Organização • Produtividade pessoal • Atitude
Efetividade. Agenda em dia e caixa de entrada vazia

Visite e ajude a testar o futuro novo layout do Efetividade

Preciso voltar a passar mais tempo escrevendo conteúdo do que administrando o site. Estou planejando algumas mudanças debaixo do capô do Efetividade, que deixará de ser baseado na dupla WordPress + MySQL, e aproveitei para dar uma reestudada no layout (Atualização: o novo layout já está ativo desde 18/5/2013).

O novo layout é responsivo (ao visitá-lo, reduza a largura do seu navegador para ver como ele se adapta a larguras de tablets e de smartphones), tem bem menos distrações ao redor do texto, e usa fontes maiores e escolhidas com mais capricho.

O trabalho está em andamento, mas pretendo migrar oficialmente todos os meus sites, começando pelo caçula BR-Mac, que não tem nem 800 posts ainda, já nos próximos dias.

Não tenho como testar em todos os navegadores (atualizados) e plataformas, portanto conto com os interessados para visitar e comentar (aqui neste post, preferencialmente) sobre eventuais problemas, sugestões, críticas, etc.

O novo layout exibindo o conteúdo do BR-Mac é assim:

Naturalmente a versão para o Efetividade terá algumas diferenças visuais. Mas você pode visitar a versão atual em trilux.org/temp (está em testes, pode estar lento, errado ou mesmo fora do ar no momento em que você chegar). Não há problema em comentar lá, mas é possível que eu não leia, e a área de comentários que está lá não é a que vai ser ativada quando o site for migrado. Portanto, se o comentário for a respeito do próprio site, prefiro que seja feito aqui ツ

Para quem gosta de saber o que ocorre por baixo do capô, eu estou substituindo o WordPress + MySQL pelo Axe, o CMS estático que estou desenvolvendo há algumas semanas. Os detalhes estão publicados lá no site de testes, neste post.

Obrigado pela atenção e pelos seus testes!

Técnica Pomodoro: não a recomendo por inteiro, mas ela tem fatias boas a aproveitar

A Técnica Pomodoro de gerenciamento de tempo é tão popular a ponto de quase dispensar apresentação, portanto vou começar deixando claro: eu não simpatizo com ela, e ela não serve para mim. Mas ela tem alguns elementos positivos que eu aproveito, recomendo, e vou destacar a seguir.

Nascida na virada para a década de 1990, essa técnica baseada na seleção prévia das tarefas que serão realizadas no dia, e posterior divisão dos períodos em "fatias" de tamanho fixo (geralmente 25 minutos de ação + 5 minutos de pausa) que serão marcadas por um timer vem encontrando popularidade crescente junto ao público interessado em ferramentas de gerenciamento operacional de seu tempo.

Seu nome simpático deriva do instrumento essencial de sua implementação original: um timer de cozinha, desses que se usa para não deixar a panela queimar ou a bebida congelar no freezer.

O criador da técnica (e autor do seu manual), Francesco Cirillo, usava um timer em formato de tomate (que em italiano se chama pomodoro) para gerenciar suas atividades, e o nome acabou pegando juntamente com a ideia.

Por que eu não aplico a Técnica Pomodoro?

Vejo virtudes na Técnica Pomodoro:

  1. Sou bastante a favor de usar timers para controlar períodos finitos de tempo dedicados a uma tarefa, e já em 2007 eu escrevi sobre meu uso de uma galinha temporal para motivar e controlar a organização doméstica – funcionava bem, e eu continuo usando o mesmo sistema, embora no final de 2012 a galinha temporal original tenha sido destruída por desaceleração súbita e impacto após uma queda do alto da geladeira...
  2. Também sou muito a favor de definir previamente, no início de cada dia ou período, a lista de tarefas ou atividades que serão desempenhadas. De fato, trata-se de um elemento fundamental da forma como eu pratico o método ZTD de produtividade pessoal.
  3. Sou extremamente a favor do valor motivacional de incluir no planejamento as pausas para descanso e inspiração, e a forma como o Pomodoro faz isso, encaixando 5 minutos em cada meia hora, com 10 minutos adicionais a cada 4ª repetição, é muito bem pensada.

Mas a forma como ele processa as tarefas, dividindo previamente o dia de trabalho em fatias arbitrariamente e uniformemente fixadas, me parece adequada mais a pessoas que precisam alternar (ao longo de dias ou semanas) a atenção a um mesmo conjunto pequeno de projetos de média ou longa duração, do que a quem lida com atividades com maior grau de variação e necessidade de adaptação ao longo do dia.

Na minha análise, seu sucesso ou aplicabilidade na forma de sua definição básica dependem ainda de predominância de tarefas que demorem 25 minutos ou mais para completamento (afinal, colocar várias tarefas curtas eum um mesmo ciclo equivale a abrir mão do poder de mudança de contextos que o timer tem...), e da capacidade de evitar ou reduzir as interrupções provocadas externamente.

Por outro lado, quando se trata de uma busca por foco ou sincronização, essa ferramenta de garantia da atenção monotarefa em intervalos previamente fixados tem vantagens claras.

As duas variações que eu aplico

Mesmo com todas as observações acima, eu mantenho um timer de cozinha (de R$ 1,99) bem estridente na minha mesa, e uso várias vezes por dia (mas não com intervalos fixos, nem continuamente).

Os cenários em que eu os uso são basicamente 2:

  1. Quando sei que preciso iniciar uma tarefa em seguida, mas não posso (ou não quero) fazê-lo imediatamente. É o momento ideal de encaixar alguma outra tarefa curta, para me colocar em movimento e motivar a ação que estou adiando, ou de fazer uma breve pausa – e em ambas as situações o timer me impede de continuar adiando indefinidamente, e me lembra que eu tenho algo definido a fazer logo depois.
  2. Quando vou começar uma tarefa, mas sei que não posso me prolongar nela. Às vezes trata-se da necessidade de fazer alguma outra tarefa depois, outras vezes a questão é impedir que eu acabe gastando o dia inteiro em um mesmo projeto que não merece toda essa prioridade. Seja qual for o caso, o timer me lembrará que eu já estou há tempo suficiente na tarefa para a qual planejei a interrupção. E geralmente eu ativo mais um período de 5 minutos, e o dedicao a encerrar de forma ordenada, e não abrupta, o que eu estava fazendo, facilitando a continuidade posterior.

Alguma das situações (e frequentemente as duas) acontecem todos os dias, e o timer entra em cena sempre. Funciona bem, é barato, e recomendo!

Um detalhe: não faltam aplicativos para computador ou celulares que implementam timers bem caprichados. Eu prefiro o timer de cozinha porque ele pode ser acionado sem sair do contexto da tarefa em que eu estava, e especialmente sem navegar pela interface dos aparelhos, devido ao altíssimo poder de distração que eles tem. Considere!

Nova versão do Wunderlist melhora interface, sincronização e permite delegar tarefas

A nova versão do Wunderlist saiu hoje trazendo a nova Barra de Ações, melhorias na sincronização entre dispositivos, a opção de mostrar ou esconder a lista de itens completos de cada um de seus grupos de tarefas, novas traduções e a possibilidade de se tornar um usuário Pro, com acesso a recursos adicionais.

Os usuários Pro podem, ao custo de US$ 5 mensais, ter acesso a funcionalidades adicionais, como delegar tarefas aos seus contatos cadastrados no app, registrar um número ilimitado de subtarefas para cada tarefa, usar 8 wallpapers adicionais (duh...) e em breve poderão anexar arquivos às tarefas e compartilhá-los com os membros da equipe.

Eu já uso o Wunderlist em grupos de trabalho há alguns meses, e a oportunidade de registrar no próprio aplicativo as delegações é para mim uma razão interessante para vir a considerar adquirir uma conta Pro (mas não nos primeiros dias, porque o histórico do Wunderlist com os períodos de trasição de versão não é bom).

Mesmo sem isso, a nova versão é útil desde já até para os usuários das contas gratuitas, pois recursos de sincronização melhorada são sempre bem-vindos, assim como a nova barra de ações, que permite selecionar a forma de ordenar as tarefas, facilita exportar a lista dos títulos delas para um e-mail e incluir novos usuários no grupo de trabalho com acesso a elas.

Já instalei no iPad, e vou fazer o upgrade no celular e no computador nas próximas horas – recomendo!

Leia também: Na prática: como eu uso o ZTD e o Wunderlist para ter mais produtividade pessoal.

Quando tudo é urgente, na verdade nada é

A situação é comum: o seu chefe volta da reunião da diretoria, chama toda a equipe e diz para pararem o que estão fazendo, porque surgiu a solicitação urgente de levantar dados para preparar um relatório, uma apresentação, proposta ou outro artefato de apoio.

Urgências existem, e é necessário reconhecê-las e adaptar-se a elas. Mas quando se tornam frequentes ou corriqueiras, as tarefas de apoio "urgentes" acabam se transformando na síndrome do relatório urgente, com várias consequências negativas, e que – especialmente quando parte dos escalões superiores – precisa ser tratada de forma cautelosa.

Um artigo recente da revista Forbes, de autoria de Ron Ashkenas, delineou alguns dos sintomas comuns dessa síndrome:

  • Os pedidos são sempre "para ontem"
  • Não há solicitações de materiais de apoio à decisão para entrega futura
  • Quando a entrega desses materiais é periódica, eles precisam ser ajustados frequentemente
  • Após chegar ao solicitante, o uso do material produzido não é imediato
  • A equipe se sente em constante estado de emergência
  • O estado de alerta consome o tempo das chefias departamentais e as leva a reduzir os recursos disponíveis para as operações, buscando preservar a capacidade de reagir a "urgências"
  • A qualidade das entregas tende a ficar em segundo plano, pois a métrica de sucesso é baseada no tempo de resposta

Quando é absorvida pela cultura organizacional, essa urgência constante acaba criando um clima similar ao de uma simulação de incêndio diária: todos sabem que o prédio não está mesmo pegando fogo, mas precisam evacuá-lo mesmo assim, com esforço extra (escadas, nada de elevador), aguardar no térreo e depois disputar com todo mundo os elevadores na volta – e, apesar do tempo que isso tudo consome, continuarão tendo de entregar a sua produção diária mesmo assim. Todos os dias.

Embora possa atingir igualmente todas as áreas da organização, Ashkenas destaca como principais afetadas as áreas de apoio: TI, Pessoal, Jurídico, Financeiro, Planejamento. Elas podem ficar sob o cerco constante das solicitações urgentes de seus clientes internos e relacionamentos estratégicos, a ponto de redefinir suas prioridades operacionais, com prejuízo para a missão.

Como lidar com a cultura da resposta imediata

A realidade é que quando tudo é rotulado como urgente, significa que nada é realmente urgente, pois tudo estará em um mesmo nível de prioridade.

Como em várias das outras moléstias organizacionais crônicas (como a do "manda quem pode obedece quem tem juízo" ou a do "bom cabrito não berra"), a síndrome do "pra ontem" traz um desafio às populações afetadas, que precisam encontrar uma forma de preservar o bom andamento das atividades ou de combatê-la, dependendo de seu grau de influência e de vários outros fatores.

Para este caso, o tratamento passa pela observação racional de que a responsividade, que é a competência exigida nessas situações, é positiva, mas precisa ser equilibrada com outras que preservam a qualidade do resultado e a manutenção do senso de prioridade.

A principal armadilha é que, a cada vez que um pedido urgente é atendido de forma imediata, a expectativa de urgência no próximo pedido será intensificada, e não abrandada.

Não existe solução simples ou definitiva, mas alguns tratamentos podem ajudar a aliviar os sintomas e avançar na direção da cura, desde que aplicados com cautela e acompanhados do preparo para justificar seu uso, se necessário:

Não assumir que "urgente" sempre significa "imediatamente": ao receber a solicitação urgente, explore a questão com quem a comunicou, colocando em perspectiva as outras urgências que já estiverem em andamento, e procurando definir em que ordem deverão ser entregues.

Definir de forma estrita a entrega: o relatório urgente solicitado não necessariamente precisa ter todas as informações e detalhamentos que um documento preparado de forma ordinária teria. Procure identificar qual o uso que o artefato terá, e aí negocie um escopo reduzido (mas adequado ao uso pretendido) para o que será produzido.

Saber diferenciar as crises e os pedidos urgentes: o que você deve procurar gerenciar (no limite do possível) são os pedidos urgentes nascidos de características internas do solicitante (ansiedade, pressa, etc.). Mesmo quando eles são a norma, ainda assim podem ocorrer situações reais de crise, e aí a sua resposta deve mesmo ser urgente, no interesse da missão. Vale lembrar, entretanto, que do ponto de vista de quem pede a urgência, a crise real sempre está presente, e frequentemente é a ela que compete essa avaliação.

Aprender formas melhores de dizer não: Recusar uma solicitação urgente pode ser temerário, mas existem formas positivas de dizer não, ou ao menos de reduzir o impacto gerado por um sim. Estar preparado para falar sobre outras prioridades estratégicas (do ponto de vista do solicitante), sobre outras alternativas para atendê-lo melhor, sobre como encaminhar situação similar no futuro, etc. Há consequências, claro, e a habilidade essencial aqui é identificar as situações em que simplesmente se deve dar um "sim".

Toda ação gera reação, e os relacionamentos humanos (inclusive os profissionais) usualmente são vias de mão dupla. As urgências constantes erodem o senso de prioridade e acabam desviando critérios de avaliação sobre a qualidade dos serviços prestados por um profissional ou equipe.

Não seja você a dar causa à síndrome, e quando ela ocorrer por causa externa e sem solução ao seu alcance, procure sempre mitigá-la, no seu âmbito de responsabilidade, para evitar os danos que ela pode causar à sua equipe e à qualidade do seu trabalho!

Paperless: Os 5 melhores scanners para produtividade pessoal

Alguns scanners podem ser melhores do que outros, especialmente quando a ideia é incluí-los na estratégia de produtividade.

Mesmo nos casos em que o original em papel não pode ser descartado, ainda assim as rotinas baseadas em digitalização assim que o documento chega, e processamento da versão digitalizada a partir daí, têm uma série de vantagens.

O melhor scanner para reduzir a manipulação e arquivamento de papel nas rotinas de produtividade pessoal pode vir a ser o que estiver ao seu alcance: desde o scanner incluído na multifuncional baratinha (mas com tinta bem cara) da liquidação online, até a câmera do celular – aí com a ajuda de um app como o Scanner Pro.

No mercado nacional, os multifuncionais estão fazendo os scanners dedicados desaparecerem do varejo (como categoria, eles já não estão mais presentes em algumas das maiores lojas online!). Memsmo assim, aqui e lá fora, existe uma variedade de ofertas no mercado de scanners voltadas exatamente a isso: transformar papel em documentos digitais, facilitando seu processamento, tramitação ou mesmo arquivamento, com foco na produtividade pessoal.

Por alguma razão, eles tendem a ser bem caros, como neste exemplo de scanner HP para digitalização de documentos.

Para investir tanto dinheiro em um recurso de produtividade, é necessário pesquisar antes, e é por isso que estou dedicando este artigo inteiro a uma tarefa muito singela: indicar este artigo do Lifehacker com os 5 melhores scanners para produtividade pessoal, eleitos pelos leitores de lá.

Infelizmente trata-se de uma realidade cruel: os que constam na lista são difíceis de encontrar no Brasil, e os que estão à venda por representantes oficiais no Brasil de modo geral não constam nesta lista (o que talvez signifique algo útil para a sua decisão de investir ou não neles...).

Mas difícil não quer dizer impossível, e às vezes algum dos modelos da lista (os Scan Snap da Fujitsu, por exemplo) podem ser vistos em sites como o Buscapé, que apontam varejistas relativamente desconhecidos que os vendem, ou mesmo no Mercado Livre.

O meu scanner consta na lista: é o Doxie Go, cujo uso eu já descrevi no artigo "Escritório sem papel: Com o Doxie Go, fiz upgrade para o scanner ideal". Mas para obtê-lo tive que recorrer ao esforço extra de comprar no exterior.

Comprando no Brasil, no exterior ou aproveitando o scanner que você já tem, um homeoffice com bem menos papel pode ser um grande impulsionador da produtividade e organização.

Mas se você for comprar, compre bem, e em especial evite pagar preços extremamente altos por produtos que não oferecem soluções tão superiores assim. Eficiência também inclui o uso racional dos recursos! ツ

Organize e esvazie sua caixa de entrada de e-mail hoje mesmo com o Mailstrom

O Mailstrom é um serviço online que agiliza a organização da sua caixa de entrada do Gmail, Yahoo, Hotmail (ou outlook.com) e outros provedores com serviço IMAP.

Uma caixa de e-mail lotada é algo a que todos estamos expostos, mesmo quem segue o mantra essencial da produtividade pessoal, que é manter vazia a caixa de entrada, processando as pendências e novidades no ritmo em que chegam.

Hoje, retorno de feriadão, é um dia em que muitos usuários terão que exercitar sua rotina de filtrar, podar e reduzir os excessos das mensagens, até chegar às que precisam mesmo ser lidas e processadas (ou seja: cada mensagem deve ser ou descartada, ou resolvidas imediatamente, delegada a alguém, incluída em uma lista de pendências ou agenda, ou arquivadas).

Apesar de eu me esforçar moderadamente (já me esforcei mais, mas felizmente o e-mail está deixando de ser meu meio de comunicação principal), às vezes minha caixa de entrada também fica repleta, tanto que um dos primeiros artigos do Efetividade foi sobre como esvaziar a caixa de e-mail. ツ

Na linha do artigo recente que explicou como usar os novos operadores do Gmail para organizar mails antigos arquivados, hoje é o dia de aprender a usar uma ferramenta nova (e ainda em beta) para organizar e esvaziar a caixa de entrada do e-mail do Google.

Trata-se do Mailstrom, um serviço on-line que analisa e categoriza as mensagens da sua caixa de entrada do Gmail (ou de outros provedores de e-mail com serviço IMAP, como o Yahoo e o Outlook.com/Hotmail), separando em grupos as que são fáceis de apagar em massa (mensagens de redes sociais, de comércio eletrônico e de listas), e classificando as demais de maneira prática de operar em grupo (por remetente, por assunto, por tamanho ou cronologicamente).

Embora seja tecnicamente um cliente de e-mail, ele não tem o objetivo de que você o use para de fato ler as suas mensagens: a ideia é que você o use no começo de cada dia, para remover em massa o "lixo", deixando na caixa de entrada só as mensagens que merecem individualmente a sua atenção.

A operação é bem simples: as mensagens são separadas em grupos (social, comércio, listas, as grandes, e a classificação por remetente, por assunto e cronológica), e ao clicar em cada grupo as mensagens são apresentadas já ordenadas e agrupadas, previamente selecionadas e prontas para você excluir, arquivar ou mover, em grupo ou individualmente (também dá para ler as mensagens, se você precisar disso para tomar sua decisão).

Algumas ações especiais também estão disponíveis dependendo do contexto: por exemplo, mensagens de listas contam com a ação de cancelar a assinatura ("unsubscribe"), e nos contextos que permitem isso, sempre que você usa o botão de "Mover" pode definir a ação como uma regra a ser aplicada a todas as mensagens futuras similares à que você moveu.

A forma como o serviço permite esvaziar rapidamente uma caixa de entrada lotada torna bem adequado o seu nome, um jogo de palavras entre mail e maelstrom, que é um grande redemoinho.

O Mailstrom opera completamente via web, ainda está em beta e sem grande divulgação, e mesmo assim já ajudou mais de 35.000 usuários a remover um total de mais de 115 milhões de mensagens no último mês. Nada mal, hein?

No momento trata-se de um serviço gratuito, mas provavelmente vai passar a ser pago no futuro. Por enquanto há uma pequena fila de espera (que para mim foi de menos de 5 horas, na semana passada) no momento da inscrição, e o serviço fica integralmente disponível ao final dela.

Para mim o Mailstrom funcionou muito bem, e estou usando todos os dias desde que meu cadastramento se completou. Se você tem mais de 50 mensagens na sua caixa de entrada neste momento, recomendo!

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