Organização • Produtividade pessoal • Atitude
Efetividade. Agenda em dia e caixa de entrada vazia

Cozinheiro de primeira viagem? 4 erros a evitar

Quem começa a morar sozinho ou acaba encarando uma situação em que precisará cozinhar tende a cometer uma série de erros, como em qualquer outro processo de aprendizado. Mas alguns destes erros são tão comuns que podem ser evitados mesmo sem ter de cometê-los pessoalmente.

Como cozinheiro sou um excelente Administrador, embora me vire no essencial. E já não cometo os 4 erros abaixo:

  1. Deixar de ler a receita inteira antes de começar: mesmo receitas feitas para execução por iniciantes às vezes têm armadilhas, apresentando os passos fora da ordem em que precisam ser executados. Leia tudo antes, entenda quais ações precisam ser realizadas (e em que ordem), prepare o ferramental adequado e verifique se você tem todos os insumos. Se não tiver, corrija no mercadinho da esquina ANTES de começar!
  2. Encher demais a panela: qualquer formando em engenharia mecânica pode lhe explicar as leis da termodinâmica envolvidas neste processo de várias maneiras que você não vai entender, mas uma panela ou frigideira excessivamente cheia torna desiguais e menos eficientes as transferências de calor, e atrapalha em muito o resultado final. Cozinhe em lotes, ou arranje uma segunda panela e promova o paralelismo. Planeje bem os tempos, mas deixe um forno pré-aquecido em temperatura baixa (200 graus) para manter aquecidas as porções que ficarem prontas antes das demais.
  3. Deixar de aquecer a panela: ao assar ou fritar, e em outras técnicas culinárias avançadas demais para mencionar por aqui, é importante que a panela esteja quente o suficiente para vedar a superfície da carne, peixe, ave ou vegetal que você estiver processando, assim que você encostá-los na superfície - caso contrário, todos os fluidos escaparão, e o prato ficará seco ou sem sabor. Aqueça antes, tomando precauções necessárias para evitar um incêndio ou outro acidente doméstico.
  4. Usar uma panela pequena demais: quando você coloca os ingredientes (que estão à temperatura ambiente) em uma panela previamente aquecida, com óleo ou água, a temperatura dela baixa imediatamente, e não há o que fazer a respeito exceto garantir que ela tenha calor suficiente para reduzir os danos da queda de temperatura. Para isso, você precisa ter uma quantidade suficiente de água ou óleo aquecidos, e portanto... uma panela com tamanho suficiente.

Estas 4 dicas, e mais algumas, estão no artigo "Common cooking mistakes". Sugestão do chef: compartilhe conosco, via comentários, as dicas que você demorou para aprender quando começou a precisar cozinhar!

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Como organizar sua carteira

Da outra vez que escrevi sobre carteiras, no artigo de 2007, também comecei lembrando da carteira do George Costanza, do seriado Seinfeld. Se você não assistia, eu vou contar: ele guardava nela, entre outras coisas, recibos, cupons, cédulas de outros países e todas as suas receitas de medicamentos. Mesmo assim, ele insistia em levá-la sempre no bolso de trás. Até que um dia ela explodiu.

Organizar a carteira não é tão difícil, mas mantê-la organizada a longo prazo é. Pulando rapidamente as dicas do artigo anterior (usar uma carteira menor, arquivar em local apropriado as coisas que não precisam andar com você, jogar fora o que não precisa ser guardado, ter um porta-retratos ;-) ), vamos a mais algumas dicas rápidas:

  • Leve só as identificações necessárias: a sua carteira de motorista provavelmente serve para legalmente identificar você na maioria das situações, e tem fé pública - portanto serve para comprovar também seu RG e CPF, se eles constarem nela. Leve consigo outros documentos de identidade (como o RG, carteira de conselho profissional, etc.) só se for precisar deles! Porte outros documentos, como o certificado de licenciamento de veículo, nos casos em que houver exigência legal. Portar a carteira do seu plano de saúde também pode valer a pena.
  • Tenha um arquivo pessoal seguro, organizado e de fácil acesso: muitos documentos e cartões são usados apenas raramente, e em situações previsíveis. Deixe no arquivo, e longe da sua carteira, a sua certidão de nascimento, carteira de trabalho, certificado de reservista, CPF, título de eleitor, comprovantes de votação, certidões diversas, certificados de conclusão de cursos, um segundo cartão de crédito, folhas de cheque excedentes, etc.
  • Tenha um porta-cartões fora da carteira: e deixe nele aquela coleção de cartões de desconto e fidelidade que as empresas nas quais você faz compras usualmente querem que você carregue. Eu levo comigo o cartão do supermercado no qual faço a maioria das compras, e deixo na mochila, ou no carro, os demais. Se forem perdidos ou extraviados, o prejuízo é mínimo ou inexistente, e assim eu consigo localizá-los sempre que pretendo usá-los, sem ocupar espaço na carteira.
  • Não leve um bloco de cheques inteiro: essa vale até mesmo como segurança. Deixe o bloco na gaveta, e leve consigo apenas uma ou duas folhas, juntamente com o respectivo canhoto. Atualize diariamente, e use as folhas seqüencialmente, pois assim você terá chance de saber quais folhas bloquear em caso de perda ou roubo.
  • Não leve vários cartões de crédito ou de banco: Se possível, leve apenas um, ou reduza o número ao mínimo. Além de favorecer a consolidação das suas operações financeiras, assim você reduz o volume e aumenta sua segurança.
  • Tenha uma segunda carteira em casa: se você tem medo de que os cartões e documentos excedentes possam se extraviar, arranje uma segunda carteira e mantenha tudo nela, em um local seguro da sua casa.
  • Faça um bom backup: tire uma foto, ou copie em um multifuncional (não faça isso fora de casa) de todos os documentos e cartões que você leva na carteira, com nitidez suficiente para ler tudo o que aparece tanto na frente como no verso. Se um dia você perder sua carteira, ou ela for roubada, você saberá rapidamente os telefones das operadoras de cartão, do seu banco, e os números de tudo que você precisará bloquear.

Assim você pode ganhar tanto espaço, que talvez até passe a caber um Swisscard Lite na sua carteira. E agora é a vez de vocês: quais as suas dicas para manter a carteira bem administrada?

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Blogueiros profissionais trabalham em casa até a exaustão?

Segundo esta matéria do New York Times traduzida pelo Terra e indicada ao Efetividade.net pelo marrcandré, há já um conjunto de casos de blogueiros profissionais que andaram pagando o preço pelo sedentarismo e pelas atividades sem horário nem controle.

É claro que os blogueiros poderiam trabalhar em outro lugar, e eles professam amor pela ação ininterrupta e pela possível oportunidade de criar um veículo mundial de mídia sem grande investimento financeiro. Ao mesmo tempo, alguns começam a se perguntar se alguma coisa saiu muito errado no conceito. Nos últimos meses, dois dentre eles morreram subitamente.

No mês passado, em Forth Lauderdale, Flórida, foi realizado o sepultamento de Russell Shaw, um blogueiro prolífico que tratava de assuntos tecnológicos e morreu aos 60 anos de ataque cardíaco. Em dezembro, outro blogueiro especializado em tecnologia, Marc Orchant, morreu de enfarte coronário fulminante aos 50 anos. Um terceiro, Om Malik, 41, sobreviveu a um ataque cardíaco em dezembro.

Outros blogueiros se queixam de ganho ou perda de peso, distúrbios do sono, exaustão e outros males nascidos do desgaste constante de produzir para um ciclo de informação e notícias que nunca pára, como o da Internet.

Eu não diria que são os populares "ossos do ofício", até porque conheço bom número de pessoas que ganha um bom dinheiro com blogs e têm boa qualidade de vida nestes aspectos. Mas é um sinal de alerta e um lembrete para todos nós, incluindo os não-profissionais, como eu: a tentação do sedentarismo é grande, mas o preço também é alto.

A matéria traz um testemunho interessante:

A pressão atinge até mesmo aqueles que trabalham por conta própria - e são bem remunerados por isso.

"Não morri ainda", disse Michael Arrington, fundador e co-editor do TechCrunch, um popular blog de tecnologia. O site gerou milhões de dólares em receita publicitária, mas o custo foi ponderável: Arrington diz que ganhou mais de 13 quilos nos últimos três anos, sofre de distúrbios graves do sono e transformou sua casa em escritório para ele e outros quatro funcionários. "Em determinado momento, terei um colapso nervoso e serei internado em um hospital, ou algo assim vai acontecer".

"Esse ritmo não é sustentável", disse.

Mas a natureza dos estímulos também é apresentada na mesma matéria:

Não se sabe quanta gente escreve blogs remunerados, mas o número certamente atinge a casa dos milhares ou talvez dezenas de milhares.

O surgimento dessa categoria de trabalhador da informação segue em paralelo com o desenvolvimento da economia online. Porque a Internet se tornou uma importante mídia editorial, a publicidade agora se transferiu para a rede com toda a força.

(...) Os blogueiros de alguns dos maiores sites dizem que os escritores podem ganhar US$ 30 mil (cerca de R$ 50 mil) ao ano, inicialmente, e que alguns deles atingem os US$ 70 mil (R$ 115 mil). Alguns dos mais incansáveis ultrapassam a marca de US$ 100 mil, e alguns empresários do setor criaram pequenos impérios na Internet que geram centenas de milhares de dólares ao mês. Outros escritores que estão tentando fazer carreira com blogs dizem que conseguem faturar apenas por volta de US$ 1 mil mensais (R$ 1,7 mil).

Eu conheço pessoalmente um brasileiro que mantém 2 blogs nas horas vagas e tem rendimentos mensais (em reais) com eles na casa dos 5 dígitos, consistentemente. Mas isso não vale nada na hora de um enfarte, um derrame ou uma trombose, por isso fica a dica: saia do computador, pratique um esporte, se alimente bem, durma um número de horas suficiente, e se relacione pessoalmente com pessoas de que você genuinamente goste!

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Agenda: como marcar compromissos e reuniões com efetividade

Marcar compromissos e reuniões de forma efetiva envolve um conjunto de técnicas simples, mas nem tão evidentes. Para quantas reuniões você já foi chamado sem saber o assunto, a pauta, quem mais estaria presente? Quantas vezes uma reunião na qual você exerceria papel importante foi marcada para uma data na qual você estava indisponível?

E quantas vezes você mesmo marcou uma reunião sem considerar as questões acima com relação aos demais participantes?

Para evitar este tipo de erro e garantir que as reuniões agendadas por você mesmo *não* sejam vistas como uma inconveniência, o Efetividade.net reuniu esta série de dicas de agendamento de reuniões. Fique à vontade se quiser imprimir e "esquecer" na mesa do seu chefe, da secretária dele, ou mesmo pregar no mural perto do bebedouro! Este não é um talento que você possa incluir com facilidade no seu currículo, mas pode sempre ser um diferencial na carreira, ou pelo menos na vida funcional ;-)

Dicas para agendamento efetivo de compromissos

  • Tenha certeza de precisar de uma reunião: quantas reuniões são marcadas de forma desnecessária ou redundante? Quanto mais formalizados os processos, mais oportunidade há para surgir a demanda por reuniões sem um objetivo real - a entrega de um documento que não será discutido nesta mesma oportunidade, a obtenção da assinatura formal em um documento já previamente aprovado, etc. Use bem as rotinas de gabinete e protocolo, e deixe as reuniões apenas para os momentos em que de fato for haver interação que interfira na tomada de decisões, ou trabalho realizado em conjunto.
  • Chame só quem precisa comparecer: quem não tem informações relevantes, não será diretamente afetado, e não tem o poder de decisão apropriado, geralmente não precisa comparecer. Chamar a equipe completa, para garantir que todos sejam informados ou se sintam comprometidos, evidencia problemas de comunicação que precisam ser resolvidos de outra forma. E se o seu chefe se sente deixado de lado se não for avisado de todas as reuniões, procure desenvolver o talento de convencê-lo de que determinadas reuniões estão abaixo do nível de importância dele - a não ser que a presença dele de fato acrescente algo ao resultado da reunião.
  • Defina e divulgue a pauta: ter uma pauta conhecida por todos ajuda a reunião em si a ser produtiva, mas também é muito importante para o agendamento. Sabendo exatamente qual a lista de temas programados, cada participante terá melhores condições de tomar suas decisões relativas ao agendamento, priorização, etc. - além de poder se preparar e levar os documentos e dados necessários.
  • Ofereça uma série de alternativas de datas e horários: quem nunca passou por uma longa série de e-mails entre 4 participantes de uma mesma reunião futura, tentando achar a data perfeita para todos? "Terça eu não posso", "De tarde não vai dar", etc. Isto acontece porque a pessoa que iniciou a marcação da reunião foi específica demais (propôs um único horário e data) ou genérica ao extremo (propôs que seja em qualquer dia da semana que vem, por exemplo). Uma boa alternativa é propor uma série de 3 a 5 datas e horários, para que cada participante diga qual prefere, e em quais não pode. Assim, após receber uma resposta de cada um, a pessoa responsável por marcar a reunião pode tomar a decisão certa, e comunicar a todos. Existem diversos softwares e sites que automatizam o processo, mas quando a reunião é de poucas pessoas, isto pode ser feito facilmente por e-mail.
  • Reduza o tempo de deslocamento: Se a reunião vai exigir que parte dos participantes se desloque, leve isso em conta. Marque o compromisso para um horário que seja compatível com o tempo de deslocamento, e se possível faça-o em um local que seja conveniente para a maioria dos participantes. Sou integrante de uma associação que marca seus encontros semanais para uma cidade em que nenhum dos associados reside, baseada no critério de que é o ponto mais próximo do meio do caminho para todos. Me parece uma decisão próxima da estupidez: assim o que se garante é que absolutamente todos tenham que se deslocar, em geral por horas, de forma a compartilhar a inconveniência entre todos, e assim todos terem tratamento igual. A maneira racional seria realizar as reuniões ordinariamente no local em que a maioria dos associados estejam (mesmo que não seja o local em que eu mesmo me encontre), e ocasionalmente (e de forma proporcional) realizá-las nos demais locais. Quando o tempo de deslocamento for pequeno ou os participantes estiverem geograficamente dispersos, aí sim faz sentido agendar para um local no meio do caminho e que seja conveniente para todos.
  • Deixe espaço antes e depois do evento: Se o evento é às 10h e vai durar 45 min, eu prefiro agendar das 9h40 às 11h (sem contar deslocamento), sempre que possível. Parece um uso ineficiente do tempo, mas assumir desde o princípio que vou precisar de 20 minutos para me preparar e de 15 minutos para as notas e contatos pós-reunião na verdade ajusta a agenda à realidade, e impede que estas atividades (que na prática sempre ocorrem) atrapalhem outros agendamentos.
  • Não misture os compromissos pessoais e os profissionais: ou ao menos evite tanto quanto puder. Quando o agendamento não dá certo - e de vez em quando não vai dar, por mais efetivo que você seja - e uma reunião se prolonga, é relativamente fácil avisar e explicar isto para as pessoas com quem você teria outros compromissos de trabalho ou da mesma natureza. Mas se o próximo compromisso fosse com os filhos, a esposa ou uma consulta no médico, tudo fica mais complicado. Deixe espaços maiores entre compromissos de natureza diferente!
  • Mantenha os guardiões da sua agenda sempre atualizados: Se mais pessoas cuidam da sua agenda, além de você, é importante que elas sempre saibam a tempo das modificações que você mesmo promoveu, ou dos compromissos que agendou pessoalmente. Agendas compartilhadas ou públicas (como o Google Calendar, especialmente se você usá-lo em seu smartphone) podem ser uma boa opção neste caso, mas não substituem a sua própria disciplina. E a pena para não atualizar todo mundo que tem controle sobre a sua agenda é de vez em quando perceber que precisaria estar em 2 lugares ao mesmo tempo, ou que duas pessoas igualmente importantes estão do lado de fora da sua sala, aguardando para tratar de assuntos que lhe interessam, no mesmo horário.

As dicas acima, e várias outras, podem ser vistas em mais detalhes (e com explicações bem diferentes!) no artigo 10 Tips For Improving Your Appointment Setting Skills. Conto com vocês para oferecerem suas próprias dicas de agendamento, nos comentários!

Leia também:

Aproveite e leia também o texto "Por que não gostamos de reuniões", do Pedro Pimentel.

Qual a sua melhor alternativa ao disque-pizza?

Os serviços de tele-entrega de pizza podem ser a salvação nas noites em que as atividades (sejam elas de trabalho, ou de lazer em casa) se prolongam de forma imprevista, e podem também ser um problema (quem sabe até mesmo de saúde pública) quando se transformam em hábito ou em primeira escolha.


Lanchinho.

Para mim, a melhor alternativa ao disque-pizza é comer melhor no café da manhã e no almoço, e ter pouca fome durante a noite. Ocasionalmente, a pizza entregue em casa é uma boa variação, mas tenho dúvidas de que possa ser um hábito saudável, mesmo em condições bem menos sedentárias que as minhas. Mas recentemente o Marco André conversou comigo sobre este assunto no Google Talk, e falou que estava com vontade de escrever sobre como ele se livrou dos serviços de entrega de pizza, sem se livrar do hábito de jantar massas. O foco dele é a praticidade, a economia e mesmo o sabor, como você vai perceber - e não os hábitos saudáveis!

O Marco é professor universitário, e tem os horários completamente deslocados em relação a quem tem expediente diário terminando às 18h. E ele escreveu de fato o artigo, intitulado "Uma alternativa ao disque-pizza", contando a alternativa que ele adotou e vem mantendo. Separei um trecho:

É cada dia mais comum o uso de serviços de entrega de comida, principalmente o disque-pizza. O motivo para utilizar o serviço pode ser uma emergência que obriga a ficar até mais tarde no local de trabalho, um plantão, chegar em casa e se depara com geladeira e armários vazios ou mesmo o comodismo de receber o jantar pronto. No meu caso a principal razão é meu horário de trabalho, que me faz chegar em casa perto das 23:00 e com muita fome.

Ele elencou prós, contras e requisitos da alternativa que encontrou. Tenho certeza de que bastante gente vai discordar, mas convido estes desde já a também descreverem como resolvem o dilema das refeições rápidas (e, de preferência, saudáveis e variadas) que a rotina nos leva a fazer, cada vez mais!

Leia também:

E já que estamos falando de massas, veja também a macarronada efetiva da Carla do Brasil!

Chega de bagunça!

Nestes tempos de probloggers, posts patrocinados, publieditoriais e venda de conteúdo, links para blogs de desconhecidos continuam úteis como sempre, mas eu me sinto na obrigação de avisar que não estou fazendo jabá, brodagem ou qualquer tipo de escambo: nem mesmo sei quem é que mantém o Chega de Bagunça, embora saiba que seja uma empresa que faz consultoria e presta serviços na eliminação da bagunça alheia. Talvez os autores nem fiquem sabendo que eu os linkei por aqui - exatamente como deve ser.

Mas o blog desta empresa é cheio de dicas interessantes de organização doméstica. O uso de pronomes me deu a impressão de que o material é voltado ao público feminino, mas não faz mal - meu apartamento não se organiza sozinho, e quando eu encontro uma dica que não me interessa - como a de tirar o cheiro de cebola e alho das mão após cortá-los - é só pular ;-)

Li graças à dica da Michelle (obrigado!) e recomendo! Selecionei alguns links diretos para posts recentes de lá, para vocês terem uma idéia:

Links para outros blogs brasileiros que tratem dos mesmos assuntos aqui do Efetividade são sempre bem-vindos!

Aproveite e veja estes artigos anteriores aqui do Efetividade:

Artigos recentes: