Organização • Produtividade pessoal • Atitude
Efetividade. Agenda em dia e caixa de entrada vazia

A Matriz de Eisenhower ajudou a ganhar a 2ª Guerra e pode vencer as suas pendências também

Uma matriz de apenas 4 células, que serve para identificar o que fazer primeiro e o que pode ser descartado, foi usada pelo general que planejou a estratégia aliada na Segunda Guerra, e pode ajudar você a passar mais tempo fazendo o que realmente importa.

Dwight Eisenhower, como general, foi o responsável por formular os planos gerais da estratégia dos EUA na 2ª Guerra Mundial, e depois ainda lhe coube executá-los, comandando todas as forças aliadas na Europa, incluindo o desembarque na Normandia, que hoje conhecemos como "o" Dia D.

Anos depois ele se tornou presidente dos EUA, sendo responsável por criar a NASA e a DARPA (agência de pesquisa que, entre outras coisas, deu os passos iniciais de implantação da Internet).

A História conta (e o livro The Victors, de Stephen E. Ambrose1 é a referência recomendada a quem gosta do assunto) que o envolvimento de Eisenhower com o planejamento da 2ª Guerra começou em um domingo de inverno, quando ele se apresentou para seu superior em um novo posto em Washington, e o superior (o Gen. Marshall, comandante das forças armadas) lhe perguntou, simplesmente: "Qual deveria ser nossa linha geral de ação?"

Eisenhower pediu algumas horas e elaborou, em uma única folha amarela de papel, as linhas gerais que apresentou ao seu superior ao final do mesmo dia, e que acabaram sendo a base de toda a estratégia que levou à vitória dos aliados, alguns anos depois, em 1945.

Esse grau de clareza e síntese ao planejar as próximas ações é algo a que nem todos nós podemos aspirar a ter, mas uma das ferramentas essenciais usadas por Eisenhower está sempre ao nosso alcance: a Matriz de Eisenhower.

É possível que você a conheça por outro nome. Eu, como Administrador, tive o privilégio de aprendê-la na escola (ainda que sem referência ao General, que não a inventou mas a tornou célebre por usá-la).

O que a Matriz faz é muito simples: divide os problemas de acordo com a sua urgência e a sua importância:

Ah, pensa o esperto leitor, esse diagrama eu já conheço.

Espero que já conheça o diagrama mesmo, mas é hora de usá-lo como mais do que um simples instrumento para triagem de emergência. Quando Eisenhower estava escrevendo a sua lista, juntamente à sua primeira recomendação, ele anotou: "Velocidade é essencial" – e é mesmo, mas se você passar seus dias apagando incêndios e cuidando do bebê que já está com febre, não conseguirá avançar para além desse nível operacional e reativo.

Oriente seu esforço em direção à célula 2.

Note que a matriz tem 4 células, sendo que a de número 2 (do alto, à direita) é aquela em que você deveria se esforçar para passar a maior parte do tempo cuidando: o que é importante, mas não urgente. Ações planejadas, que levam a avanço estratégico e a ganhos de longo prazo. Gestão. Execução de planos.

Para chegar a isso, entretanto, você precisa superar a célula 1, que concentra o que é importante mas também é urgente. Enquanto houver itens aqui, eles precisam ser atendidos e resolvidos – por alguém. Precisa ser você? E, se precisar, precisa ocupar todo o seu tempo disponível? Pense em como você pode promover ações que reduzam o surgimento de novos itens nessa célula, de modo a poder terminar de lidar com os que já estão nela e poder evoluir para a célula 2.

Escape da célula 3 e não abra espaço para a célula 4.

Na célula 3 você encontra tudo que é interrupção e distração mas não gera valor considerável para os seus objetivos: é o urgente, mas não importante. O telefonema que interrompe a sua concentração mas não traz nenhuma informação nova, o ícone piscando para avisar que um semi-desconhecido mencionou o seu nome numa rede social, etc. Tudo isso demanda ação imediata, mas não traz nenhuma vantagem – procure removê-los da sua rotina.

Já a célula 4 é a perda de tempo por definição, ao menos quando estamos considerando a realização de trabalho2: o que não é importante, nem urgente. Trivialidades, atividades sem sentido e outros desperdícios de esforço.

Colocando em prática hoje mesmo

Hoje (ou em qualquer outra data) é provável que você tenha mais tarefas em aberto do que terá condições de resolver imediatamente, e assim precisará priorizá-las.

Experimente distribui-las entre os 4 quadrantes. Nem sempre é fácil, porque nossa vida não é cartesiana, mas faça o melhor possível, colocando cada tarefa em apenas uma das células.

Quando acabar de classificar, lide com as tarefas assim:

Célula 4: não é importante, nem urgente. Descarte imediatamente sem maior análise, ou guarde para avaliar no final do dia por que essa tarefa está pendente, e como se livrar dela considerando que ela não tem importância.

Célula 3: é urgente, mas não é importante. Se você tiver recursos à sua disposição, delegue imediatamente, com a missão de evitar que a mesma situação volte a ocorrer. Se você não tiver recursos (estamos juntos nessa!), adie até depois de tratar da célula 1, e aí se encarregue você mesmo de eliminá-la e prevenir que ela volte.

Célula 1: É importante, e é urgente. Resolva já, pessoalmente – ao menos até que a parte importante acabe. Depois, mova para a célula 3 e trate adequadamente.

Célula 2: É importante, mas não é urgente. Com a prática, é aqui que você vai passar a maior parte do seu tempo. No momento, apenas defina quando cada uma das tarefas que estão nessa célula terão que estar resolvidas, e programe a próxima ação que terá que realizar em cada uma delas.

Os passos acima são o uso mais básico da Matriz, mas o que ela tem de mais relevante é o aperfeiçoamento ao longo de suas repetições, com o objetivo de ter cada vez mais tempo e recursos disponíveis para a Célula 2.

Afinal, como disse o próprio Eisenhower, o que é urgente nem sempre é importante, e o que é realmente importante raramente é urgente.

 
  1.  Que talvez você conheça por meio da série de TV Band of Brothers, baseada em um livro dele de mesmo nome.

  2.  Embora na célula 4 se concentrem ótimas oportunidades que conduzem a elementos importantes da célula 2 quando se trata da qualidade de vida: o convívio, o lazer, etc. – é necessário saber reconhecer os contextos em que as atividades relacionadas a eles são importantes.

Scrum: metodologias ágeis apresentadas para praticantes e para não-simpatizantes

Scrum é um destaque entre as chamadas Metodologias Ágeis, atrativas na mesma medida em que são polarizadoras de opinião. Mas o novo livro do Cesar Brod a respeito consegue escapar das polêmicas e apresentá-lo com leveza e simplicidade, interessando tanto a quem já pratica como a quem ainda não conhece.

Scrum é um nome já consolidado mas longe de ser absoluto no gerenciamento de projetos. Uma característica que o distingue é reconhecer que ao longo de um projeto os clientes podem mudar de idéia sobre o que desejam e precisam, e que desafios imprevistos não são facilmente tratáveis na maneira tradicional, preditiva, de planejamento.

Assim, o Scrum adota uma abordagem empírica, aceitando que o problema não pode ser completamente compreendido ou definido, e focalizando seus esforços na maximização da capacidade da equipe responder às alterações de requisitos.

O Scrum é uma metodologia ágil (especialmente aplicada no desenvolvimento de software, mas não restrita a ele), cujo ciclo básico você vê acima, com o backlog geral e o de cada sprint, o ciclo de um sprint (2 a 4 semanas) e o ciclo diário, até concluir na forma de um produto.

As características essencias que distinguem o Scrum em relação a outras alternativas populares são:

  • condução iterativa, dividida em ciclos (chamados de sprints);
  • conjunto de requisitos e funcionalidades do projeto registradas em um Product Backlog;
  • conjunto de tarefas alocadas a cada sprint registradas em um Sprint Backlog;
  • interação próxima entre o Product Owner, que atua em um papel similar ao de um representante dos stakeholders e patrocinadores, e a equipe de projeto;
  • foco na agilidade, com equipes auto-gerenciadas, em que o Scrum Master tem papel de facilitador e motivador – um capitão de futebol, e não um capataz.

Há diversas implementações de sistemas para gerenciar os processos do Scrum, desde modelos simples baseados em etiquetas Post-It e quadros brancos, até softwares específicos. Uma das principais vantagens do Scrum é a facilidade de ser compreendido e o pouco esforço necessário para começar a empregá-lo.

O Manifesto Ágil, de 2001, estabeleceu princípios que norteiam o Scrum. Para o Manifesto, é importante valorizar interação mais do que processos, software em funcionamento mais do que documentação abrangente, colaboração com o cliente mais do que negociação de contratos, e responder a mudanças mais do que seguir um plano.

Não que os itens que ficam em segundo plano não sejam importantes, mas os outros (que frequentemente ficam em segundo plano em metodologias mais "clássicas") merecem consideração especial, para seus autores.

Quanto ao Scrum especificamente, trata-se de um modelo de processo baseado em um conjunto de práticas e de papéis definidos, cuja nomenclatura (incluindo o nome Scrum, a repetição de sprints e mais) é derivada do Rugby. Ele estimula a formação de equipes auto-organizadas, encorajando que todos os seus integrantes compartilhem o mesmo ambiente e comuniquem-se verbalmente.

Quando estou na condição de gestor, tenho bastante simpatia com os princípios do Manifesto Ágil, mas eu os uso como freios e contrapesos para evitar aplicar demasiada rigidez a outras práticas, como as do Gerenciamento de Projetos descrito pelo PMBoK.

Particularmente valorizo o esforço pelo comprometimento a um conjunto de requisitos previamente identificado para cada versão, e a presença de documentação detalhada mais do que precisaria para para adotar de forma direta um método como o Scrum no que eu mesmo realizo. O que não significa dizer que não o considero válido ou aplicável a outros projetos, claro.

O livro: Scrum, guia prático para projetos ágeis

A Novatec lançou recentemente o livro Scrum – guia prático para projetos ágeis, que busca ao mesmo tempo servir para a leitura na íntegra e para referência posterior sobre o Scrum, descrito como uma atitude.

A imagem da capa é expressiva, mostrando o scrum original que dá nome ao método: um scrum de jogo de rugby, momento crítico em que todo o time precisa atuar, cada um em seu papel e sem ninguém poder coordenar o conjunto completo, para dominar bola e fazê-la avançar.

O autor, Cesar Brod, trabalha na área de TI desde o início da década de 1980, e em um currículo que inclui desde o empreendedorismo até a coordenação de ações do governo federal relacionadas a dados abertos, e acompanha desde a década de 1990 as técnicas e práticas que em 2001 levaram à publicação do Manifesto Ágil (produzindo frutos como o Extreme Programming e o Scrum).

Da sua própria experiência e do vasto cabedal de referências e causos que ele menciona, sem recorrer a tediosas notas de rodapé, mas sim incorporando ao texto, nasce uma obra bem atrativa, que pode ser lido como se não fosse um guia sobre um tema técnico potencialmente enfadonho.

Ficam claros os papéis dos integrantes, as ferramentas (como o kanban e o lúdico e efetivo Poker do Planejamento, para priorizar tarefas a partir da visão de todos os envolvidos), os artefatos, os ritos – incluindo a reunião diária de 15min, em que cada participante diz, basicamente, o que fez ontem, o que fará hoje, e quais os obstáculos que estão no seu caminho imediato – e em que consiste a prática – e o zen – do scrum.

Os capítulos finais tratam de desafios especiais, como estimar prazos e custos, ou definir quando o produto está pronto1, de ferramentas indicadas, e do uso do Scrum fora do desenvolvimento de software, tanto na gestão quanto na vida pessoal, acadêmica e familiar.

São 188 páginas repletas de conteúdo, e o melhor: até um não-simpatizante da aplicação direta do Scrum pode ler, aprender itens aplicáveis às suas próprias práticas, e gostar. É o meu caso, portanto posso afirmar 😃

O sumário e um capítulo de exemplo estão disponíveis on-line. Recomendo! Scrum – Guia Prático para Projetos Ágeis, de Cesar Brod, pela Novatec.

 
  1.  Afinal, se as especificações de um projeto podem mudar quase continuamente, é preciso um critério para poder arbitrar quando ele está pronto.

Com 12 reais você compra a melhor caneta para uso no dia-a-dia

Os especialistas concordam: as melhores canetas para uso comum no dia-a-dia são as uni-ball Jetstream, com linha uniforme, secagem rápida (alô, canhotos!) e suavidade ao escrever.

Eu escrevo, e bastante. Boa parte do que escrevo nasce no papel, geralmente na forma de um esqueleto de texto ou da lista de pendências para o dia.

Por escrever bastante, faz tempo que dou preferência a papeis e canetas de boa qualidade e, com o passar dos anos, descobri que não era impressão minha: é fácil haver canetas encontráveis em qualquer papelaria, que custam entre R$ 10 e R$ 20 (no Brasil), e escrevem bem melhor que aquelas canetas bonitas e caras que as pessoas costumavam dar de presente em belos estojos.

Os atributos de uma boa caneta para uso diário são objetivos, mensuráveis e comparáveis:

  • linha uniforme
  • fluxo constante
  • ausência de descontinuidades no traço
  • secagem rápida (especialmente importante para canhotos!)
  • escrita suave1

Além disso, há alguns elementos igualmente objetivos que elas não podem ter:

  • não pode formar sombra de tinta ao redor do traço
  • não pode passar tinta para o verso da folha
  • não pode exigir muita pressão para funcionar
  • não pode parar de funcionar quando ficamos algumas semanas sem usá-la

Embora haja algumas categorias especiais de canetas (canetas táticas, canetas-tinteiro, space pens, etc.) que podem reunir essas vantagens e muitas mais, é interessante observar que (1) não apenas há especialistas em canetas analisando, comparando e descrevendo centenas de canetas em variadas publicações, como ainda (2) boa parte deles concorda que boas canetas "comuns de papelaria", com escrita tipo gel (similar às canetas tipo rollerball – por sua vez uma evolução das esferográficas –, mas com tinta mais viscosa) podem ter qualidade superior.

O Wirecutter, site que se dedica a encontrar e listar o melhor produto em cada categoria, foi atrás de 4 desses especialistas, que em conjunto já publicaram reviews de mais de 1800 canetas diferentes, e verificou que eles são unânimes: genericamente falando, as melhores canetas nessa categoria são as da linha uni-ball Jetstream, dando preferência aos modelos de 0,7mm.

Descrita como a "melhor caneta de uso diário para as massas", a linha Jetstream usa uma variação das tintas gel que não tem apenas as qualidades mencionadas acima (adequadas inclusive a canhotos), como inclui ainda uma vantagem adicional: sua escrita é resistente aos produtos químicos usados para "lavar" documentos (como cheques) para alterar seus dados.

Acima você vê a minha uni-ball Jetstream (preta) – que já tem uns 2 anos de idade –, ao lado da popular Pilot G2 (azul). Note que no teste, em papel para uso escolar, a tinta da Jetstream secou em menos de 1s, e a da G2 precisou de 9 segundos.

Isso porque, embora tenha preço similar, a Jetstream ganha com facilidade nos testes comparativos com a Pilot G2, que é a mais popular caneta na mesma categoria, e para muitos semi-conhecedores (como eu) também é referência em termos de escrita de qualidade no dia-a-dia. Embora a G2 seja bastante superior a boa parte da concorrência, e seja bastante confortável para escrever, este teste referenciado pelo Wirecutter mostra as falhas que ocorrem na Pilot G2 mas não na uni-ball Jetstream, incluindo interrupções no traço, sombra, e longo tempo de secagem.

É fácil encontrar a Jetstream no Brasil – em uma pesquisa na papelaria Kalunga hoje eu encontrei 3 modelos, entre R$ 12 e R$ 17. Na Saraiva também tinha várias, incluindo um modelo de traço mais grosso a R$ 9,90. E também tinha na papelaria da esquina, quando a visitei na semana passada.

Vale destacar que a linha Jetstream é extensa. Tem com tampa, com click, de várias cores, várias espessuras (0,3, 0,5, 0,7, 1,0mm), várias empunhaduras e mais. Dependendo de onde você procurar, vai encontrar a que lhe agrada mais.

Mas lembre-se sempre: o importante não é o papel, nem a tinta: não deixe de passar sua mensagem mesmo que você tenha em mãos uma "Bic similar" distribuída por uma fábrica de brindes!

E se a sua caneta preferida lhe agradar apesar de não atender aos critérios objetivos de avaliação, continue com ela e só reavalie quando ela não lhe atender mais :) Mas cabe a mim confirmar: eu troquei uma caneta (mais cara, inclusive) que me agradava por uma caneta (de R$ 14) bem avaliada por especialistas, e percebi grande vantagem.

 
  1.  Ok, "escrita suave" é uma exceção na lista composta por atributos objetivos.

Mochilas dos leitores: a lista dos ganhadores

Deu trabalho, mas foi divertido. A promoção das mochilas edição 2013 trouxe várias ideias boas, e chegou a hora de descobrir quem ganhou.

Eu olhei todas as fotos com atenção, e li todas as descrições mais de uma vez. Deu até de tabular resultados:

Pelos números, cheguei a algumas conclusões interessantes sobre essa amostra de leitores do Efetividade que compartilharam as listas do que levam em suas mochilas:

  • Quase todo mundo leva pen drive e caneta.
  • Muuuuita gente (metade!) tem HD externo e/ou canivete.
  • Bloco de anotações e kit de higiene pessoal são bastante populares.
  • O número de iPads supera a soma dos demais tablets, mas não é por larga margem.
  • Lanternas são itens frequentes, e é interessante perceber que número expressivo de seus portadores levam mais de uma delas.
  • As multiferramentas (Leatherman e similares) são bem populares também, tanto as leves quanto as pesadas.
  • Muita gente leva medicamentos, e não sei se isso é bom ou ruim.
  • Garrafas são tão populares quanto os adaptadores de tomadas, e os 2 são importantes nestes tempos modernos de longos deslocamentos e tomadas em desalinho.
  • Os tablets e smartphones não mataram as calculadoras científicas e financeiras dedicadas, que continuam bastante presentes – quase todas da HP – mas não semi-onipresentes como já foram.
  • Pouca gente leva guarda-chuva, mas o número de pessoas com invólucros impermeáveis para guardar eletrônicos é grande.

No gráfico:

Como prometi prêmios, aceito a responsabilidade de ter de escolher apenas duas entre tantas mochilas legais. Mas antes de anunciar os vencedores, gostaria de apresentar algumas menções honrosas:

  • Darllam Freitas dos Anjos: a bateria externa de 2,5A e o bloco eletrônico livescribe são legais, mas a caneta que ainda preserva uma ponta extra para escrever em Palm é um verdadeira relíquia geek.
  • Gabriela Ferret: metade dos participantes leva algum canivete, mas o dela (se não me engano é um Victorinox Escort) é o único que veio descrito como "uma das minhas melhores compras de 2012".
  • Pui Van Chan: a mochila compactável fica mesmo incrivelmente pequena. E ele teve um dos raros itens voltados primariamente à defesa pessoal em toda a promoção: uma caneta tática.
  • Anderson Cavalcanti: várias mochilas incluíam talheres, mas a dele tinha um legítimo spork, que serve para substituir o garfo, a faca e a colher (um de cada vez, claro) sem os problemas de higiene dos modelos dobráveis. Para refeições que exigem garfo e faca, entretanto, ele precisa de algum elemento de apoio.
  • Marcello Romão: a mochila dele é legal, mas ainda mais legal é o comentário inspirador que ele incluiu no final, sobre ser interessante participar mesmo tendo visto que tem várias mochilas mais interessantes que a dele.
  • Fernando Sedrez: ele é biker e, embora não leve um guarda-chuva por razão semi-óbvia, a mochila inteira tem capa contra chuva, e dentro ele leva soluções especiais para proteger melhor os eletrônicos contra a ação dos elementos.
  • Rodrigo Ribeiro Gonçalves: ele deveria ser obrigado a oferecer pra nós os tais cupcakes!

Os ganhadores de brindes

Sem mais delongas, vamos aos ganhadores, conforme as regras da promoção:

1º brinde - categoria "conjunto": Izakiel Bruno: uma mochila light, com poucos itens, que parece especialmente bem adequada à atividade que ele mencionou, de estudante que atua num escritório de engenharia. Não precisa levar mais, e provavelmente não deveria levar menos. A multiferramenta dele, modelo de bolso, é igual à que eu levo na minha mochila. Ganhou o Grid-It e um Business Card T1.
 

2º brinde - categoria "conteúdo": Hinjo Martins: ele é adepto do sobrevivencialismo, e tem uma autêntica get home bag, que é o oposto da go bag: enquanto a go bag serve para escapar de casa, a get home bag serve para conseguir chegar em casa no caso de a civilização entrar em colapso (ou um avião bater num prédio na sua quadra) enquanto você está longe. Muitos itens interessantes, e vários úteis mesmo que a sociedade não se rompa. Ganhou um Business Card T1.

3º brinde - sorteio: o sortudo é o Guto Falcão, que também leva material de proteção contra chuva para poder levar eletrônicos na mochila andando de bike, e ganhou um Utili-Key.

Brinde extra: Não estava previsto, mas o George Oliveira fez por merecer: a mochila dele ficou no 2º lugar de uma das categorias, e ele teve assertividade suficiente para afirmar que o que queria mesmo era um Utili-Key, e não o Grid-It. Vai ganhar.

Todos eles devem enviar, até a próxima terça-feira (1º/10/2013), pelo e-mail augusto@augustocampos.net, o endereço postal completo e no Brasil para onde deverei encaminhar os brindes.

Parabéns aos ganhadores, obrigado a todos os participantes, e continuem acompanhando o Efetividade!

Espie o que os leitores do Efetividade levam em suas mochilas - parte 2

Ainda mais ideias legais de itens para sua mochila: vários leitores enviaram mais fotos no final de semana e – além de nos inspirar –concorrem ao Grid-It e outros brindes.

O Efetividade iniciou na semana passada uma promoção, como já fizemos em anos anteriores, para incentivar os leitores a compartilhar o que levam em suas mochilas. Tem muita ideia boa que merece ser aproveitada!

Além do compartilhamento, o incentivo à participação é dado por alguns brindes interessantes, incluindo um organizador Grid-It como o da foto acima (e tem mais brindes legais, veja os detalhes).

O prazo de envio de fotos encerrou no domingo (22 de setembro de 2013), e hoje vemos as mochilas enviadas durante o final de semana – as enviadas na semana passada você encontra na coletânea anterior.

O resultado da promoção, incluindo os ganhadores, sai na noite de quarta-feira (25.9.2013).

As mochilas dos leitores

Seguem mais destaques entre as mochilas já fotografadas e enviadas, sem nenhuma ordem particular, com um breve comentário meu, e link para a descrição original.


Daniel Gomes: Ele fez bem em deixar de levar a mesa portátil com cooler para notebook na sua mochila.


Darllam Freitas dos Anjos: bateria externa de 2,1A, capaz de recarregar um tablet, é um luxo que deve pesar nas costas!


Renato Machnievscz: creio que é a bomba de encher pneus mais compacta que eu já vi.


Estácio Victor: Ele já tem 2 Grid-Its.


Gabriela Ferret: olha a quantidade de canetas nessa mochila!


Hamilton Colares: mochila de gerente de projetos não pode dispensar adaptador para projetores.


Pui Van Chan: as moedas da latinha de Altoids também podem servir como chocalho!


Anderson Cavalcanti: Me chamaram a atenção a spork (também detesto talheres descartáveis) e a padronização de cores.


Marcello Romão: ele leva um roteador na mochila!


Filipe Bittencourt: o detalhe é que a própria mochila dele inclui uma bateria recarregável pra manter os aparelhos em funcionamento.


Ademar Peixoto: Preparar a foto fez ele perceber que tinha acumulado R$ 26 em moedas na mochila.


Leandro Teixeira: C:\RUN\DOS\RUN


Helen Harumi: o kit de chaves de fenda eu achei normal, mas os 2 tipos de fita dupla-face são o diferencial.


Hinjo Martins: poderia destacar o mínimo kit de sobrevivência, a presença de um uno, mas o que me chamou a atenção mesmo foi a organização do estojo de cotonetes.


Cassio Marra: me agrada quando as ferramentas são escolhidas individualmente, e não como parte de um kit.


Fernando de Moraes Sedrez: Legal a solução avançada de impermeabilização dos eletrônicos.


Thiago Pastori: usuário prevenido vale por 2: ele leva no pen drive o instalador do sistema operacional do notebook.


Sernivaldo: no caminho da sustentabilidade: reuso da mochila, frutas pro lanche.


Vinicius Zeca: Se não me engano, aquela borracha oval um dia já foi retangular.

Veja as outras mochilas da promoção na coletânea anterior!

Veja as mochilas dos leitores - envie sua foto até domingo e concorra a um Grid-It!

Várias ideias legais de itens para sua mochila: os leitores já enviaram suas fotos, e você ainda pode enviar a sua até domingo, para concorrer ao Grid-It e outros brindes.

Como já fizemos em anos anteriores, o Efetividade iniciou uma promoção para incentivar os leitores a compartilhar o que levam em suas mochilas. Tem muita ideia boa que merece ser aproveitada!

Além do compartilhamento, o incentivo é dado por alguns brindes interessantes, incluindo um organizador Grid-It como o da foto acima (e tem mais brindes legais, veja os detalhes).

Você pode enviar a foto da sua mochila até domingo (depois de amanhã, 22 de setembro de 2013). É bem simples, veja como fazer.

As mochilas dos leitores

Seguem destaques entre as mochilas já fotografadas e enviadas, sem nenhuma ordem particular, com um breve comentário meu, e link para a descrição original.


Anderson Dalcy - um kit completo de manutenção de eletrônicos, e um hackintosh ASUS.


Tiago Brust: gostei do carregador USB da Duracell.


Alessanderson Almeida: Aquela caixinha organizadora de miudezas seria um genérico do Grid-It? :)


Rodrigo Ribeiro Gonçalves: A caneta dele é uma das mencionadas no próximo post do Efetividade, já escrito :)


Ivan Lobo: Por ter nascido em Joinville, entendo a necessidade de levar guarda-chuva sempre consigo.


Izakiel Bruno: o "kit de apoio do Estudante/Escritório de Engenharia Civil" dele tem até paquímetro! E o multi tool dele, modelo de bolso da Leatherman, é igual ao meu.


Osni Andrade Junior: Acho que ele está precisando emagrecer a carteira!


George Evans F Oliveira: Eu acho a garrafa de água dobrável e flexível uma grande ideia.


Uri Barros: eu tenho uma ferramenta em forma de cartão de aço, similar à dele, mas a dele é mais legal.

Participe até domingo

Falta a foto da sua mochila! É fácil participar. Veja as instruções e participe!

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