Organização • Produtividade pessoal • Atitude
Efetividade. Agenda em dia e caixa de entrada vazia

Adsense: como ganhar dinheiro na Internet - de verdade

Há poucos meses, um vídeo produzido pelo Google em uma palestra realizada no Brasil sobre como maximizar o retorno do Adsense causou sensação entre os usuários deste sistema de anúncios contextuais, e foi coberto largamente por uma infinidade de blogs. Eu assisti, e de fato as dicas do vídeo fizeram meus rendimentos crescerem um bom percentual.

O vídeo é este aí em cima, e muitos de vocês já devem ter assistido. Mas hoje o Gustavo Roberto me avisou que escreveu um artigo bem completo sintetizando o conteúdo do vídeo. Eu li e achei interessante, especialmente se usado como complemento ao vídeo em si. Se você usa Adsense, dê uma olhada!

Para você ter uma idéia, o anúncio do Adsense fixo em layout que mais rende, diariamente e de forma consistente, entre todos os meus sites, foi criado seguindo precisamente as instruções do vídeo. O formato é 300x250, o posicionamento é imediatamente abaixo do título dos textos, e no mês corrente este anúncio individualmente não rendeu menos de US$ 30 em nenhuma data, chegando a render mais que o triplo disso nos melhores dias.

Leia também:

Como aumentar o alcance da sua rede wireless - do jeito menos comum

Curiosamente, quando se trata de aumentar o alcance de redes sem fio domésticas, as formas mais comuns são também as mais criativas, porque não envolvem gastar dinheiro. Aqui mesmo no Efetividade já tratamos do tema duas vezes: a que ensinou como aumentar o alcance da rede sem fio usando uma lata de refrigerante cortada ao meio, e a que explicou como fazer o mesmo usando cartolina e papel alumínio.

Mas esta semana eu me defrontei com uma situação em que estes meros refletores e concentradores de sinal não conseguiram resolver: a existência de uma série de obstáculos entre os locais em que o access point poderia ser instalado, e o ambiente onde a rede sem fio era necessária. E acabei recorrendo à forma menos comum de resolver este problema em redes residenciais: investindo em equipamento adicional.

A primeira possibilidade que investiguei foi usar um repetidor de sinal, mas além de ser muito mais caro, esbarrava na ausência de alimentação elétrica no caminho. Mas a segunda alternativa funcionou bem, e agora compartilho com vocês: comprei uma antena omni (antenas direcionais não serviriam para o meu propósito) de capacidade um pouco maior (apesar de ter visto o tutorial explicando como transformar uma antena comum em antena de alto ganho, preferi adquirir uma pronta) e 5m de cabo extensor.

A antena que eu comprei é uma D-Link DWL-50AT de 5dBi, igual à da foto acima. Não sou engenheiro, e não contem comigo para explicar os detalhes do funcionamento dela, mas trata-se de uma antena omnidirecional, bem similar à antena original do meu access point, mas com maior ganho, o que representa um bom aumento potencial do alcance.

Ela é compatível com o conector comum aos access points da D-Link, e eu pretendia usá-la em um access point da Linksys, então foi necessário obter um adaptador. Mas fui um pouco mais longe: ao invés de me contentar com um simples adaptador de conectores, comprei um cabo de 5m (homologado pela ANATEL) com os conectores adequados pré-instalados nas suas pontas - assim a antena pôde ser colocada um pouco mais longe do local em que o access point precisava ficar, e o maior dos obstáculos deixou de estar no caminho.

Eu gastei pouco mais de R$ 50 no total (mais frete), via 2 fornecedores diferentes no Mercado Livre, e em 2 dias úteis estava com a solução montada, e o sinal chegando onde precisava chegar. Não precisou de ferramentas, foi só rosquear o cabo e a antena, e depois fixar o cabo ao longo da parede. Se você pesquisar, é provável que encontre por menos - e se entender um pouco de eletrônica, pode pensar em fazer seu próprio cabo e antena, pagando somente as peças.

Não ganho comissão e nem posso oferecer garantia sobre os produtos e serviços comercializados por eles, mas os vendedores do MercadoLivre que me atenderam foram este e este.

Se você estiver planejando fazer algo parecido, posso afirmar que no meu caso deu tudo certo, mas sugiro que analise com calma a sua situação, e se não quiser correr riscos, peça ajuda de um profissional da área.

Fim de jogo: efetividade no encerramento de reuniões

Já abordamos a efetividade nas reuniões em artigos recentes, como o que fala da importância das atas e registros, o que trata de como começar e terminar reuniões na hora marcada, e o de dicas simples para reuniões mais produtivas.

E hoje vamos ser um pouco mais específicos, com base em um artigo recente do Pimp Your Work. Nossa pauta será: como encerrar uma reunião com efetividade.

Como encerrar uma reunião com efetividade

Uma reunião de trabalho idealmente tem introdução, desenvolvimento e conclusão. Na introdução os participantes e temas em pauta são apresentados; no desenvolvimento, debate-se os temas e as soluções são propostas; e na conclusão são sintetizadas as decisões e definições.

Entretanto, quando deixada ao acaso, muitas vezes a reunião se encerra sem uma etapa de conclusão apropriada, e assim as pessoas saem com opiniões diferentes sobre o que de fato foi definido, e quais as pendências que cabem a cada um. Já falamos anteriormente sobre a importância de produzir e divulgar uma ata de todas as reuniões, mas nem a ata será efetiva se as pessoas saíram da reunião com visões diferentes sobre o que foi tratado.

Vamos a um extrato dos passos para um bom encerramento de reunião, que sumarize tudo o que foi discutido e decidido. A seqüência é baseada no artigo "How to properly wrap up a meeting":

  • Tenha certeza de que todos os participantes estão presentes: se alguém saiu da reunião e não voltou, não há como o encerramento surtir efeito imediatamente para esta pessoa. Registre o fato, e certifique-se de enviar um resumo por escrito para ele o quanto antes.
  • Repasse brevemente os principais pontos discutidos: baseie-se em suas anotações, e preste atenção no feedback, registrando especialmente se alguém discordar delas, retificando.
  • Repasse, não tão brevemente, a lista do que precisará ser feito, por quem e até quando: possivelmente este é o ponto crucial. Explore-o até não restar qualquer dúvida, ambigüidade ou margem para confusão.
  • Agende a próxima reunião: mesmo que já esteja agendada, volte a anunciá-la.
  • Avise sobre a ata: informe quem vai fazer, quando estará disponível, como será enviada ou disponibilizada.
  • Abra a palavra para considerações finais: verifique se alguém tem comentários adicionais sobre os temas que estiveram em pauta.
  • Encerre de forma positiva: Pouca gente gosta de reuniões. Agradeça a todos por sua participação, deixe claro que valoriza o esforço e a presença de cada um, e reforce a importância do que foi discutido.

Leia também: Dicas simples para reuniões mais produtivas.

Logística: como aplicar nas compras de Natal

O Natal é uma excelente época para reflexão, para o convívio familiar, e para pensar naqueles aspectos da vida que não podem ser comprados no shopping center. Mas ele também é a temporada anual do consumo, e pouca gente escapa - ou mesmo deseja escapar - de dar presentes de Natal, e por isso acaba sendo importante encontrar maneiras de fazê-lo com efetividade.

Uma alternativa importante e sempre válida é oferecer presentes que não são comprados, como sua própria arte ou artesanato. Mas nosso foco hoje é outro: vamos aplicar um pouco de logística para lidar com a perspectiva de ter mesmo que ir ao comércio e comprar as famosas "lembrancinhas" para os familiares, colegas, funcionários e outras categorias de presenteados.

Para começar, vamos ver o que evitar. E é simples: se você quiser gastar mais do que precisa e terminar insatisfeito com o que comprou, simplesmente vá ao shopping (levando duas crianças junto, de preferência) sem definir quanto pode gastar, nem pensar anteriormente em quais as pessoas que deseja presentear, e o que deseja comprar para cada uma delas. Passeie a esmo olhando as lojas até encontrar presentes que lembrem as pessoas que você gostaria de presentear, e vá comprando até se sentir satisfeito.

O que está errado com a situação acima? Tudo! Você vai gastar mais do que pode, não vai comprar o melhor presente para cada pessoa, não vai distribuir equilibradamente os recursos disponíveis, e fatalmente vai esquecer de alguém.

Agora que já vimos como errar, vamos ver como acertar!

Como racionalizar as compras de Natal

Logística muitas vezes é definida como a arte de garantir que o produto ou recurso certo esteja no lugar certo, na hora certa, a um preço razoável. E as compras de Natal podem se beneficiar muito dela, garantindo que as pessoas certas recebam o melhor presente ao seu alcance, sem atrasos e com o mínimo de esforço.

Tratar o Natal como uma operação logística e contábil NÃO é efetivo, mas é menos pior do que tratá-lo como uma data comercial descontrolada. Veja uma forma de fazer, passo por passo:

  1. Defina o orçamento: saiba quanto você pretende gastar, e até que ponto pode flexibilizar este valor. Use as dicas do nosso artigo anterior sobre fluxo de caixa para o final de ano para que os valores sejam realistas.
  2. Liste as pessoas que você deseja presentear: Do começo ao fim, pense nas pessoas que você gostaria de presentear no Natal. Se tiver dificuldade para identificá-las, procure a partir desta lista de papéis: família, companheiros de trabalho, amigos, clientes, parceiros, pessoas que o tenham presenteado recentemente e que você gostaria de retribuir, pessoas que prestem serviço regularmente a você, pessoas para as quais um presente seu possa fazer a diferença ou ser o único presente que receberão.
  3. Liste as pessoas que você se sente obrigado a presentear: dar presentes por obrigação não é a atitude ideal. Mas se você se sente obrigado, liste estas pessoas também.
  4. Una as duas listas, em ordem de prioridade: Lembre-se de que estamos falando de logística. Coloque no topo da lista consolidada as pessoas para as quais a busca do presente é mais urgente, e vá descendo, até chegar naquelas para as quais você pode presentear com atraso.
  5. Agrupe os integrantes da lista: dependendo de como for a sua lista, existe a possibilidade de agrupar seus integrantes, definindo padrões de presentes: pessoas que vão ganhar cestas de Natal, pessoas que vão ganhar um DVD musical, um livro, ou mesmo um cartão (com uma mensagem original, pessoal, e escrita por você mesmo, a caneta!)
  6. Estime o custo dos presentes padronizados: Estime tudo, e some os valores ao final. Considere juntar-se a outras pessoas para dividir alguns destes presentes. E não entenda mal a expressão "presentes padronizados". Neste contexto, ela quer dizer apenas que, sob o ponto de vista logístico, os presentes terão características em comum. Por exemplo: os sobrinhos receberão brinquedos educativos, e os colegas da Seção de Contabilidade receberão DVDs de shows. Isso não quer dizer que você comprará o mesmo DVD para todos eles, mas sim que bastará ir em uma única loja, apenas uma vez, e comprar os presentes de todos eles - escolhendo o DVD adequado a cada colega.
  7. Distribua o saldo entre os presenteados restantes: as pessoas mais especiais em sua vida provavelmente não poderão ser incluídas em nenhuma categoria padronizada. Ao subtrair do orçamento disponível o total dos presentes padronizados, você saberá quanto pode gastar nos presentes delas, e distribuir este valor entre elas. Talvez conclua que precisa reestimar ou redistribuir alguns saldos - se for o caso, repita os passos acima até acertar.
  8. Defina o presente ideal para cada pessoa: mas não o faça num shopping ou loja on-line. Sente-se confortavelmente, pense e anote. A namorada gosta de ganhar biquinis, o irmão queria um tênis e o pai é apreciador de vinhos? Defina o que gostaria de presentear a cada um deles, se possível com uma alternativa extra para cada um, e anote tudo, juntamente com o valor que definiu para cada pessoa.
  9. Crie o roteiro e agenda de compras: neste ponto você já sabe o que pretende presentear a cada um. Crie um roteiro e defina os dias em que pretende visitar cada loja, procurando maximizar o número de presentes que poderá adquirir a cada deslocamento, ao mesmo tempo em que deixa tempo suficiente para escolher a variedade ideal. As lojas estarão apinhadas, portanto prepare-se. Mesmo assim, não deixe de comparar preços e condições para fazer a melhor escolha.
  10. Cuidado com as armadilhas: os lojistas SABEM o quanto é chata a peregrinação de loja em loja para encontrar o preço certo do presente ideal, e oferecem grande variedade de tentações para levá-lo a comprar algo mais por impulso, ou para comprar ali mesmo o que está sendo oferecido - que não necessariamente é o que você queria. Não seja inflexível, mas não aceite ser manipulado facilmente.
  11. Considere comprar on-line: especialmente no caso de lojas de boa reputação, e só quando tiver razoável folga entre o prazo de entrega prometido e a data em que o presente precisa estar de fato nas suas mãos. O Efetividade, com ajuda dos leitores, listou mais de 200 sugestões de presentes de Natal que poderiam ser comprados on-line. Confira, e navegue também pelas suas lojas de comércio eletrônico preferidas.

E agora é a sua vez. Qual a sua dica?

Leia também: Fim de ano: Estamos na metade de novembro. Você já está preparando o fluxo de caixa?

Como liderar seu chefe - a dica de Stephen Covey

Não sou propriamente um fã de Stephen Covey, autor de "Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes" e de toda uma série de livros ordenhando a mesma idéia básica.

Mas na semana passada o Lifehacker destacou uma dica rápida de Covey, publicada em novembro no recém-inaugurado blog dele, em que ele explica como você pode liderar o seu chefe. E é sobre isso que vamos conversar hoje.

Mas não lidere apenas o chefe!

Ele começa fazendo uma distinção importante: liderança não precisa ser ligada a autoridade formal, ela nasce do poder de influenciar. Assim, liderar seu chefe não significa ser o chefe dele, nem mandar nele, mas sim ter considerável poder de influência sobre ele.

E com a dose habitual de água-com-açúcar, ele apresenta a chave desta equação: a empatia. Pode parecer óbvio, especialmente para quem já desenvolveu bem este traço, mas é surpreendente o número de pessoas que acaba chegando a posições em que deveria liderar, mas não tem - e nem reconhece a sua carência - o nível necessário deste requisito.

Por outro lado, quem conhece o valor da empatia sempre pode dar o passo a mais, especialmente no que diz respeito a liderar ou apoiar pessoas, equipes ou... o chefe! E isto acaba tendo grande valor na busca dos objetivos pessoais ou coletivos, e até mesmo no avanço na carreira, desde que você seja autêntico e não erre a mão - para não acabar sendo visto como um manipulador ou, pior, um completo puxa-saco. E desde que a equipe e a organização acabem percebendo e reconhecendo este valor, é claro.

Covey explica como fazer, neste contexto específico: a empatia precisa permitir que você perceba os desafios, problemas, planos para o futuro e preocupações do seu chefe, e antecipar as suas próprias ações baseando-se nestes dados. Ele não diz isso, mas se você tem mesmo este dom, talvez nem precise tentar ativamente liderar o seu chefe, basta não usá-lo mal, complementar com as competências específicas adequadas, e a tendência será que você se torne um líder da equipe naturalmente.

Mas Covey também não está propondo que você desenvolva a empatia com seu chefe para manipulá-lo, e sim para simplesmente ser mais eficaz - e possivelmente efetivo - na organização. Ele cita um exemplo que eu consigo visualizar: uma pessoa que conseguiu lidar com um chefe extremamente crítico e detalhista, que se comunicava mal e sempre procurava - e encontrava - defeitos e considerava incompleto qualquer trabalho apresentado por sua equipe.

A pessoa do exemplo usou a empatia e começou a tentar descobrir o que o chefe realmente queria, e por que queria, a cada relatório e providência que solicitava, e aí entregava a ele resultados que atendiam ao que ele pretendia, mesmo que ele não comunicasse bem a sua intenção. E assim progrediu na carreira e saiu desta situação lastimável e comum, enquanto os demais colegas continuavam se limitando a falar mal do chefe na hora do cafezinho.

História água-com-açúcar? Sem dúvida, mas quantos chefes assim existem, quantos membros da equipe se limitam a falar mal dele no cafezinho (ou a tentar sabotá-lo), e quão poucos usam a observação e a empatia para dar o passo além que pode tirá-los dessa situação incômoda?

Fica a dica do Stephen Covey, portanto. Leia na íntegra em Become the Leader of Your Boss..

Organização doméstica: Está na hora de uma geral no seu guarda-roupas

O verão está começando, e chegou na hora de revisar o seu guarda-roupa. Muita gente guarda por anos a fio peças de roupa que nunca mais pretende usar, quando poderia perfeitamente dar utilidade a elas, ou doá-las a quem precisa.

E o pior: estas roupas tornadas inúteis ocupam espaço e ficam no caminho sempre que você quer escolher o que usar.

Marque na sua agenda para algum dia desta semana, e dedique duas horas a rever cada uma das prateleiras, cabideiros e gavetas. Compre alguns cabides extras, vista-se confortavelmente, com uma roupa que permita provar as peças sobre as quais você tiver dúvida se ainda servem ou não, e já separe duas ou 3 caixas médias para separar as peças que não retornarão ao guarda-roupas. Veja abaixo como fazer.

Organizando o roupeiro

Para melhores resultados, você tem que tirar 100% das peças do guarda-roupa. Dê atenção especial às seguintes categorias:

  • Roupas que não servem mais: Muito grandes, ou muito apertadas. Decida o que quer fazer com elas, mas não as coloque junto com as que servem. Se achar que é cedo para doá-las, coloque-as em uma caixa e guarde-as em separado, para não ficarem no caminho a cada vez que você for escolher o que quer usar.
  • Peças que você precisa, mas raramente tem oportunidade de usar: coloque-as fora do caminho, em um canto. Se estiverem em cabides, tente arranjar algumas capas plásticas (aquelas que as lavanderias usam para proteger peças em cabides) para preservá-las melhor. Aproveite e avalie se não está na hora de mandar lavá-las!
  • Peças puídas ou que perderam a forma: esticadas, tortas, elástico "cansado"? Separe-as e livre-se delas. Avalie se ainda estão em condições de uso para doação, ou transforme-as em estopa.
  • Peças manchadas ou desbotadas: A não ser que seja uma camiseta de dormir ou aquela que você usa para lavar o carro, você precisa tomar uma decisão: ou vale a pena tentar tirar a mancha, ou a peça tem de sair definitivamente do guarda-roupa.
  • Peças da estação passada: O verão está começando, e está na hora de rever com atenção as peças de inverno. Separe (e doe) as que você tem certeza de que não irá usar no inverno seguinte, e avalie quais das que sobraram (especialmente roupas de cama) estão precisando ser lavadas antes de ser guardadas.
  • Cama, mesa e banho: Você não tem toalhas demais? E lençóis? Se faz muito tempo que não usa alguns deles, pode ser a hora de se livrar deles.

Quando terminar o emagrecimento do guarda-roupa,é hora de recolocar tudo, mas agora repensando o uso do espaço. Coloque primeiro as peças usadas com mais freqüência, dando a elas os melhores espaços, e depois use as sobras para armazenar as peças usadas mais raramente.

Um passo a mais: se você for usuário de cabides e quiser facilitar a nova reorganização, que você fará no final do verão, use o velho truque dos cabides invertidos: retire todas as peças do cabideiro, e recoloque-as todas com o cabide invertido, com o gancho apontando para o lado que você normalmente não usa. Quando você usar uma peça, ao recolocá-la no cabideiro, use a direção normal do cabide. Ao final do verão, as peças que ainda estiverem com o cabide invertido serão as que você não usou nenhuma vez, e bastará decidir o que fazer com elas.

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