acessar múltiplos Google Calendars, sincronizar contatos e pendências (Tasks) e ativar sincronização automática.

Existe uma página técnica explicando como o serviço funciona e os detalhes básicos sobre o modelo de segurança (eu fiquei feliz ao perceber que não precisei passar nenhuma senha minha pelo serviço deles), e outra página detalhando os aparelhos suportados.

Eu instalei há 10 dias e estou satisfeito com o serviço gratuito. Assinei o serviço pago também, para poder contar a vocês como é (fica pra depois!), mas não pude completar os testes devido a uma incompatibilidade com meu aparelho (aparentemente recém-resolvida, preciso voltar a testar).

Recomendo que você experimente! E se já experimentou, ou se conhece um serviço similar, compartilhe conosco sua experiência nos comentários!

Gerenciamento de Projetos: como iniciar uma carreira de sucesso

Como iniciar uma carreira de sucesso em Gerenciamento de Projetos? Esta é uma área em ascensão, como demonstram os inúmeros cursos, especializações, certificações, eventos e publicações na área em anos recentes.

E ninguém melhor para falar sobre sucesso em uma carreira do que uma pessoa que chegou lá. É o caso do Ricardo Vargas, autor conhecido no âmbito do Gerenciamento de Projetos no Brasil, e que é "Especialista em planejamento, gestão e controle de projetos. Foi, nos últimos dez anos, responsável por mais de 30 projetos de grande porte no Brasil, coordenando uma equipe de mais de 500 profissionais de gerenciamento de projetos nas áreas de telecomunicações, informática, finanças e energia, com um portfólio de investimentos superior a 5 bilhões de dólares."

Em mais um de seus podcasts sobre gerenciamento de projetos (tema constante de artigos aqui do Efetividade), desta vez Vargas escolheu um tema que me interessou bastante: conselhos dedicados a quem está começando sua carreira na área, frisando que se trata de um apanhado de opiniões, e não de um tratado sobre o que é certo ou errado na carreira de cada um.

Ele começa elencando o que considera como os fatores clássicos de sucesso em gerenciamento de projetos: entender o que é projeto e o que está acontecendo na área de projetos, e especialmente entender que projeto está relacionado a investimento, a novos negócios, a desafios, a trabalhos não-rotineiros.

Para Vargas, os pilares de uma carreira sólida na área são três: desenvolvimento profissional com experiência internacional (mesmo que seja participação em congressos e cursos) + certificação; relacionamento e networking; e a experiência, mesmo que começando por baixo - ele frisa que às vezes vale a pena até mesmo aceitar determinados projetos sem lucro financeiro para si, para adquirir a experiência e até para enriquecer o currículo.

Se ele tivesse que reiniciar sua carreira na área hoje, eis o que ele priorizaria:

  • Treinamento formal - MBA, especialização ou outra pós-graduação em gerenciamento de projetos, curso específico, curso de férias fora do país, ou o que estiver ao alcance. Pensar globalmente, mesmo que só possa agir localmente. Vale muito para o currículo, e agrega à experiência.
  • Certificação: Ele começaria por obter a qualificação necessária para poder buscar a certificação PMP, do PMI, que é o que o mercado conhece e pede. Deixaria outras certificações que servem como diferencial (PRINCE2 e outras) para um segundo momento, como foi de fato o caso da carreira dele.
  • Networking profissional: investiria muito no networking profissional, com um profile caprichado no LinkedIn (existe algum equivalente nacional tão bem aceito?), participando ativamente nos fóruns e listas de discussão, indo a congressos sem esquecer de trocar cartões e apertar mãos.
  • Idiomas: para ele, é fundamental aprender e dominar outro idioma, preferencialmente o inglês, que é básico. Outros idiomas são diferenciais.

Ele deu ainda uma dica: procurar entrar como voluntário em organizações voltadas ao gerenciamento de projetos, como o PMI, porque é uma grande oportunidade de agregar conhecimento, experiência e enriquecer o networking.

Ele termina lembrando que conselho se fosse bom seria vendido, e não dado, mas estes são os conselhos que ele pode compartilhar conosco. Eu gostei, e recomendo!

Para saber mais, consulte a a área de podcasts do site do Ricardo Vargas, ou ouça diretamente a minha cópia (autorizada) em MP3.

E o Ricardo vargas pode ajudar o seu início de carreira ;-)

Para aqueles que querem ir se adiantando, e não fazem questão de sempre contar com a ortodoxia das literaturas disponibilizadas pelo próprio PMI, sugiro 2 livros que eu li e venho recomendando a colegas que estão ingressando em ambientes orientados a projetos, ambos de autoria do mesmo Ricardo Vargas que nos forneceu o tema do artigo que você está lendo.

Gerenciamento de Projetos: Estabelecendo Diferenciais Competitivos, 6a. edição: é um "livrão", em formato típico de material escolar (bastante apropriado) que em suas 276 páginas apresenta um panorama geral (e bem prático) do gerenciamento de projetos. Vai desde os conceitos até a aplicação, bom como primeiro livro ou material introdutório.

Manual Prático do Plano de Projeto, 3a. edição: também em formato grande, traz em suas 232 páginas os modelos de documentos de projetos, desde o termo de abertura ("project charter") até o término dos processos previstos no PMBOK. Além de trazer os modelos, ele traz ainda exemplos de preenchimento para um projeto fictício, e inclui um CD-ROM com os arquivos correspondentes. Não é um bom primeiro livro, porque as explicações e conceitos são bem mais superficiais, mas pode ajudar bastante na prática dos projetos.

Procure ambos na biblioteca ou na sua livraria preferida, folheie e verifique se vale a pena comprar. Eu comprei o primeiro, e estou considerando seriamente comprar também o meu próprio exemplar do segundo.

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Escolhendo um pen drive ou HD externo

Enquanto conversava com o Marco André sobre a cobertura da Bossa Conference que ele estava fazendo para o BR-Linux, fiquei sabendo da perda do pen drive dele, e de como ele acabou encontrando uma solução para vários problemas a partir deste pequeno infortúnio.

Perder pen drives é cada vez mais comum, conforme estes aparelhinhos se tornam mais onipresentes. Eles estão cada vez mais baratos, mas os dados armazenados neles podem ser o problema - tanto por perdermos acesso a eles, quanto pelo risco que pode representar eles serem encontrados por outras pessoas.

Pedi para o Marco relatar brevemente a solução que ele encontrou (que não passa pela questão dos dados), porque resolve junto outro problema: o da leitura de cartões de memória de câmeras digitais. Ao final, acrescento também a minha própria solução para os problemas que ele apontou.

Mas tudo isso é pretexto para perguntar a vocês: como vocês selecionam suas soluções de armazenamento portátil de arquivos? O modelo de pen drive, card drive, hd externo, etc. que você usa atende bem? Compartilhe suas recomendações conosco nos comentários!

Segue o texto do Marco André:

Depois que perdi meu pendrive de 2 GB na minha última viagem, fiquei pensando sobre qual modelo iria comprar. Juntei a isso a dificuldade que já encontrei de descarregar as fotos de algumas máquinas fotográficas digitais e pensei numa solução que resolveria os dois problemas de uma vez: comprar um leitor de cartões e um cartão com o tamanho equivalente ao meu antigo pendrive.

Pesquisando um pouco, encontrei alguns modelos de leitores de cartão com o tamanho e formato de pendrive, exatamente o que eu procurava. Encontrei também leitores maiores e que liam diversos tipos de cartão. No meu caso, no entanto, bastava que o leitor fosse compatível com os padrões SD e MMC, comuns à maioria das máquinas digitais que eu tenho contato, como as da Canon e Sony. O cartão escolhido foi um SD de 2 GB, já que eu posso usá-lo também na minha Canon A530 e no Palm.

Como me disseram que existem casos de incompatibilidade entre cartões de mais de 2 GB com algumas máquinas digitais, preferi não arriscar. Decididos os modelos, fui às compras. Pesquisei rapidamente em cerca de oito lojas, e a diferença de preços foi grande. Consegui comprar o leitor por R$ 20,00 e o cartão de 2 GB por R$ 50,00. Como economizei algum dinheiro, acabei comprando também um mini hub USB de quatro portas, também por R$ 20,00.

No final, obtive o equivalente a um pendrive de 2 GB por R$ 70,00 e ainda posso descarregar as fotos das câmeras tanto no Windows como no Linux sem ter que instalar drivers ou fazer configurações. Além disso, numa emergência, posso usar o cartão ma máquina pra gravar dados, ou o cartão de 2 GB para gravar fotos e vídeos.

Como desvantagem, posso citar que o leitor não possui cordão para o pendurar, o que torna mais fácil perdê-lo. Além disso, possui duas tampas móveis, uma para proteger o cartão e outra o conector USB, o que possibilita a perda das tampas. Uma dica é procurar por leitores que resolvam esses pequenos problemas.

Resumo:

  • O que foi feito: trocar o pendrive por um leitor de cartões e um cartão SD.
  • Quanto custou: R$ 70,00
  • Dificuldade: baixa, pois bastou comprar ambos e colocar o cartão no leitor
  • Vantagens: usar o leitor para baixar fotos, usar o cartão na máquina fotográfica
  • Desvantagens: facilidade em perder o pendrive ou as tampas do leitor

Pegado carona na história do Marco, já vou contar a minha escolha: é um pen drive Sandisk Cruzer Micro de 2GB, igual o da foto acima. Ele não tem tampa - aquela superfície branca na superfície lateral é uma chave que retrai ou expande o conector USB, protegendo-o quando não estiver em uso. Como ele tem a argola para chaveiro, eu o prendo à corrente do meu crachá, cujo porte é obrigatório nas minhas atividades profissionais, e assim acabo garantindo que estou sempre com o pen drive à mão no trabalho, que é onde de fato tenho uso para ele.

Esse pendrive vem com o sistema U3, que eu acho um saco - drivers sendo instalados, ativados e dando conflitos a cada vez que insiro o pen drive em um micro rodando Windows para fazer alguma apresentação ou transferir algum artigo. Felizmente existem maneiras de desinstalar o U3, e aí ele passa a ser um pen drive normal - e com a ajuda dos PortableApps, o objetivo principal do U3 continua sendo atingido.

E você? Que pen drive ou HD externo tem usado recentemente? Recomenda?

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